Um paciente de 60 anos, ASA PS II, submetido à colecistectom...
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: Após bloqueador neuromuscular não despolarizante, sinais clínicos como sustentar a cabeça por 5 segundos não excluem bloqueio neuromuscular residual; no caso, a extubação foi feita sem monitorização quantitativa por TOF, o que impede confirmar recuperação neuromuscular adequada e torna correta a alternativa que aponta a ausência dessa monitorização como falha.
- Após bloqueador neuromuscular não despolarizante, teste clínico isolado não basta para excluir bloqueio residual.
- Para recuperação pós-bloqueio, priorize TOF ratio quantitativo; não troque esse critério por T1 isolado.
- Desconfie de alternativas que aceitam TOF ratio de 0,70 como suficiente para extubação segura.
- Se a alternativa culpa o fármaco em si, verifique se o erro real não está na monitorização da recuperação.
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