Durante uma avaliação psicológica solicitada pelo tribunal, ...
Com base no Código de Ética do Psicólogo (2005) e nas práticas profissionais adequadas, Maria deve
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Alternativa Correta: B - recusar o pedido do advogado, informando que os resultados só poderão ser apresentados no laudo final, respeitando a confidencialidade e o contrato inicial.
O tema central desta questão é a confidencialidade e o uso adequado de informações em avaliações psicológicas, especialmente no contexto judicial. Este tema é de extrema importância para psicólogos judiciais, pois envolve tanto o respeito ao Código de Ética Profissional do Psicólogo quanto o cumprimento das normas legais. A questão exige que o candidato compreenda os princípios éticos que regem a divulgação de informações psicológicas.
De acordo com o Código de Ética do Psicólogo (2005), a confidencialidade é um dos pilares fundamentais na prática profissional. O artigo 9º do Código afirma que o psicólogo deve manter em sigilo as informações obtidas no exercício profissional, podendo divulgá-las somente com a devida autorização do cliente ou em situações previstas legalmente.
Além disso, é importante destacar que o laudo psicológico é um documento técnico que deve ser elaborado de forma criteriosa e finalizada antes da divulgação de qualquer informação. A prática ética exige que os resultados preliminares não sejam compartilhados, pois podem ser mal interpretados ou utilizados de forma inadequada.
Justificativa da Alternativa Correta: A alternativa B está correta porque respeita o princípio ético da confidencialidade e a necessidade de apresentar resultados apenas no laudo final. Isso garante que as informações sejam apresentadas de forma completa e contextualizada, evitando interpretações equivocadas.
Análise das Alternativas Incorretas:
A: Solicitar autorização judicial para compartilhar resultados preliminares não é prática comum ou necessária, pois a confidencialidade deve ser mantida até a conclusão do laudo.
C: Atender à solicitação do advogado com base em resultados preliminares compromete a ética profissional, pois essas informações podem não refletir com precisão o quadro completo do avaliado.
D: Compartilhar resultados apenas com o cliente pode ser inadequado, especialmente se a avaliação faz parte de um processo judicial, onde o laudo deve ser apresentado ao tribunal.
E: Mesmo com autorização do cliente, a divulgação de resultados preliminares pode ser eticamente questionável, pois a análise final e completa dos dados ainda não foi realizada.
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Comentários
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Gab B
recusar o pedido do advogado, informando que os resultados só poderão ser apresentados no laudo final, respeitando a confidencialidade e o contrato inicial.
A) Incorreta. Apesar de parecer prudente, a solicitação judicial não justifica o compartilhamento de resultados parciais, contrariando as boas práticas da avaliação psicológica.
B) Correta. Resultados só devem ser apresentados no laudo final, após análise completa, conforme prevê o Código de Ética e a responsabilidade técnica do psicólogo.
C) Incorreta. Mesmo não sendo os resultados, compartilhar informações parciais com partes interessadas é antiético e pode comprometer o processo.
D) Incorreta. Em avaliações judiciais, os resultados não podem ser livremente compartilhados com o avaliado, pois o documento é destinado ao juízo.
E) Incorreta. Mesmo com autorização do cliente, não se devem divulgar resultados parciais, pois isso viola a integridade da avaliação.
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