Questões de Concurso Público UNESP 2024 para Assistente de Informática II - Edital nº 162

Foram encontradas 40 questões

Q3497433 Português

Leia a tira para responder à questão.



É correto afirmar que o efeito de humor da tira deriva do fato de que
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Q3497434 Português

Leia a tira para responder à questão.



Foi empregada em sentido figurado a palavra destacada em:
Alternativas
Q3497435 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase. 
Alternativas
Q3497436 Português
Leia o texto para responder à questão.


Mulheres no choro


    Poucas coisas têm tanto a cara do Brasil quanto uma roda de choro. Uma das primeiras manifestações instrumentais da música popular brasileira, o gênero surgiu no final do século 19, no Rio de Janeiro, como uma expressão urbana, criada a partir da fusão de elementos e músicas estrangeiras, principalmente portuguesas e africanas. Ao se popularizar, o choro atravessou os séculos, multiplicou-se em rodas formadas por todo o país e segue presente. No último dia 29 de fevereiro, o choro foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do país, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

    Se, por um lado, é admirável que as tradições do choro venham sendo transmitidas de geração em geração, há quase 200 anos, por outro, desde meados de 1970, começou-se a se questionar certos costumes das rodas de choro. Um deles é a prevalência de músicos homens, o que torna esse um ambiente pouco convidativo para a participação e expressão de mulheres musicistas. Ainda que esse gênero tenha tido como uma das principais expoentes a pianista, maestrina e compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935), as mulheres tiveram que se esforçar para conquistar respeito e espaço como instrumentistas e compositoras.

    “A roda de choro sempre foi uma espécie de ‘clube do bolinha’. A presença feminina nesses ambientes chegou a ser rotulada como ‘auxiliar do marido’, ‘aspirante a cantora’, ‘tocadora de chocalho’ etc.”, relatou Anna Paes, cantora, violonista e pesquisadora.

   A própria biografia de Chiquinha Gonzaga retrata a luta feminina para conseguir reconhecimento na cena da música popular brasileira. Arrojada, e por isso considerada subversiva, a pianista enfrentou inúmeros desafios ao romper com um casamento – numa época em que ainda não existia divórcio –, e, com isso foi afastada de seus filhos e familiares. Chiquinha passou, então, a dar aulas de piano para sobreviver até se tornar a primeira pianista do choro.

  Foi somente na primeira metade do século 20, como relembra Anna Paes, que o crescimento do movimento feminista mundial e a gradual mudança de percepção sobre o papel da mulher na sociedade permitiram que outras artistas pudessem projetar seus nomes como profissionais do choro. Entre elas, destacaram-se Tia Amélia (1897-1983), Lina Pesce (1913-1995) e Carolina Cardoso de Menezes (1913-2000).


(Lígia Scalise. Revista E. Abril de 2024. Adaptado) 
De acordo com as informações do texto, o choro
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Q3497437 Português
Leia o texto para responder à questão.


Mulheres no choro


    Poucas coisas têm tanto a cara do Brasil quanto uma roda de choro. Uma das primeiras manifestações instrumentais da música popular brasileira, o gênero surgiu no final do século 19, no Rio de Janeiro, como uma expressão urbana, criada a partir da fusão de elementos e músicas estrangeiras, principalmente portuguesas e africanas. Ao se popularizar, o choro atravessou os séculos, multiplicou-se em rodas formadas por todo o país e segue presente. No último dia 29 de fevereiro, o choro foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do país, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

    Se, por um lado, é admirável que as tradições do choro venham sendo transmitidas de geração em geração, há quase 200 anos, por outro, desde meados de 1970, começou-se a se questionar certos costumes das rodas de choro. Um deles é a prevalência de músicos homens, o que torna esse um ambiente pouco convidativo para a participação e expressão de mulheres musicistas. Ainda que esse gênero tenha tido como uma das principais expoentes a pianista, maestrina e compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935), as mulheres tiveram que se esforçar para conquistar respeito e espaço como instrumentistas e compositoras.

    “A roda de choro sempre foi uma espécie de ‘clube do bolinha’. A presença feminina nesses ambientes chegou a ser rotulada como ‘auxiliar do marido’, ‘aspirante a cantora’, ‘tocadora de chocalho’ etc.”, relatou Anna Paes, cantora, violonista e pesquisadora.

   A própria biografia de Chiquinha Gonzaga retrata a luta feminina para conseguir reconhecimento na cena da música popular brasileira. Arrojada, e por isso considerada subversiva, a pianista enfrentou inúmeros desafios ao romper com um casamento – numa época em que ainda não existia divórcio –, e, com isso foi afastada de seus filhos e familiares. Chiquinha passou, então, a dar aulas de piano para sobreviver até se tornar a primeira pianista do choro.

  Foi somente na primeira metade do século 20, como relembra Anna Paes, que o crescimento do movimento feminista mundial e a gradual mudança de percepção sobre o papel da mulher na sociedade permitiram que outras artistas pudessem projetar seus nomes como profissionais do choro. Entre elas, destacaram-se Tia Amélia (1897-1983), Lina Pesce (1913-1995) e Carolina Cardoso de Menezes (1913-2000).


(Lígia Scalise. Revista E. Abril de 2024. Adaptado) 
De acordo com o texto, a participação das mulheres no choro
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Q3497438 Português
Leia o texto para responder à questão.


Mulheres no choro


    Poucas coisas têm tanto a cara do Brasil quanto uma roda de choro. Uma das primeiras manifestações instrumentais da música popular brasileira, o gênero surgiu no final do século 19, no Rio de Janeiro, como uma expressão urbana, criada a partir da fusão de elementos e músicas estrangeiras, principalmente portuguesas e africanas. Ao se popularizar, o choro atravessou os séculos, multiplicou-se em rodas formadas por todo o país e segue presente. No último dia 29 de fevereiro, o choro foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do país, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

    Se, por um lado, é admirável que as tradições do choro venham sendo transmitidas de geração em geração, há quase 200 anos, por outro, desde meados de 1970, começou-se a se questionar certos costumes das rodas de choro. Um deles é a prevalência de músicos homens, o que torna esse um ambiente pouco convidativo para a participação e expressão de mulheres musicistas. Ainda que esse gênero tenha tido como uma das principais expoentes a pianista, maestrina e compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935), as mulheres tiveram que se esforçar para conquistar respeito e espaço como instrumentistas e compositoras.

    “A roda de choro sempre foi uma espécie de ‘clube do bolinha’. A presença feminina nesses ambientes chegou a ser rotulada como ‘auxiliar do marido’, ‘aspirante a cantora’, ‘tocadora de chocalho’ etc.”, relatou Anna Paes, cantora, violonista e pesquisadora.

   A própria biografia de Chiquinha Gonzaga retrata a luta feminina para conseguir reconhecimento na cena da música popular brasileira. Arrojada, e por isso considerada subversiva, a pianista enfrentou inúmeros desafios ao romper com um casamento – numa época em que ainda não existia divórcio –, e, com isso foi afastada de seus filhos e familiares. Chiquinha passou, então, a dar aulas de piano para sobreviver até se tornar a primeira pianista do choro.

  Foi somente na primeira metade do século 20, como relembra Anna Paes, que o crescimento do movimento feminista mundial e a gradual mudança de percepção sobre o papel da mulher na sociedade permitiram que outras artistas pudessem projetar seus nomes como profissionais do choro. Entre elas, destacaram-se Tia Amélia (1897-1983), Lina Pesce (1913-1995) e Carolina Cardoso de Menezes (1913-2000).


(Lígia Scalise. Revista E. Abril de 2024. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que a frase do texto foi reescrita em conformidade com a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q3497439 Português
Leia o texto para responder à questão.


Mulheres no choro


    Poucas coisas têm tanto a cara do Brasil quanto uma roda de choro. Uma das primeiras manifestações instrumentais da música popular brasileira, o gênero surgiu no final do século 19, no Rio de Janeiro, como uma expressão urbana, criada a partir da fusão de elementos e músicas estrangeiras, principalmente portuguesas e africanas. Ao se popularizar, o choro atravessou os séculos, multiplicou-se em rodas formadas por todo o país e segue presente. No último dia 29 de fevereiro, o choro foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do país, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

    Se, por um lado, é admirável que as tradições do choro venham sendo transmitidas de geração em geração, há quase 200 anos, por outro, desde meados de 1970, começou-se a se questionar certos costumes das rodas de choro. Um deles é a prevalência de músicos homens, o que torna esse um ambiente pouco convidativo para a participação e expressão de mulheres musicistas. Ainda que esse gênero tenha tido como uma das principais expoentes a pianista, maestrina e compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935), as mulheres tiveram que se esforçar para conquistar respeito e espaço como instrumentistas e compositoras.

    “A roda de choro sempre foi uma espécie de ‘clube do bolinha’. A presença feminina nesses ambientes chegou a ser rotulada como ‘auxiliar do marido’, ‘aspirante a cantora’, ‘tocadora de chocalho’ etc.”, relatou Anna Paes, cantora, violonista e pesquisadora.

   A própria biografia de Chiquinha Gonzaga retrata a luta feminina para conseguir reconhecimento na cena da música popular brasileira. Arrojada, e por isso considerada subversiva, a pianista enfrentou inúmeros desafios ao romper com um casamento – numa época em que ainda não existia divórcio –, e, com isso foi afastada de seus filhos e familiares. Chiquinha passou, então, a dar aulas de piano para sobreviver até se tornar a primeira pianista do choro.

  Foi somente na primeira metade do século 20, como relembra Anna Paes, que o crescimento do movimento feminista mundial e a gradual mudança de percepção sobre o papel da mulher na sociedade permitiram que outras artistas pudessem projetar seus nomes como profissionais do choro. Entre elas, destacaram-se Tia Amélia (1897-1983), Lina Pesce (1913-1995) e Carolina Cardoso de Menezes (1913-2000).


(Lígia Scalise. Revista E. Abril de 2024. Adaptado) 
No contexto em que foram empregadas, as palavras “prevalência” (2o parágrafo) e “subversiva” (4o parágrafo) têm como sinônimos, respectivamente,
Alternativas
Q3497440 Português
Leia o texto para responder à questão.


Mulheres no choro


    Poucas coisas têm tanto a cara do Brasil quanto uma roda de choro. Uma das primeiras manifestações instrumentais da música popular brasileira, o gênero surgiu no final do século 19, no Rio de Janeiro, como uma expressão urbana, criada a partir da fusão de elementos e músicas estrangeiras, principalmente portuguesas e africanas. Ao se popularizar, o choro atravessou os séculos, multiplicou-se em rodas formadas por todo o país e segue presente. No último dia 29 de fevereiro, o choro foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do país, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

    Se, por um lado, é admirável que as tradições do choro venham sendo transmitidas de geração em geração, há quase 200 anos, por outro, desde meados de 1970, começou-se a se questionar certos costumes das rodas de choro. Um deles é a prevalência de músicos homens, o que torna esse um ambiente pouco convidativo para a participação e expressão de mulheres musicistas. Ainda que esse gênero tenha tido como uma das principais expoentes a pianista, maestrina e compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935), as mulheres tiveram que se esforçar para conquistar respeito e espaço como instrumentistas e compositoras.

    “A roda de choro sempre foi uma espécie de ‘clube do bolinha’. A presença feminina nesses ambientes chegou a ser rotulada como ‘auxiliar do marido’, ‘aspirante a cantora’, ‘tocadora de chocalho’ etc.”, relatou Anna Paes, cantora, violonista e pesquisadora.

   A própria biografia de Chiquinha Gonzaga retrata a luta feminina para conseguir reconhecimento na cena da música popular brasileira. Arrojada, e por isso considerada subversiva, a pianista enfrentou inúmeros desafios ao romper com um casamento – numa época em que ainda não existia divórcio –, e, com isso foi afastada de seus filhos e familiares. Chiquinha passou, então, a dar aulas de piano para sobreviver até se tornar a primeira pianista do choro.

  Foi somente na primeira metade do século 20, como relembra Anna Paes, que o crescimento do movimento feminista mundial e a gradual mudança de percepção sobre o papel da mulher na sociedade permitiram que outras artistas pudessem projetar seus nomes como profissionais do choro. Entre elas, destacaram-se Tia Amélia (1897-1983), Lina Pesce (1913-1995) e Carolina Cardoso de Menezes (1913-2000).


(Lígia Scalise. Revista E. Abril de 2024. Adaptado) 
Considere a frase.

Ainda que esse gênero tenha tido como uma das principais expoentes a pianista, maestrina e compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935), as mulheres tiveram que se esforçar para conquistar respeito e espaço como instrumentistas e compositoras. (2o parágrafo)

As expressões destacadas introduzem, correta e respectivamente, os sentidos de
Alternativas
Q3497441 Português
Leia o texto para responder à questão.


Mulheres no choro


    Poucas coisas têm tanto a cara do Brasil quanto uma roda de choro. Uma das primeiras manifestações instrumentais da música popular brasileira, o gênero surgiu no final do século 19, no Rio de Janeiro, como uma expressão urbana, criada a partir da fusão de elementos e músicas estrangeiras, principalmente portuguesas e africanas. Ao se popularizar, o choro atravessou os séculos, multiplicou-se em rodas formadas por todo o país e segue presente. No último dia 29 de fevereiro, o choro foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do país, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

    Se, por um lado, é admirável que as tradições do choro venham sendo transmitidas de geração em geração, há quase 200 anos, por outro, desde meados de 1970, começou-se a se questionar certos costumes das rodas de choro. Um deles é a prevalência de músicos homens, o que torna esse um ambiente pouco convidativo para a participação e expressão de mulheres musicistas. Ainda que esse gênero tenha tido como uma das principais expoentes a pianista, maestrina e compositora Chiquinha Gonzaga (1847-1935), as mulheres tiveram que se esforçar para conquistar respeito e espaço como instrumentistas e compositoras.

    “A roda de choro sempre foi uma espécie de ‘clube do bolinha’. A presença feminina nesses ambientes chegou a ser rotulada como ‘auxiliar do marido’, ‘aspirante a cantora’, ‘tocadora de chocalho’ etc.”, relatou Anna Paes, cantora, violonista e pesquisadora.

   A própria biografia de Chiquinha Gonzaga retrata a luta feminina para conseguir reconhecimento na cena da música popular brasileira. Arrojada, e por isso considerada subversiva, a pianista enfrentou inúmeros desafios ao romper com um casamento – numa época em que ainda não existia divórcio –, e, com isso foi afastada de seus filhos e familiares. Chiquinha passou, então, a dar aulas de piano para sobreviver até se tornar a primeira pianista do choro.

  Foi somente na primeira metade do século 20, como relembra Anna Paes, que o crescimento do movimento feminista mundial e a gradual mudança de percepção sobre o papel da mulher na sociedade permitiram que outras artistas pudessem projetar seus nomes como profissionais do choro. Entre elas, destacaram-se Tia Amélia (1897-1983), Lina Pesce (1913-1995) e Carolina Cardoso de Menezes (1913-2000).


(Lígia Scalise. Revista E. Abril de 2024. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada pelo mesmo motivo que em “No último dia 29 de fevereiro, o choro foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do país...” (1o parágrafo).
Alternativas
Q3497442 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de regência.
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Q3497443 Matemática
Uma empresa comprou sacos de terra e sacos de adubo, no total de 18 sacos. Cada saco de terra custava R$ 20,00 e cada saco de adubo custava R$ 25,00. Sobre o valor total a ser pago nessa compra, foi dado um desconto de 5%, o que resultou no pagamento do valor de R$ 370,50. O número de sacos de adubo comprados foi 
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Q3497444 Matemática
Uma empresa comprou várias caixas dos produtos A, B, C e D. A tabela fornece algumas informações sobre o número de caixas compradas de cada produto e o valor unitário da caixa.

Imagem associada para resolução da questão

Considerando-se o número total de caixas compradas, cada caixa custou, na média, R$ 133,00. O valor gasto na compra das caixas do produto D foi
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Q3497445 Matemática
Um canteiro retangular ABCD com 8 m de largura por 10 m de comprimento foi dividido em 3 regiões, R1 , R2 e R3 , por 2 cercas: Imagem associada para resolução da questão , com os pontos E, F e G sobre os lados do canteiro ABCD, sendo Imagem associada para resolução da questão = 2 m, conforme mostra a figura.

Imagem associada para resolução da questão

Sabendo que a área da região R1 é 16 m2, o perímetro da região R2 é igual a



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Q3497446 Raciocínio Lógico
Em uma caixa há 15 envelopes, todos de mesmas dimensões, cada um deles contendo sementes para plantas. Desse total de envelopes, 3 contêm sementes para hortaliças e os demais contêm sementes para outros tipos de plantas. Se uma pessoa retirar aleatoriamente um envelope dessa caixa, a probabilidade de esse envelope não ser de semente para hortaliças é de 
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Q3497447 Raciocínio Lógico
Um assistente de jardinagem precisa realizar 4 tarefas: A, B, C e D, mas não há uma ordem específica para isso. Por exemplo, ele pode realizar as tarefas na seguinte ordem: B, C, A e D; ou pode realizar na ordem: A, C, D e B. Dessa forma, o número de maneiras diferentes dessas 4 tarefas serem ordenadas é 
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Q3497448 Direito Constitucional
Judite desenvolveu uma nova atividade artística, envolvendo luzes, sons, dança e água e gostaria de apresentá-la no Teatro X. Com base na situação hipotética e no disposto na Constituição Federal, é correto afirmar:
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Q3497449 Direito Constitucional
Considere que Josias, prefeito do Município X, criou distinções entre brasileiros ao determinar que apenas os cidadãos da referida cidade poderiam entrar nos parques municipais, recusou fé aos documentos públicos expedidos pelo Município Z, por considerar o prefeito de tal ente seu inimigo político e subvencionou a Igreja Mais Fé. Com base na situação hipotética e no disposto na Constituição Federal, é correto afirmar que Josias 
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Q3497450 Direito Constitucional
A respeito Da Ordem Social, assinale a alternativa que está de acordo com o disposto na Constituição Federal.
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Q3497451 Legislação Estadual
Hipoteticamente, já no final do período letivo, toda a turma resolveu faltar à aula de ciências políticas ministrada pelo Professor Ricardo, pois era no mesmo dia e horário da confraternização do final do ano. Com base na situação hipotética e no disposto no Regimento Geral da Unesp, é correto afirmar que
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Q3497452 Legislação Estadual
Considere que Flávia é membro do corpo técnico e administrativo da Unesp e, na data de hoje, ela praticou uma infração disciplinar. De acordo com o disposto no Regimento Geral da Unesp,
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Respostas
1: A
2: B
3: D
4: C
5: E
6: A
7: C
8: B
9: E
10: A
11: A
12: E
13: B
14: D
15: C
16: C
17: E
18: B
19: A
20: E