Questões de Concurso Público UFSC 2025 para Professor EBTT - Artes/Artes Visuais
Foram encontradas 30 questões
Coluna 1
I. Ligia Clark
II. Hélio Oiticica
III. Rosana Bortolin
IV. Abraham Palatnik
Coluna 2
( ) Organismos
( ) Objeto Cinético
( ) Cabeça Coletiva
( ) Parangolés
A
I. Georges Henri Luquet
II. Roda Kellog
III. Viktor Lowenfeld
IV. Rosa Iavelberg
B
( ) Realismo Fortuito, Realismo Fracassado, Realismo Intelectual, Realismo Virtual.
( ) Embasada na teoria da Gestalt, aponta estruturas de padrões no desenho infantil: Figuras, Proposição, Pictórico.
( ) Desenho Cultivado: Imaginação I, Imaginação II, Apropriação, Proposição.
( ) Garatuja, Garatuja nomeada, Pré-Esquema, Esquema, Etapa inicial do realismo, Pseudorrealismo, Etapa de decisão.
I. O desenvolvimento intelectual das crianças não prescinde das interações sociais e condições de vida do sujeito.
II. A atividade criadora da imaginação se encontra em relação direta com a riqueza e variedade de experiências acumuladas pelo homem.
III. São momentos do desenvolvimento do desenho infantil a representação esquemática, o sentimento da forma e da linha, a representação verossímil e a representação plástica.
IV. O desenho é entendido como forma de representação do mundo, ainda que desvinculado das interações sociais.
V. O desenho é entendido como forma de expressão do mundo, é produto da imaginação e criação.
I. Victor Lowenfeld analisa o desenvolvimento mental da criança em paralelo ao seu desenvolvimento criativo e aos estágios de seu desenvolvimento artístico.
II. Rhoda Kellog acredita na mediação com imagens externas, na influência positiva da cultura visual no desenvolvimento gráfico da criança e no princípio da boa forma segundo a Gestalt.
III. A Escola Tecnicista entende que a expressão das crianças é resultante da compreensão que elas têm de mundo e de seu desenvolvimento intelectual.
IV. A Escola Nova valoriza a autoexpressão da criança, sendo o professor o estimulador para que a criança possa explorar livremente materiais e criações.
V. Para Rudolf Arnheim, não há relação entre a idade e o estágio dos desenhos das crianças, as quais apreendem as estruturas globais/gestálticas das coisas.
“A docência na Educação Infantil é ainda, em grande parte, o terreno do improviso. Usa-se a ‘intuição feminina’, muitas vezes ligada a um pressuposto instinto materno, que faria parte de uma ‘essência’ característica de todas as mulheres. Cuidar, trocar fraldas, velar o sono, alimentar, deixar brincar à vontade fazem parte da rotina diária das escolas infantis. A arte infantil nem sempre é entendida ou se destina um espaço privilegiado para ela. Ou melhor, justamente pela ansiedade em entender ou descobrir a ‘verdade’ dos desenhos infantis é que há pouco espaço para eles” (LOPONTE, Luciana Grupelli. Arte e Metáforas Contemporâneas para Pensar Infância e Educação. Revista Brasileira de Educação, v.13, n.37, jan./abr. Rio de Janeiro, 2008).
Coluna 1
I. Ensino
II. Pesquisa
III. Extensão
Coluna 2
( ) Promove a ampliação do espaço da universidade em direção à sociedade.
( ) É a possibilidade de investigar a relação das crianças com as produções artísticas, bem como seu processo de aprendizado e desenvolvimento afetivo, cognitivo e motor mediante os processos de ensino.
( ) Relaciona-se com as possibilidades de desenvolvimento de processos educativos na sociedade, estágios curriculares supervisionados, desenvolvimento de práticas formativas para professores da rede pública de ensino, desenvolvimento de oficinas de arte para crianças da rede pública, relacionamento e desenvolvimento de propostas conjuntas com crianças de comunidades indígenas e do campo.
( ) É aquilo que envolve tanto a aprendizagem da arte enquanto produção cultural e produção de conhecimento quanto a apropriação do conteúdo de arte historicamente produzido.
( ) Consiste na produção de novos conhecimentos que retornam para a sociedade, baseados em problemas emergentes a partir de situações e repertórios particulares das crianças envolvidas.
I. O ensino de Artes Visuais e outras áreas, em creches para crianças de até três anos, está dispensado da presença de profissional da Educação Especial, devendo iniciar na etapa da préescola, com as crianças de quatro a cinco anos de idade.
II. Um dos primeiros marcos políticos em relação à educação das pessoas com deficiência foi previsto na Constituição Federal de 1988.
III. Em 2008, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva propõe que seja garantida a Transversalidade da Educação Especial desde a Educação Infantil até a Educação Superior.
IV.Entre tantos avanços na implementação das políticas públicas para a Educação Especial no Brasil, na etapa da Educação Infantil, ainda não é reconhecida legalmente a necessidade da presença de profissional da Educação Especial.
V. O princípio inclusivo básico, que se articula com todos os demais inerentes à proposta curricular do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI), volta-se a todos os alunos matriculados na instituição, não só aos alunos com deficiência.