Uma mulher de 30 anos, sem história de doença psiquiátrica
prévia, apresenta há alguns anos quadros alternantes de dois
grupamentos de sintomas. Primeiro grupo: ideação suicida,
tristeza intensa, desvalia, fadiga e alterações no sono. Segundo
grupo: excesso de euforia, logorreia, autoestima inflada,
aceleração de pensamentos com “fuga de ideias”, perda de
controle sobre as atitudes com intensificação de compulsões
(alimentar, jogos, compras e desejos sexuais), irritabilidade,
agressividade e delírios de grandeza.
Considerando o caso clínico relatado no texto 1, o diagnóstico
mais provável da paciente em questão é: