Uma criança de 7 anos, com diagnóstico de paralisia cerebral do tipo diparesia espástica e classificada
no nível III do Gross Motor Function Classification System (GMFCS), é inserida em um programa de
fisioterapia aquática. Os objetivos terapêuticos principais são a redução da espasticidade em membros
inferiores, a melhora da estabilidade postural e a facilitação de um padrão de marcha mais funcional.
Considerando o quadro clínico e os objetivos terapêuticos, o principal raciocínio fisioterapêutico para a
utilização do meio aquático, de acordo com a literatura, baseia-se na combinação dos seguintes princípios
e efeitos: