A monitorização da função cerebral é essencial em anestesia....
Qual é a principal alteração eletroencefalográfica que indica isquemia cerebral (hipoperfusão) e qual a razão pela qual os monitores processados são mais eficazes que o EEG bruto para a monitorização da profundidade anestésica?
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: A decisão depende de reconhecer que a hipoperfusão/isquemia cerebral inicial lentifica o EEG, com diminuição das frequências rápidas e aumento relativo da amplitude, e que os monitores processados de EEG são úteis porque convertem esse sinal complexo em índice numérico/tendência interpretável, não por medirem diretamente anestésico, analgesia ou atividade motora.
- Em isquemia/hipoperfusão cerebral, pense primeiro em lentificação do EEG; burst suppression e silêncio elétrico indicam estágio mais profundo.
- Se a alternativa atribuir ao BIS/Entropia medida direta de concentração anestésica ou de analgesia, ela está incompatível com a função real desses monitores.
- A vantagem prática do EEG processado é transformar um traçado complexo em índice numérico e tendência interpretável para profundidade hipnótica.
- Não trate monitores processados como imunes a EMG ou outros artefatos; essa afirmação exclui a alternativa.
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