A Legislação de Psicologia e as Resoluções do Conselho Federal de Psicologia (CFP) são fundamentais para a atuação ética e legal dos psicólogos no Brasil. Elas estabelecem diretrizes, deveres, direitos e limitações, sendo tema frequente em concursos públicos de nível médio e superior. Compreender essas normas permite ao candidato interpretar corretamente situações cotidianas e responder questões com base em casos práticos.
Principais leis e marcos regulatórios da Psicologia
A base da legislação está na Lei nº 4.119/1962, que regulamenta a profissão de psicólogo, define suas atribuições e o campo de atuação. Ela exige a formação específica e inscrição no conselho regional. Outro marco é a Lei nº 5.766/1971, criadora do CFP e dos Conselhos Regionais de Psicologia (CRP), que fiscalizam e normatizam a profissão nacionalmente.
Resoluções do Conselho Federal de Psicologia
O CFP edita resoluções com o objetivo de detalhar e atualizar as práticas profissionais. Exemplos relevantes incluem a Resolução CFP 01/1999 (sobre avaliação psicológica), a Resolução CFP 10/2005 (sobre sigilo profissional) e a Resolução CFP 06/2019 (atuação em contextos remotos). Tais normas são frequentemente cobradas em provas, normalmente por meio de questões situacionais.
Ética e sigilo profissional em Psicologia
O Código de Ética Profissional do Psicólogo (Resolução CFP 10/2005) orienta sobre direitos, deveres e a necessidade de zelar pelo sigilo das informações obtidas. O sigilo só pode ser rompido em situações previstas em lei, como risco à vida. Perguntas de concurso frequentemente tratam de hipóteses em que o psicólogo pode ou não revelar informações.
Fiscalização e funcionamento dos Conselhos de Psicologia
O CFP e os CRPs fiscalizam o exercício da profissão, aplicam sanções e orientam a categoria. Entre suas funções está o registro profissional, o acompanhamento de denúncias e a promoção de campanhas educativas. Conhecer o papel dessas entidades é essencial para responder questões institucionais.
Exemplos práticos e aplicação em concursos
Em provas, é comum encontrar situações como a obrigação do psicólogo de manter o sigilo diante de autoridades, a possibilidade de atendimento online segundo as resoluções vigentes e a necessidade de agir conforme as determinações do CFP em casos de conflito ético.
Dica: Muitos editais exigem leitura atenta das últimas resoluções do CFP, pois elas são atualizadas frequentemente. Mantenha-se informado!
Perguntas frequentes sobre Legislação e Resoluções do CFP
Quais documentos são indispensáveis para o exercício da Psicologia?
Diploma em Psicologia reconhecido pelo MEC e registro ativo no CRP correspondente à sua jurisdição.
O psicólogo pode quebrar o sigilo profissional?
Somente em situações previstas em lei, como risco iminente à vida ou por decisão judicial.
O que acontece se o psicólogo descumpre uma resolução do CFP?
Pode sofrer sanções ético-disciplinares, como advertências, multas ou até cassação do registro profissional.
