Embora o Teatro do Oprimido (TO) tenha sido
sistematizado por Augusto Boal primordialmente
como ferramenta de mobilização político-social em
contextos não escolares, sua transposição para a
educação básica tem se revelado uma tecnologia
pedagógica potente. Nessa arquitetura
metodológica, a fenomenologia da Árvore do TO
estabelece uma hierarquia funcional na qual, para
que os Ramos (como o Teatro-Fórum e o TeatroImagem) se efetivem como práxis de libertação,
eles devem ser sustentados pela zona de mediação
técnica denominada Tronco, que compreende