Rodolfo, jovem de 17 anos de idade, encontrava-se a bordo de
um navio mercante brasileiro em uma turbulenta viagem de
férias pelo litoral nordestino. Temendo seriamente pela própria
vida ante a navegação em mar revolto, decidiu aproveitar um
momento de calmaria durante breve parada em um dos portos
da rota para lavrar testamento marítimo perante o comandante,
na presença de dois amigos, que testemunharam o ato. Rodolfo
sobreviveu à viagem, mas veio a óbito 180 dias após o
desembarque final, vítima de um trágico acidente
automobilístico.
A partir do cenário fático descrito e das disposições do Código
Civil, é correto afirmar que o testamento marítimo lavrado pelo
jovem Rodolfo: