O gesso chamado PTB (Patellar Tendon Bearing) é um método de...
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Tema central da questão: O foco está no método de imobilização conhecido como gesso PTB (Patellar Tendon Bearing), desenvolvido por Sarmiento, e sua aplicação no tratamento de fraturas ósseas das extremidades inferiores, especialmente a tíbia.
Justificativa da alternativa correta (B – Diáfise da tíbia): O gesso PTB foi criado especificamente para o manejo conservador das fraturas da diáfise da tíbia. Essa técnica proporciona suporte na tuberosidade anterior da tíbia e permite carga parcial de peso mesmo durante o processo de consolidação óssea. Segundo o Manual de Trauma Ortopédico da SBOT, “a confecção de gesso PTB, conforme preconizado por Sarmiento, deve ser considerada assim que houver formação de calo ósseo”. Estudos demonstram que essa abordagem reduz complicações, favorece a reabilitação precoce e diminui o tempo de imobilização total.
Pontos-chave para acertar questões como essa:
- Fique atento à associação de nomes próprios (ex: Sarmiento, PTB) a métodos específicos.
- Gessos funcionais geralmente não são usados em regiões articulares ou em fraturas próximas das articulações.
- Observe termos no enunciado como “conservador”, “mobilização precoce” e “fraturas da diáfise”.
Análise das alternativas incorretas:
- A) Planalto tibial: Fraturas próximas da articulação do joelho; exigem imobilização que evita movimento (não são tratadas com PTB).
- C) Pilão tibial: Região distal da tíbia, junto ao tornozelo; geralmente tratada com métodos focados na articulação, não com PTB.
- D/E) Maléolo lateral/medial do tornozelo: Fraturas próximas da articulação do tornozelo; demandam imobilização que estabiliza toda a articulação, e o PTB não é eficaz nesses casos.
Pegadinha recorrente: Muitos candidatos confundem o uso do PTB achando tratar-se de qualquer fratura da tíbia, incluindo extremidades. PTB é indicado para a diáfise, não para fraturas articulares.
Resumindo: O gesso PTB é um método funcional, indicado especificamente para fraturas da diáfise da tíbia, contribuindo para reabilitação precoce com menor risco de complicações. Essa abordagem é respaldada por literatura ortopédica, diretrizes da SBOT, e estudos citados em referências internacionais (UpToDate, Journal of Bone and Joint Surgery).
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