A Convenção Americana sobre Direitos Humanos (CADH), um dos ...

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Q3952837 Direitos Humanos
A Convenção Americana sobre Direitos Humanos (CADH), um dos principais tratados internacionais de proteção dos direitos humanos, promulgada internamente pelo Decreto nº 678/1992, no artigo 8º, elenca um núcleo mínimo de garantias judiciais que se harmonizam com a concepção de devido processo, dentre as quais está  
Alternativas

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Gabarito: D

Fundamento decisivo: Decreto nº 678/1992, Anexo, art. 8.2, alínea e (Convenção Americana sobre Direitos Humanos): “e) direito irrenunciável de ser assistido por um defensor proporcionado pelo Estado, remunerado ou não, segundo a legislação interna, se o acusado não se defender ele próprio nem nomear defensor dentro do prazo estabelecido pela lei;”. Como o enunciado cobra uma garantia judicial mínima do art. 8º da CADH, a alternativa D corresponde ao conteúdo normativo dessa alínea.

Tema central: Garantias judiciais mínimas
Análise das alternativas
A
Errada
Incorreta por contrariar o Decreto nº 678/1992, Anexo, art. 8.2, alínea a: “a) direito do acusado de ser assistido gratuitamente por tradutor ou intérprete, se não compreender ou não falar o idioma do juízo ou tribunal;”. O erro está em trocar “gratuitamente” por “onerosamente”, invertendo requisito expresso da garantia.
B
Errada
Incorreta por contrariar o Decreto nº 678/1992, Anexo, art. 8.2, alínea b: “b) comunicação prévia e pormenorizada ao acusado da acusação formulada;”. A alternativa substitui “prévia” por “a posteriori”, o que viola diretamente a exigência temporal do dispositivo.
C
Errada
Incorreta por contrariar o Decreto nº 678/1992, Anexo, art. 8.2, alínea c: “c) concessão ao acusado do tempo e dos meios adequados para a preparação de sua defesa;”. A garantia é cumulativa: tempo e meios adequados. A alternativa exclui indevidamente os meios adequados, suprimindo elemento essencial do texto normativo.
D
Certa
A alternativa D está correta porque reproduz, com sentido jurídico preservado, a garantia prevista no art. 8.2, alínea e, da CADH: assistência irrenunciável por defensor proporcionado pelo Estado, remunerado ou não, conforme a legislação interna, quando o acusado não se defende pessoalmente nem nomeia defensor no prazo legal. Esse é exatamente o ponto normativo cobrado pela questão.
E
Errada
Incorreta por contrariar o Decreto nº 678/1992, Anexo, art. 8.2, alínea d: “d) direito do acusado de defender-se pessoalmente ou de ser assistido por um defensor de sua escolha e de comunicar-se, livremente e em particular, com seu defensor;”. O erro está em transformar uma faculdade alternativa — defender-se pessoalmente ou por defensor de escolha — em exclusividade de defesa apenas por defensor.
Pegadinha da questão
A banca explorou trocas literais decisivas do art. 8.2 da CADH: “gratuitamente” por “onerosamente”, “prévia” por “a posteriori”, supressão de “meios adequados” e conversão da alternativa “defender-se pessoalmente ou por defensor” em regra exclusiva. Além disso, separou a defesa por defensor de escolha (alínea d) da assistência estatal irrenunciável (alínea e).
Dica para questões semelhantes
  • Quando a questão cobrar garantias do art. 8.2 da CADH, resolva pela literalidade das alíneas.
  • Verifique palavras que mudam completamente o sentido jurídico, como “gratuitamente”, “prévia” e “irrenunciável”.
  • Se o texto legal trouxer elementos cumulativos, como “tempo e meios adequados”, a supressão de um deles torna a alternativa errada.
  • Distinga defesa por escolha do acusado da assistência por defensor proporcionado pelo Estado; são garantias diferentes no art. 8.2.

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De acordo com a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (CADH), incorporada ao ordenamento brasileiro pelo Decreto nº 678/1992, a alternativa correta é a D (o direito irrenunciável de ser assistido por um defensor proporcionado pelo Estado, remunerado ou não, segundo a legislação interna, se o acusado não se defender ele próprio nem nomear defensor dentro do prazo estabelecido pela lei).

Esta disposição está prevista no Artigo 8.2, alínea "e" da Convenção e reflete as garantias judiciais mínimas do devido processo legal. A análise das demais opções, com base nos princípios de direitos humanos presentes nas fontes, demonstra por que estão incorretas:

  • A (Incorreta): O direito à assistência de tradutor ou intérprete deve ser assegurado gratuitamente (e não onerosamente) caso o acusado não compreenda o idioma do tribunal.
  • B (Incorreta): A comunicação da acusação formulada deve ser prévia e pormenorizada, visando garantir o conhecimento dos fatos antes do julgamento, e não a posteriori.
  • C (Incorreta): O acusado deve ter a concessão do tempo e também dos meios adequados para a preparação de sua defesa; a falta de meios adequados compromete a plenitude da defesa.
  • D (Correta): As fontes reforçam que a defesa técnica é um direito indisponível. Caso o acusado não tenha advogado ou não possa pagar, o Estado tem o dever de designar um defensor público ou dativo.
  • E (Incorreta): O acusado tem o direito de defender-se pessoalmente (autodefesa) ou de ser assistido por um defensor de sua escolha. A afirmação de que ele pode defender-se "apenas" por um defensor de sua escolha exclui o direito à autodefesa garantido pela CADH.

Dessa forma, a garantia do defensor proporcionado pelo Estado em caráter irrenunciável (na ausência de defensor constituído ou autodefesa eficaz) é a que consta literalmente no núcleo de garantias do Artigo 8º da CADH.

De acordo com a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (CADH), incorporada ao ordenamento brasileiro pelo Decreto nº 678/1992, a alternativa correta é a D (o direito irrenunciável de ser assistido por um defensor proporcionado pelo Estado, remunerado ou não, segundo a legislação interna, se o acusado não se defender ele próprio nem nomear defensor dentro do prazo estabelecido pela lei).

Esta disposição está prevista no Artigo 8.2, alínea "e" da Convenção e reflete as garantias judiciais mínimas do devido processo legal. A análise das demais opções, com base nos princípios de direitos humanos presentes nas fontes, demonstra por que estão incorretas:

  • A (Incorreta): O direito à assistência de tradutor ou intérprete deve ser assegurado gratuitamente (e não onerosamente) caso o acusado não compreenda o idioma do tribunal.
  • B (Incorreta): A comunicação da acusação formulada deve ser prévia e pormenorizada, visando garantir o conhecimento dos fatos antes do julgamento, e não a posteriori.
  • C (Incorreta): O acusado deve ter a concessão do tempo e também dos meios adequados para a preparação de sua defesa; a falta de meios adequados compromete a plenitude da defesa.
  • D (Correta): As fontes reforçam que a defesa técnica é um direito indisponível. Caso o acusado não tenha advogado ou não possa pagar, o Estado tem o dever de designar um defensor público ou dativo.
  • E (Incorreta): O acusado tem o direito de defender-se pessoalmente (autodefesa) ou de ser assistido por um defensor de sua escolha. A afirmação de que ele pode defender-se "apenas" por um defensor de sua escolha exclui o direito à autodefesa garantido pela CADH.

Dessa forma, a garantia do defensor proporcionado pelo Estado em caráter irrenunciável (na ausência de defensor constituído ou autodefesa eficaz) é a que consta literalmente no núcleo de garantias do Artigo 8º da CADH.

De acordo com a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (CADH), incorporada ao ordenamento brasileiro pelo Decreto nº 678/1992, a alternativa correta é a D (o direito irrenunciável de ser assistido por um defensor proporcionado pelo Estado, remunerado ou não, segundo a legislação interna, se o acusado não se defender ele próprio nem nomear defensor dentro do prazo estabelecido pela lei).

Esta disposição está prevista no Artigo 8.2, alínea "e" da Convenção e reflete as garantias judiciais mínimas do devido processo legal. A análise das demais opções, com base nos princípios de direitos humanos presentes nas fontes, demonstra por que estão incorretas:

  • A (Incorreta): O direito à assistência de tradutor ou intérprete deve ser assegurado gratuitamente (e não onerosamente) caso o acusado não compreenda o idioma do tribunal.
  • B (Incorreta): A comunicação da acusação formulada deve ser prévia e pormenorizada, visando garantir o conhecimento dos fatos antes do julgamento, e não a posteriori.
  • C (Incorreta): O acusado deve ter a concessão do tempo e também dos meios adequados para a preparação de sua defesa; a falta de meios adequados compromete a plenitude da defesa.
  • D (Correta): As fontes reforçam que a defesa técnica é um direito indisponível. Caso o acusado não tenha advogado ou não possa pagar, o Estado tem o dever de designar um defensor público ou dativo.
  • E (Incorreta): O acusado tem o direito de defender-se pessoalmente (autodefesa) ou de ser assistido por um defensor de sua escolha. A afirmação de que ele pode defender-se "apenas" por um defensor de sua escolha exclui o direito à autodefesa garantido pela CADH.

Dessa forma, a garantia do defensor proporcionado pelo Estado em caráter irrenunciável (na ausência de defensor constituído ou autodefesa eficaz) é a que consta literalmente no núcleo de garantias do Artigo 8º da CADH.

De acordo com a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (CADH), incorporada ao ordenamento brasileiro pelo Decreto nº 678/1992, a alternativa correta é a D (o direito irrenunciável de ser assistido por um defensor proporcionado pelo Estado, remunerado ou não, segundo a legislação interna, se o acusado não se defender ele próprio nem nomear defensor dentro do prazo estabelecido pela lei).

Esta disposição está prevista no Artigo 8.2, alínea "e" da Convenção e reflete as garantias judiciais mínimas do devido processo legal. A análise das demais opções, com base nos princípios de direitos humanos presentes nas fontes, demonstra por que estão incorretas:

  • A (Incorreta): O direito à assistência de tradutor ou intérprete deve ser assegurado gratuitamente (e não onerosamente) caso o acusado não compreenda o idioma do tribunal.
  • B (Incorreta): A comunicação da acusação formulada deve ser prévia e pormenorizada, visando garantir o conhecimento dos fatos antes do julgamento, e não a posteriori.
  • C (Incorreta): O acusado deve ter a concessão do tempo e também dos meios adequados para a preparação de sua defesa; a falta de meios adequados compromete a plenitude da defesa.
  • D (Correta): As fontes reforçam que a defesa técnica é um direito indisponível. Caso o acusado não tenha advogado ou não possa pagar, o Estado tem o dever de designar um defensor público ou dativo.
  • E (Incorreta): O acusado tem o direito de defender-se pessoalmente (autodefesa) ou de ser assistido por um defensor de sua escolha. A afirmação de que ele pode defender-se "apenas" por um defensor de sua escolha exclui o direito à autodefesa garantido pela CADH.

Dessa forma, a garantia do defensor proporcionado pelo Estado em caráter irrenunciável (na ausência de defensor constituído ou autodefesa eficaz) é a que consta literalmente no núcleo de garantias do Artigo 8º da CADH.

De acordo com a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (CADH), incorporada ao ordenamento brasileiro pelo Decreto nº 678/1992, a alternativa correta é a D (o direito irrenunciável de ser assistido por um defensor proporcionado pelo Estado, remunerado ou não, segundo a legislação interna, se o acusado não se defender ele próprio nem nomear defensor dentro do prazo estabelecido pela lei).

Esta disposição está prevista no Artigo 8.2, alínea "e" da Convenção e reflete as garantias judiciais mínimas do devido processo legal. A análise das demais opções, com base nos princípios de direitos humanos presentes nas fontes, demonstra por que estão incorretas:

  • A (Incorreta): O direito à assistência de tradutor ou intérprete deve ser assegurado gratuitamente (e não onerosamente) caso o acusado não compreenda o idioma do tribunal.
  • B (Incorreta): A comunicação da acusação formulada deve ser prévia e pormenorizada, visando garantir o conhecimento dos fatos antes do julgamento, e não a posteriori.
  • C (Incorreta): O acusado deve ter a concessão do tempo e também dos meios adequados para a preparação de sua defesa; a falta de meios adequados compromete a plenitude da defesa.
  • D (Correta): As fontes reforçam que a defesa técnica é um direito indisponível. Caso o acusado não tenha advogado ou não possa pagar, o Estado tem o dever de designar um defensor público ou dativo.
  • E (Incorreta): O acusado tem o direito de defender-se pessoalmente (autodefesa) ou de ser assistido por um defensor de sua escolha. A afirmação de que ele pode defender-se "apenas" por um defensor de sua escolha exclui o direito à autodefesa garantido pela CADH.

Dessa forma, a garantia do defensor proporcionado pelo Estado em caráter irrenunciável (na ausência de defensor constituído ou autodefesa eficaz) é a que consta literalmente no núcleo de garantias do Artigo 8º da CADH.

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