A fadiga oncológica diz respeito ao cansaço
desproporcional à atividade realizada pelo
indivíduo com câncer, uma exaustão, que não se
traduz em dispneia. Trata-se de um sintoma de
grande prevalência nessa população – acomete até
90% dos pacientes. A fadiga é multifatorial, sendo
resultante do câncer e dos tratamentos que se
fazem necessários. Pode ser agravada por outros
fatores dietéticos e clínicos, como a anemia e a
caquexia associada ao câncer, mas não decorrente
diretamente deles. A presença dessa condição leva
o indivíduo a complicações que geram prejuízos na
funcionalidade e na qualidade de vida, por
consequência de