A ultrassonografia (US) revolucionou a prática de bloqueios ...
A ultrassonografia (US) revolucionou a prática de bloqueios de nervos periféricos (BNP), permitindo injeções mais precisas e com volumes de anestésico local (AL) reduzidos. No entanto, a injeção intravascular acidental de AL (principal causa de intoxicação) continua sendo o risco de segurança mais grave.
Qual das seguintes opções descreve a principal vantagem técnica do US para a realização de BNP e o principal mecanismo de risco envolvido na injeção intravascular?
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: O ponto decisivo é que a ultrassonografia, em bloqueios de nervos periféricos, permite visualizar em tempo real a ponta da agulha e a dispersão do anestésico local, o que explica a maior precisão do procedimento. O enunciado também destaca que a injeção intravascular acidental continua sendo o risco de segurança mais grave, e nesse contexto a toxicidade sistêmica por anestésico local pode evoluir com cardiotoxicidade, que é a complicação mais temida.
- Em questões sobre US em bloqueio periférico, priorize como vantagem principal a visualização em tempo real da agulha e da dispersão do anestésico, não efeitos secundários variáveis.
- Se o enunciado falar em injeção intravascular de anestésico local, pense primeiro em toxicidade sistêmica por anestésico local.
- Quando a questão pedir o risco mais grave da intoxicação por anestésico local, diferencie manifestação neurológica possível da complicação mais temida, que é cardiovascular.
- Não aceite alternativas que atribuam ao US caráter infalível ou dispensem medidas de segurança como aspiração e injeção incremental.
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