Suponha que um gestor público tenha autorizado pagamento
contratual sem comprovação da entrega do objeto contratado e
que, posteriormente, tenha ficado demonstrado que ele agiu
conscientemente para beneficiar a empresa contratada. Nesse
caso, conforme a jurisprudência do STF e a Lei de Improbidade
Administrativa (LIA), a conduta do referido gestor público