Antônio e Carla, servidores públicos estaduais vinculados à ...
Antônio e Carla, servidores públicos estaduais vinculados à Secretaria de Educação, vivem em união estável e decidiram adotar Julieta, com seis anos de idade. O termo de adoção foi expedido em 15 de abril. Carla solicitou a concessão de licença adotante em 29 de abril, e Antônio, em 5 de maio.
Com base na situação hipotética e no disposto na Lei Complementar nº 1.054/08, é correto afirmar que
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: Lei Complementar estadual nº 367/1984, art. 1º, § 5º, com redação dada pelo art. 3º da Lei Complementar estadual nº 1.054/2008: "§ 5° - O período da licença de que trata este artigo será considerado de efetivo exercício para todos os efeitos." No caso de licença por adoção requerida por servidores estaduais, essa é a consequência jurídica aplicável e torna correta a alternativa C.
1 - 180 (cento e oitenta) dias ao servidor adotante que assim o requerer;
2 - 5 (cinco) dias ao outro servidor, cônjuge ou companheiro adotante, que assim o requerer." Portanto, a divisão legal é 180 dias para um e 5 dias para o outro, não 90 dias.
- Em licença por adoção, confira primeiro se a pergunta cobra efeito do afastamento, prazo do requerimento ou duração da licença; cada ponto tem regra própria na mesma disciplina legal.
- Se os adotantes forem cônjuges ou companheiros e ambos servidores públicos, aplique a regra especial: 180 dias para quem requerer a licença principal e 5 dias para o outro.
- Conte o prazo de requerimento a partir da expedição do termo de adoção; fora dos 15 dias, a própria lei prevê indeferimento.
- Não altere o limite etário legal: a norma indicada na questão alcança menor de até sete anos de idade.
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