Questões de Concurso Público Prefeitura de Jardinópolis - SP 2026 para Professor PEB II - História
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Para os autores, isso se deve ao caráter
Em suas ações diante desse contexto, educadores devem respeitar as determinações do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei no 8.069/1990), que, em seu art. 17, estabelece
(Brasil. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. A Etapa do Ensino Fundamental – História, p. 400-401. Adaptado)
O documento em referência indica como sendo parte das bases epistemológicas mencionadas:
(Brasil. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. A Etapa do Ensino Fundamental – História, p. 399)
A partir dos pressupostos teóricos que fundamentam a BNCC, identifique atividades relativas à aprendizagem mencionada no fragmento.
(Rocha Pombo. História do Brasil para o Ensino Secundário. Apud: Thais N. L. Fonseca. “Ver para compreender”: arte, livro didático e a história da nação. Em: L.M.C. Siman; T.N.L. Fonseca (org.). Inaugurando a História e construindo a nação – discursos e imagens no ensino de História, p. 96)
Considerando a concepção teórica subjacente ao fragmento, assinale a alternativa que apresenta conteúdos e sequência programática condizentes com o que defende Rocha Pombo.
(Circe M. F. Bittencourt. Identidade nacional e ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, p.188)
De acordo com a historiadora Circe Bittencourt, a análise apresentada pelo excerto é uma decorrência da opção teórica
Uma questão que tem sido debatida é a possibilidade de introdução do método dialético no ensino de História e das demais disciplinas escolares.
(Circe M. F. Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos, p. 231)
Segundo a autora, o método dialético corresponde
(Pedro Paulo Funari e Glaudson J. Silva. Teoria da História, p. 73. Adaptado)
O excerto exemplifica o risco de
(Rachel Soihet. História das mulheres. Em: Ciro F. Cardoso; R. Vainfas (org.). Domínios da história: ensaios de teoria e metodologia, p. 406. Adaptado)
Segundo Rachel Soihet, em resposta ao questionamento feito pelos autores mencionados, houve
(Marcos Napolitano. Pensando a estranha história sem fim. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas, p. 164/5. Adaptado)
Marcos Napolitano se refere ao grupo de historiadores
Observe a pintura de Victor Meirelles e leia o texto que segue.

Meirelles atingiu a convergência rara de formas, intenções e significados que fazem com que um quadro entre poderosamente dentro de uma cultura. Esta imagem do descobrimento dificilmente poderá vir a ser apagada, ou substituída. Ela é a primeira missa do Brasil. São os poderes da arte fabricando a História.
(Jorge Coli. A pintura e o olhar sobre si [...]. Em: Marcos C. Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva, p. 384. Grifo do autor)
Na análise do historiador Jorge Coli, a pintura em referência
(L. M. Schwarcz; H.M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 222. Adaptado)
O movimento em referência teve como parte de suas causas a
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 184. Adaptado)
No fragmento, Boris Fausto apresenta uma análise sobre
A referida tese parte da constatação de que
(Lilia M. Schwarcz; Heloísa M. Starling. Brasil: uma biografia, p. 614)
Identifique a alternativa que corresponde ao contexto histórico delimitado pelo fragmento.
(Gersem S. Luciano. O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje, p. 79. Adaptado)
Partindo da obra mencionada, fazem parte do contexto em referência
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 480. Adaptado)
O AI-5, de dezembro de 1968, tinha como parte de suas medidas: