Em um ciclo formativo, professores discutiram formas de
fortalecer práticas ativas de leitura e escrita. Uma
professora do 3º ano e da EJA I decidiu mudar sua rotina
e trabalhar com narrativas reais do bairro sobre "lugares
da infância". As histórias foram lidas, analisadas e
transformadas em novos gêneros, como quadrinhos,
microcontos e podcasts. Ao longo do processo, os
alunos revisaram coletivamente os textos, discutiram
vocabulário, justificaram escolhas e negociaram
mudanças. O trabalho resultou em uma "Mostra de
Leituras e Escritas do Território", na qual os estudantes
apresentaram suas produções e decisões linguísticas.
Considerando esse cenário, a prática pedagógica
descrita evidencia uma concepção de ensino ativo
caracterizada por: