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Q2382718 Medicina
São critérios de gravidez considerados inviáveis no ultrassom do I trimestre, saco gestacional 
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Tema central: critérios ultrassonográficos do 1º trimestre para diagnosticar gravidez inviável (perda gestacional) em ultrassonografia transvaginal. Os dois parâmetros-chave são: CRL (comprimento cabeça–nádega do embrião) e DMS (diâmetro médio do saco gestacional).

Alternativa correta: CEmbrião com CRL ≥ 7 mm sem batimentos cardíacos fetais (BCF) é critério diagnóstico de gestação inviável. Esse ponto de corte foi estabelecido para evitar falso-positivos e é adotado por consensos atuais (SRU 2013/ASUM, ACOG Practice Bulletin “Early Pregnancy Loss”, UpToDate). Logo, presença de vesícula vitelínica e embrião de 7 mm sem BCF confirma inviabilidade.

Por que é a correta? A ausência de atividade cardíaca em embrião com CRL ≥7 mm, vista ao transvaginal, apresenta especificidade praticamente de 100% para perda gestacional. Não há necessidade de aguardar novo exame para confirmar.

Análise das alternativas incorretas

A — Embrião de 5 mm sem BCF: é achado suspeito, não diagnóstico. O ponto de corte diagnóstico é CRL ≥7 mm. Conduta: repetir USG em 7–10 dias para avaliar aparecimento de BCF (SRU/ACOG).

BDMS 10 mm sem embrião: muito precoce; ainda pode ser normal. O critério diagnóstico é DMS ≥ 25 mm sem embrião. Valores menores (16–24 mm) são apenas sugestivos e exigem reavaliação.

DDMS 15 mm com vesícula vitelínica e sem embrião: também não é definitivo. A ausência de embrião só é diagnóstica quando DMS ≥25 mm. A presença de vesícula vitelínica reforça que a gestação é inicial, não necessariamente inviável.

Dicas de prova (pegadinhas)

- Decore os limiares diagnósticos: CRL ≥7 mm sem BCF e DMS ≥25 mm sem embrião. Abaixo disso, é indeterminado e requer USG de controle.

- Diferencie CRL (mede o embrião) de DMS (mede o saco). Números “menores” (5 mm de CRL, 10–15 mm de DMS) costumam ser apenas suspeitos.

- Assuma técnica transvaginal em questões do 1º trimestre, pois os pontos de corte são baseados nela.

Referências essenciais: ACOG Practice Bulletin: Early Pregnancy Loss; Society of Radiologists in Ultrasound (SRU) Consensus 2013; UpToDate – Sonographic diagnosis of early pregnancy failure.

Gabarito: C

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A questão apresentada requer conhecimento em obstetrícia, especificamente sobre os indicativos de inviabilidade gestacional no primeiro trimestre avaliados por meio de ultrassom. As alternativas A, B e D apresentam situações que, embora possam ser preocupantes, não são definitivas para diagnosticar a inviabilidade gestacional sem a presença de outros critérios. No entanto, a alternativa C menciona a presença de uma "vesícula vitelínica e embrião de 7 mm sem batimento cardíaco fetal (bcf)", que é um sinal de alerta mais significativo. É esperado que o embrião apresente batimentos cardíacos visíveis ao ultrassom quando atinge um comprimento cabeça-nádega (CRL) de aproximadamente 5-7 mm. A ausência de batimentos cardíacos em um embrião com CRL de 7 mm é um forte indicador de que a gravidez não é viável, e a gestação pode estar destinada a um abortamento. Portanto, a resposta correta é a alternativa C, pois se baseia em critérios estabelecidos pela literatura médica para a avaliação da viabilidade do primeiro trimestre, onde a ausência de batimentos cardíacos em um embrião com tamanho igual ou superior a 7 mm é um critério para diagnóstico de gravidez inviável.

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