No ciclo de políticas públicas, as etapas de agenda
e formulação são diretamente influenciadas pela
capacidade técnica e financeira do ente executor.
Assim, em sistemas federativos descentralizados,
como o brasileiro, a etapa de implementação tende a
ser menos dependente de decisões políticas centrais e
mais sensível às prioridades locais. Essa característica
reforça o princípio da descentralização, mas pode
enfraquecer o alinhamento entre programas nacionais
e metas pactuadas, sobretudo quando os mecanismos
de monitoramento federal não têm caráter coercitivo.