A assinatura genômica MammaPrint foi validada pelo estudo MI...

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Q4153129 Medicina
A assinatura genômica MammaPrint foi validada pelo estudo MINDACT. Os resultados desse estudo respaldam a conduta para a seguinte situação clínica: 
Alternativas

Gabarito comentado

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Gabarito: D

Fundamento decisivo: O critério decisivo é a indicação do MammaPrint no MINDACT para câncer de mama inicial em cenário de alto risco clínico com baixo risco genômico, incluindo doença com 1 a 3 linfonodos positivos, o que permite sustentar a omissão de quimioterapia adjuvante.

Tema central: Indicação do MammaPrint
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque o caso não configura com clareza o cenário validado pelo MINDACT de alto risco clínico com possível baixo risco genômico. Além disso, o tumor de 1,0 cm e grau 2, somado à expressão "subtipo luminal HER", não descreve de forma objetiva o contexto em que o MammaPrint foi validado para apoiar a omissão de quimioterapia.
B
Errada
Está errada porque a base destaca como cenário respaldado pelo MINDACT o de alto risco clínico com baixo risco genômico para omitir quimioterapia, e não o uso do teste como ferramenta principal em pacientes de baixo risco clínico para modificar conduta.
C
Errada
Está errada porque tumor triplo-negativo não é o cenário clássico de aplicabilidade do MammaPrint para omitir quimioterapia. A lógica validada se concentra em tumores iniciais HR+/HER2- com dúvida sobre o benefício da quimioterapia, e não em triplo-negativos.
D
Certa
A alternativa D está correta porque reproduz o cenário clínico em que o MINDACT deu utilidade prática ao MammaPrint: doença inicial com risco clínico relevante, em que a quimioterapia seria considerada, mas que pode ser evitada se o teste mostrar baixo risco genômico. O estudo incluiu pacientes N0 e também com 1 a 3 linfonodos positivos, portanto 1 linfonodo positivo não exclui essa estratégia. O ponto decisivo é que o teste não serve genericamente para qualquer câncer de mama inicial, e sim para apoiar retirada de quimioterapia quando o risco clínico isolado sugeriria tratá-la.
Pegadinha da questão
A banca explora a confusão entre uso genérico de assinatura genômica e o cenário específico do MINDACT: alto risco clínico com possível baixo risco genômico para retirar quimioterapia, inclusive sem excluir automaticamente pacientes com 1 a 3 linfonodos positivos.
Dica para questões semelhantes
  • Associe MammaPrint/MINDACT ao cenário de discordância entre risco clínico e genômico, sobretudo para omitir quimioterapia.
  • Não exclua automaticamente o teste só porque há 1 linfonodo positivo; o MINDACT incluiu doença com 1 a 3 linfonodos positivos.
  • Desconfie de alternativas que levem a assinatura genômica para tumor triplo-negativo, porque essa não é a aplicação validada destacada na base.
  • Se o caso já é de baixo risco clínico, o impacto prático do teste para retirada de quimioterapia tende a ser menor.

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