A COVID-19 tem diversas variações de sintomas, suas manifes...
Coluna 1:
1- Caso moderado. 2- Caso grave. 3- Caso crítico.
Coluna 2:
A- Síndrome do desconforto respiratório agudo, insuficiência respiratória grave, disfunção orgânica múltipla, pneumonia grave.
B- Tosse persistente, febre persistente e diária, adinamia, prostração, hiporexia, diarreia e presença de pneumonia.
C- Síndrome respiratória aguda grave, dispneia, pressão persistente no tórax, saturação menor que 95% em ar ambiente.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
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Comentário da Questão:
O tema central da questão é a classificação dos casos clínicos de COVID-19 quanto à gravidade. Reconhecer e diferenciar as manifestações clínicas dessa doença é fundamental para destinar o manejo correto ao paciente e evitar complicações.
Justificativa da Alternativa Correta (A):
Segundo o Ministério da Saúde, os casos moderados têm sintomas como tosse persistente, febre diária, adinamia e diarreia, eventualmente com pneumonia mas sem sinais objetivos de gravidade. Casos graves já apresentam síndrome respiratória aguda grave (SRAG): dispneia, desconforto torácico, saturação < 95% em ar ambiente. Já os casos críticos são marcados por síndrome do desconforto respiratório agudo, insuficiência respiratória grave e/ou disfunção de múltiplos órgãos.
Portanto, a relação correta é:
1B (moderado - sintomas sem insuficiência respiratória),
2C (grave - sinais de SRAG),
3A (crítico - insuficiência respiratória grave/multiorgânica).
Isso está exatamente descrito no Manual de Assistência à Gestante e Puérpera Frente à COVID-19, 2ª edição, p. 26: “Em casos graves e críticos, recomenda-se internação imediata e avaliação intensiva...”.
Análise das Alternativas Incorretas:
B) e E): Trocam as ordens, confundindo moderado com crítico e grave.
C) e D): Invertem sintomas de gravidade entre grave e crítico, contrariando a definição oficial.
Todos os desvios nas alternativas erradas derivam de confundir sintomas gerais (moderado), critérios de gravidade (grave) e falência orgânica (crítico), o que é incompatível com recomendações nacionais e internacionais (OMS/Ministério da Saúde).
Estratégia de Prova:
Procure sempre reconhecer sinais de instabilidade clínica (dispneia, baixa saturação, desconforto respiratório), pois são critérios-chave para migrar de moderado para grave ou crítico. Palavras como “insuficiência respiratória” e “disfunção orgânica” sempre indicam quadros críticos.
Resumo Final:
A alternativa correta é a letra A (1B, 2C, 3A). Essa classificação respeita os protocolos oficiais e reflete a melhor prática clínica.
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