Pesquisas nacionais sobre violência no ambiente escolar
brasileiro documentam que episódios de agressão,
intimidação e constrangimento contra docentes ocorrem
com frequência significativamente superior ao que os
registros oficiais capturam, raramente ultrapassando os
muros das unidades escolares. O fenômeno atinge todos
os níveis e etapas da educação, provoca impacto direto
sobre a saúde mental dos profissionais afetados e
degrada o clima escolar mesmo para aqueles que não
foram vítimas diretas. Em Santa Catarina,
aproximadamente 82,8% dos docentes da educação
básica são mulheres. Considerando os fundamentos
constitucionais da educação, a proteção institucional do
trabalho docente e a promoção de equidade no contexto
escolar, esse quadro exige política pública preventiva e
estruturante que: