Dentre muitas histórias contadas por alguns professores sobre a avaliação da
aprendizagem, um exemplo é o que segue: “À medida que completamos o trabalho, seguidamente o
interrompemos e refletimos sobre ele: “Certo, a que resultados isso corresponde”? Começamos a fazer
conexões. “O que foi bom...” “Se eu tivesse... teria sido muito melhor”. Para Hargreaves (2002), esse
depoimento mostra uma concepção de avaliação que: