Homem de 38 anos apresenta quadro de cefaleia intensa com três dias de evolução. Relata que, há um dia,
o quadro associou-se à cervicalgia e dor em ombros,
fotofobia, fonofobia, náuseas leves, lombalgia e cefaleia de caráter holocraniana. Ele nega viagem recente,
picadas de carrapatos, dor torácica ou dispneia. Não
há convulsão, alteração do nível de consciência ou do
comportamento. Ao exame físico: observa-se uma erupção eritematosa discreta no tórax; temperatura: 38,1 ºC;
há rigidez na nuca. Uma punção lombar é realizada, e
a análise do líquor (LCR) mostra: proteínas: 53 mg/dL
(normal: 15 a 45); glicose: 56 mg/dL (normal: 40 a 70);
xantocromia: ausente; hemácias: 37/mm3 (normal: zero);
células nucleadas: 50/mm3 (normal: até 5), sendo 14%
de polimorfonucleares, 52% de linfócitos e 34% de
monócitos/macrófagos; coloração pelo Gram: sem organismos visíveis.
O exame do líquor que tem maior probabilidade de confirmar a principal hipótese diagnóstica é
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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