Pezzuto e Camargo (2012), referenciando Amaralian, destacam que, diferentemente do senso comum, a pessoa cega, sob as perspectivas médica e educacional, não é definida unicamente pela ausência de visão.
Essa conclusão deve-se ao fato de que a ausência total da percepção visual é rara, portanto,
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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