A política curricular brasileira contemporânea orienta-se
pela tentativa de estabelecer compromissos formativos
que articulem os direitos de aprendizagem, a inclusão
social e a garantia da equidade no acesso ao
conhecimento escolar. As Diretrizes Curriculares
Nacionais da Educação Básica, ao lado da Base
Nacional Comum Curricular, sinalizam a necessidade de
conjugar a flexibilidade dos contextos locais com a
definição de referenciais comuns, o que coloca em
tensão as noções de autonomia pedagógica e regulação
estatal. Essa dualidade reflete disputas epistemológicas,
éticas e políticas que atravessam o currículo escolar,
especialmente no que tange à afirmação da diversidade,
da cidadania e da formação humana integral. Esse
cenário se manifesta quando: