A fratura da diáfise do úmero pode ser tratada, em algumas c...
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A questão trata sobre a imobilização correta de uma fratura da diáfise do úmero. Para entender melhor, precisamos considerar que a diáfise do úmero é a parte mais longa e central do osso do braço. Uma fratura nessa região geralmente requer uma imobilização adequada para garantir a correta cicatrização e evitar complicações.
Alternativa Correta: D - Tala gessada em ‘U’ iniciando na axila, passando pelo cotovelo e finalizando na borda acromial.
Esta alternativa descreve a técnica apropriada para imobilização da fratura diafisária do úmero. A tala gessada em 'U' é projetada para fornecer suporte suficiente, começando na axila, passando pelo cotovelo e terminando na borda acromial, cobrindo assim a região crítica que precisa ser estabilizada. Esta técnica é amplamente reconhecida nas diretrizes ortopédicas como um método eficaz para imobilizar fraturas diafisárias do úmero. A imobilização correta é essencial para evitar o desalinhamento do osso durante a cicatrização.
Análise das Alternativas Incorretas:
A - Gesso circular axilo-palmar. Esta técnica não é indicada para fraturas da diáfise do úmero, pois o gesso circular axilo-palmar é mais comumente usado para fraturas de antebraço, não proporcionando a estabilização necessária para o úmero.
B - Tala gessada em ‘U’ da axila, iniciando no terço proximal do antebraço, passando pelo cotovelo e terminando na axila. Este tipo de imobilização não é adequado, pois não cobre completamente a área necessária para estabilizar uma fratura diafisária do úmero. O término na axila não oferece suporte suficiente para a diáfise do úmero.
C - Gesso circular antebraquio-palmar. Este tipo de gesso é utilizado para lesões do antebraço e punho, sendo inadequado para tratar fraturas do úmero, já que não suporta a área necessária.
E - Gesso circular toraco-braquial. Embora este gesso seja usado para fraturas mais complexas e proximais do úmero, pode ser considerado excessivo para uma fratura da diáfise e não é a descrição correta de uma "pinça de confeiteiro".
Em resumo, a tala gessada em ‘U’ que vai da axila até a borda acromial é a escolha correta para estabilizar uma fratura da diáfise do úmero, fornecendo o suporte necessário sem limitar excessivamente a mobilidade.
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