Ao revisar o plano alimentar de um adulto em acompanhamento...
I. A redução intensa de lipídios pode comprometer a oferta de ácidos graxos essenciais, ainda que carboidratos e proteínas mantenham o aporte calórico total.
II. O aumento de fibras deve considerar seus efeitos sobre trânsito intestinal, resposta glicêmica e possível interferência na absorção de alguns minerais.
III. Os oligoelementos devem ser calculados como fonte energética da dieta quando houver maior demanda metabólica ou restrição de macronutrientes.
Está(ão) CORRETA(S):
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: A decisão dependia de distinguir nutrientes energéticos de micronutrientes reguladores e de reconhecer que a restrição de lipídios e o aumento de fibras exigem avaliação funcional, não apenas calórica.
- Não confunda adequação calórica com adequação qualitativa: manter calorias não garante oferta de ácidos graxos essenciais.
- Ao avaliar fibras, considere simultaneamente efeito funcional e possível impacto sobre absorção de minerais.
- Separe sempre nutrientes energéticos de micronutrientes reguladores: oligoelementos não entram no valor energético total da dieta.
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Ao revisar o plano alimentar de um adulto em acompanhamento nutricional, observou-se restrição acentuada de gorduras, baixa ingestão de fibras e uso de suplementos de minerais-traço sem avaliação dietética prévia. Para orientar a conduta, foram levantadas as seguintes análises:
I. A redução intensa de lipídios pode comprometer a oferta de ácidos graxos essenciais, ainda que carboidratos e proteínas mantenham o aporte calórico total.
II. O aumento de fibras deve considerar seus efeitos sobre trânsito intestinal, resposta glicêmica e possível interferência na absorção de alguns minerais.
III. Os oligoelementos (também chamados de microminerais, como ferro, zinco, cobre, selênio, cromo e iodo) não devem ser calculados como fonte energética da dieta, independentemente da demanda metabólica ou da restrição de macronutrientes do paciente.
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