Em uma escola pública de ensino fundamental
situada na periferia de uma grande cidade, a professora
de Educação Física enfrenta o desafio de desenvolver
um currículo inclusivo e culturalmente significativo para
uma turma composta por 27 estudantes, dentre os
quais há dois com deficiência auditiva, uma aluna com
Transtorno do Espectro Autista (TEA), e um grupo
expressivo de crianças migrantes com pouco domínio
da língua portuguesa. Inspirando-se em autores como
Silva (2009), Freire (1996) e Kunz (2010), a professora propõe uma sequência didática baseada nas danças
populares brasileiras, utilizando estratégias de ensino
colaborativo, mediação por pares, recursos visuais e
adaptações metodológicas que respeitam os tempos e
modos de aprendizagem dos estudantes. Diante desse
cenário e considerando as diretrizes da BNCC e da
pedagogia crítico-emancipatória na Educação Física,
assinale a alternativa que melhor reflete uma prática
pedagógica coerente com os pressupostos da
educação inclusiva e da diversidade cultural.