Questões de Concurso Público Prefeitura de Piracicaba - SP 2023 para Terapeuta Ocupacional

Foram encontradas 50 questões

Q3483914 Português

Leia a tira para responder à questão.



O efeito de humor da tira se reforça com 
Alternativas
Q3483915 Português

Leia a tira para responder à questão.



Considere as reescritas:

•  Sonhei que estava presa ao chão devido         alguma estranha força.
•          minha volta, pessoas se deslocavam pacatas pelo solo.
•  Eu era incapaz de me opor         humilhante condição.

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas dos enunciados devem ser preenchidas, respectivamente, com: 
Alternativas
Q3483916 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
De acordo com as informações apresentadas, conclui-se que o objetivo do texto é
Alternativas
Q3483917 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
Identifica-se enunciado elaborado exclusivamente com termos em sentido próprio na passagem: 
Alternativas
Q3483918 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
Considere as passagens do texto:

•  Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. (1o parágrafo)
•  Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. (2o parágrafo)
•  “Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!” (2o parágrafo)
•  Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. (5o parágrafo)

No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente: 
Alternativas
Q3483919 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
O emprego de vírgulas para separar termos em enumeração é constatado em:
Alternativas
Q3483920 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância verbal e de regência verbal.
Alternativas
Q3483921 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
A colocação pronominal atende à norma-padrão em: 
Alternativas
Q3483922 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
Considere as passagens do texto:

•  Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. (2o parágrafo)
•  “Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro.” (2o parágrafo)
•  Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. (3o parágrafo)
•  91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. (3o parágrafo) Nas orações destacadas, as conjunções estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de: 
Alternativas
Q3483923 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
A expressão destacada expressa circunstância de lugar em:
Alternativas
Q3483924 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Com a leitura do texto, conclui-se corretamente que o grave problema na assistência médica referido no título diz respeito
Alternativas
Q3483925 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Analisando a argumentação do articulista, conclui-se que ele se mostra contrário
Alternativas
Q3483926 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Considere as passagens:

•  ... e da escassez deles para além dos centros urbanos. (1º parágrafo)
•  Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias [...] daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. (4º parágrafo)

Os termos destacados têm como antônimos, correta e respectivamente, os termos:
Alternativas
Q3483927 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho destacado do enunciado expressa ideia de causa.
Alternativas
Q3483928 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Como ____ faltam estruturas educacionais e de treinamento, muitas instituições de ensino não estão aptas ____ oferecer uma educação de qualidade, havendo um incremento exponencial de “erro médico”, ____ prejuízos ____ sociedade tanto se fala.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3483929 Saúde Pública
Dois municípios de mesmo porte, A e B, apresentam razões de mortalidade materna bem diferentes, sendo a do município A maior que a do município B. Considerando essas informações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3483930 Saúde Pública
Uma usuária, Rita, de 35 anos, encontra-se em uma unidade básica de saúde (UBS), aguardando atendimento médico, agendado para as 10 horas. Ela percebe que duas pessoas que chegaram depois dela são atendidas antes: um senhor idoso, com aparência debilitada, e uma jovem, muito pálida, trazida por amigos. Ela se sente incomodada e se pergunta por qual razão aquelas pessoas estavam sendo atendidas antes dela, que tinha consulta agendada. Diante do exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3483931 Odontologia
Em relação à atenção à saúde bucal na atenção básica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3483932 Saúde Pública
Assinale a alternativa correta em relação à cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
Alternativas
Q3483933 Segurança e Saúde no Trabalho
Um trabalhador de uma empresa de grande porte do município de Piracicaba cai em uma grande máquina e é prensado nela, fato que resulta na morte imediata desse trabalhador. O sindicato dos trabalhadores requer imediatamente ao Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) uma investigação do acidente e acesso ao laudo final. Em face do exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: C
4: D
5: A
6: E
7: B
8: D
9: B
10: E
11: D
12: A
13: A
14: C
15: E
16: C
17: D
18: A
19: E
20: D