A cirurgia de mamoplastia redutora é realizada há mais de 6...
I - Mamoplastia à Strombeck II - Mamoplastia à Courtiss e Goldwin III - Mamoplastia à McKissock IV - Mamoplastia à Dufourmentel-Mouly
P - Retalho bipediculado vertical Q - Pedículo dérmico-parenquimatoso inferior R - Pedículo parenquimatoso superomedial S - Retalho dérmico de base superior T - Retalho dérmico bipediculado horizontal
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Tema central da questão: O foco está na associação correta entre técnicas clássicas de mamoplastia redutora e suas características principais em relação ao pedículo ou retalho cirúrgico empregado. Conhecer essas técnicas é imprescindível na atuação do cirurgião plástico, especialmente em concursos públicos que exigem precisão técnica e escolha criteriosa do método para cada caso clínico.
Análise da alternativa correta (D):
- I - Strombeck → T (Retalho dérmico bipediculado horizontal): Técnica consagrada por utilizar retalho bipediculado horizontal, conferindo segurança na vascularização do complexo aréolo-mamilar (CAM). É indicada em grandes reduções mamárias, especialmente quando há necessidade de preservar ambas as vascularizações medial e lateral.
- II - Courtiss e Goldwin → Q (Pedículo dérmico-parenquimatoso inferior): Essa técnica prioriza o pedículo inferior, sendo muito empregada na atualidade por sua manutenção da sensibilidade, contorno e viabilidade do CAM em gigantomastias ou ptoses acentuadas.
- III - McKissock → P (Retalho bipediculado vertical): Evolução da técnica de Strombeck, porém com duplo pedículo vertical, ampliando a aplicabilidade e manutenção da vitalidade do CAM ao se reduzir a largura do retalho.
- IV - Dufourmentel-Mouly → R (Pedículo parenquimatoso superomedial): Utiliza o pedículo superomedial, técnica moderna que favorece o posicionamento anatômico do CAM, especialmente eficaz em mastopexias associadas a pequenas reduções.
Análise crítica das alternativas incorretas:
As demais alternativas apresentam associações erradas entre as técnicas e as características dos retalhos ou pedículos. Por exemplo, atribuir a Strombeck o pedículo superomedial, ou a McKissock o pedículo parenquimatoso inferior, fere o entendimento clássico e a descrição original das técnicas. Essas trocas podem confundir o candidato menos atento.
Dica de prova:
Identifique sempre os eponímicos envolvendo pedículo inferior com Courtiss e Goldwin, retalho bipediculado horizontal com Strombeck, e superomedial com Dufourmentel-Mouly. Atenção redobrada a termos como "bipediculado" e "vertical/horizontal", pois são pontos-chave para evitar pegadinhas.
Fonte e evidência: Conforme as Diretrizes Clínicas da Mastologia HMEC 2021 (Cap. 8) e a literatura clássica de cirurgia plástica (ex. Bozola, Saldanha), a associação correta é imprescindível ao planejamento cirúrgico seguro e eficaz.
Gabarito: D
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