A qualidade da água para consumo humano é monitorada atravé...

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Q4112331 Engenharia Ambiental e Sanitária
A qualidade da água para consumo humano é monitorada através do VIGIAGUA, seguindo os parâmetros estabelecidos pela Portaria GMMS nº 888, de 4 de maio de 2021 (que alterou o Anexo XX da Portaria de Consolidação nº 52017). Em uma inspeção de rotina no sistema de distribuição, o auditor analisa os parâmetros de turbidez e cloro residual livre. Assinale a afirmativa correta quanto aos padrões de potabilidade exigidos na saída do tratamento e na rede de distribuição. 
Alternativas

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Gabarito: C

Fundamento decisivo: O enunciado cobra o padrão de potabilidade relativo ao residual de desinfetante no sistema de distribuição, e a alternativa correta é a que reproduz a exigência normativa aplicável.

Tema central: Residual de desinfetante
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque troca a regra cobrada. A Portaria trata de residual mínimo obrigatório de desinfetante, e não fixa 0,5 mg/L como valor máximo em qualquer ponto da rede com a justificativa de toxicidade imediata independentemente do tempo de exposição. A alternativa ainda introduz fundamento toxicológico absoluto sem amparo na base normativa indicada.
B
Errada
Está errada porque inverte o sentido do parâmetro de turbidez. A base informa que a Portaria fixa valor máximo permitido de 5,0 uT nos pontos e etapas pertinentes; portanto, afirmar que a turbidez deve ser sempre superior a 5,0 uT é frontalmente incompatível com o padrão normativo.
C
Certa
A alternativa C está correta porque corresponde ao comando da Portaria GM/MS nº 888/2021, art. 32, que exige a manutenção, em toda a extensão do sistema de distribuição, de no mínimo 0,2 mg/L de cloro residual livre, ou 2 mg/L de cloro residual combinado, ou 0,2 mg/L de dióxido de cloro.
D
Errada
Está errada porque cria tolerância inexistente para E. coli na saída do tratamento. A base afirma que a presença de E. coli não é tolerada nos pontos de controle pertinentes e que não há respaldo normativo para admitir até 10% das amostras mensais positivas; além disso, a alternativa relaciona indevidamente essa suposta tolerância à contagem de bactérias heterotróficas.
Pegadinha da questão
A questão explora confusões normativas reais: residual mínimo de desinfetante versus limite máximo, valor máximo permitido de turbidez versus valor mínimo desejável, e ausência de E. coli versus tentativa de relativizar esse parâmetro com heterotróficas.
Dica para questões semelhantes
  • Quando a alternativa reproduz literalmente o comando da Portaria sobre residual mínimo no sistema de distribuição, ela prevalece sobre justificativas materiais não normativas.
  • Em parâmetros como turbidez, verifique primeiro se a norma fala em valor máximo permitido ou em valor mínimo; inverter esse sentido elimina a alternativa.
  • Não aceite alternativa que admita presença de E. coli com base em percentuais de amostras ou em contagem de heterotróficas sem respaldo expresso na norma cobrada.

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