Idosa de 82 anos começa a apresentar dores de
cabeça e episódios de confusão mental. Nos
últimos meses, a sua família também notou um
declínio na sua memória, mas ela ainda é capaz
de tomar decisões médicas por si mesma. Uma
imagem de ressonância magnética de seu cérebro
demonstra um glioblastoma, sugerindo um
prognóstico muito ruim, e a família pede que a
idosa não seja comunicada sobre diagnóstico,
porque isso só a deixaria chateada. Nesse caso, a
conduta mais adequada é