Questões de Concurso Público Prefeitura de Tauá - CE 2024 para Diretor de Escola

Foram encontradas 40 questões

Q3975243 Português
O QUE É APOROFOBIA?

Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam. De maneira muito amorosa, acolhe, alimenta e cuida daqueles cuja vida não tem sido nada generosa. Padre Júlio é inspiração num Brasil que acaba de retornar ao mapa da fome e os direitos humanos seguem sendo, fortemente, violados. O padre tem chamado a atenção e nos primeiros dias de fevereiro de 2021 protagonizou um ato simbólico, com marretadas arrancou as pedras que a prefeitura de São Paulo havia colocado embaixo de um viaduto para impedir que moradores de rua ocupassem o espaço. A velha e conhecida “arquitetura da exclusão”.

Em três atos — as pedras, as marretadas e as flores — Padre Júlio nos ensinou que mesmo cansado é preciso seguir em frente, ser resiliente, se manter indignado com a opressão e ser exemplo concreto de uma prática social que busque o bem da coletividade. Depois que as imagens das marretadas viralizaram na rede, me deparei com muitas outras situações que provam que as pedras daquele viaduto não são únicas e isoladas. Elas fazem parte de estratégias políticas que buscam esconder aqueles que são considerados indesejáveis para sociedade. O que os olhos não veem, o coração não sente!

A prática de manter os pobres longe dos olhos tem larga tradição no país e o ódio em relação aos despossuídos agora tem nome — aporofobia. O termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina traduz uma patologia social que se manifesta na aversão a alguém que é percebido como diferente. Em grego, a palavra á-poros significa “sem recursos”, portanto, o termo significa “rejeição ou aversão aos pobres”.

O preconceito e o ódio de classe não são invenções modernas, fazem parte da nossa história e foram gestados numa sociedade em que o racismo e a desigualdade são componentes estruturais e permanentes, por isso é imprescindível nos engajarmos em práticas combativas que visem erradicar a pobreza e não eliminar os pobres. Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!

Antiella Carrijo Ramos https://www.neca.org.br/o-que-eaporofobia-confira-a-materia-escrita-por-nossa-associadaantiella-carrijo/noticias/
O objetivo do texto é: 
Alternativas
Q3975244 Português
O QUE É APOROFOBIA?

Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam. De maneira muito amorosa, acolhe, alimenta e cuida daqueles cuja vida não tem sido nada generosa. Padre Júlio é inspiração num Brasil que acaba de retornar ao mapa da fome e os direitos humanos seguem sendo, fortemente, violados. O padre tem chamado a atenção e nos primeiros dias de fevereiro de 2021 protagonizou um ato simbólico, com marretadas arrancou as pedras que a prefeitura de São Paulo havia colocado embaixo de um viaduto para impedir que moradores de rua ocupassem o espaço. A velha e conhecida “arquitetura da exclusão”.

Em três atos — as pedras, as marretadas e as flores — Padre Júlio nos ensinou que mesmo cansado é preciso seguir em frente, ser resiliente, se manter indignado com a opressão e ser exemplo concreto de uma prática social que busque o bem da coletividade. Depois que as imagens das marretadas viralizaram na rede, me deparei com muitas outras situações que provam que as pedras daquele viaduto não são únicas e isoladas. Elas fazem parte de estratégias políticas que buscam esconder aqueles que são considerados indesejáveis para sociedade. O que os olhos não veem, o coração não sente!

A prática de manter os pobres longe dos olhos tem larga tradição no país e o ódio em relação aos despossuídos agora tem nome — aporofobia. O termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina traduz uma patologia social que se manifesta na aversão a alguém que é percebido como diferente. Em grego, a palavra á-poros significa “sem recursos”, portanto, o termo significa “rejeição ou aversão aos pobres”.

O preconceito e o ódio de classe não são invenções modernas, fazem parte da nossa história e foram gestados numa sociedade em que o racismo e a desigualdade são componentes estruturais e permanentes, por isso é imprescindível nos engajarmos em práticas combativas que visem erradicar a pobreza e não eliminar os pobres. Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!

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A autora compara a ação do padre a três atos: “as pedras, as marretadas e as flores”. Esses atos podem ser compreendidos como:
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Q3975245 Português
O QUE É APOROFOBIA?

Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam. De maneira muito amorosa, acolhe, alimenta e cuida daqueles cuja vida não tem sido nada generosa. Padre Júlio é inspiração num Brasil que acaba de retornar ao mapa da fome e os direitos humanos seguem sendo, fortemente, violados. O padre tem chamado a atenção e nos primeiros dias de fevereiro de 2021 protagonizou um ato simbólico, com marretadas arrancou as pedras que a prefeitura de São Paulo havia colocado embaixo de um viaduto para impedir que moradores de rua ocupassem o espaço. A velha e conhecida “arquitetura da exclusão”.

Em três atos — as pedras, as marretadas e as flores — Padre Júlio nos ensinou que mesmo cansado é preciso seguir em frente, ser resiliente, se manter indignado com a opressão e ser exemplo concreto de uma prática social que busque o bem da coletividade. Depois que as imagens das marretadas viralizaram na rede, me deparei com muitas outras situações que provam que as pedras daquele viaduto não são únicas e isoladas. Elas fazem parte de estratégias políticas que buscam esconder aqueles que são considerados indesejáveis para sociedade. O que os olhos não veem, o coração não sente!

A prática de manter os pobres longe dos olhos tem larga tradição no país e o ódio em relação aos despossuídos agora tem nome — aporofobia. O termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina traduz uma patologia social que se manifesta na aversão a alguém que é percebido como diferente. Em grego, a palavra á-poros significa “sem recursos”, portanto, o termo significa “rejeição ou aversão aos pobres”.

O preconceito e o ódio de classe não são invenções modernas, fazem parte da nossa história e foram gestados numa sociedade em que o racismo e a desigualdade são componentes estruturais e permanentes, por isso é imprescindível nos engajarmos em práticas combativas que visem erradicar a pobreza e não eliminar os pobres. Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!

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Os termos e expressões algumas vezes, podem fazer referências a outras situações dentro do texto. A seguir, encontram elencadas algumas referências à “aporofobia”. Exceto:
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Q3975246 Português
O QUE É APOROFOBIA?

Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam. De maneira muito amorosa, acolhe, alimenta e cuida daqueles cuja vida não tem sido nada generosa. Padre Júlio é inspiração num Brasil que acaba de retornar ao mapa da fome e os direitos humanos seguem sendo, fortemente, violados. O padre tem chamado a atenção e nos primeiros dias de fevereiro de 2021 protagonizou um ato simbólico, com marretadas arrancou as pedras que a prefeitura de São Paulo havia colocado embaixo de um viaduto para impedir que moradores de rua ocupassem o espaço. A velha e conhecida “arquitetura da exclusão”.

Em três atos — as pedras, as marretadas e as flores — Padre Júlio nos ensinou que mesmo cansado é preciso seguir em frente, ser resiliente, se manter indignado com a opressão e ser exemplo concreto de uma prática social que busque o bem da coletividade. Depois que as imagens das marretadas viralizaram na rede, me deparei com muitas outras situações que provam que as pedras daquele viaduto não são únicas e isoladas. Elas fazem parte de estratégias políticas que buscam esconder aqueles que são considerados indesejáveis para sociedade. O que os olhos não veem, o coração não sente!

A prática de manter os pobres longe dos olhos tem larga tradição no país e o ódio em relação aos despossuídos agora tem nome — aporofobia. O termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina traduz uma patologia social que se manifesta na aversão a alguém que é percebido como diferente. Em grego, a palavra á-poros significa “sem recursos”, portanto, o termo significa “rejeição ou aversão aos pobres”.

O preconceito e o ódio de classe não são invenções modernas, fazem parte da nossa história e foram gestados numa sociedade em que o racismo e a desigualdade são componentes estruturais e permanentes, por isso é imprescindível nos engajarmos em práticas combativas que visem erradicar a pobreza e não eliminar os pobres. Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!

Antiella Carrijo Ramos https://www.neca.org.br/o-que-eaporofobia-confira-a-materia-escrita-por-nossa-associadaantiella-carrijo/noticias/
No trecho: “Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam”, o termo em destaque pode ser substituído sem prejuízo de sentido por:
Alternativas
Q3975247 Português
O QUE É APOROFOBIA?

Não é de hoje que observo o trabalho social desenvolvido pelo Padre Júlio Lancellotti, com a população em situação de rua na maior cidade do país. Mas foram os tempos pandêmicos que me fizeram prestar atenção na luta travada por ele, cotidianamente, para servir os que necessitam. De maneira muito amorosa, acolhe, alimenta e cuida daqueles cuja vida não tem sido nada generosa. Padre Júlio é inspiração num Brasil que acaba de retornar ao mapa da fome e os direitos humanos seguem sendo, fortemente, violados. O padre tem chamado a atenção e nos primeiros dias de fevereiro de 2021 protagonizou um ato simbólico, com marretadas arrancou as pedras que a prefeitura de São Paulo havia colocado embaixo de um viaduto para impedir que moradores de rua ocupassem o espaço. A velha e conhecida “arquitetura da exclusão”.

Em três atos — as pedras, as marretadas e as flores — Padre Júlio nos ensinou que mesmo cansado é preciso seguir em frente, ser resiliente, se manter indignado com a opressão e ser exemplo concreto de uma prática social que busque o bem da coletividade. Depois que as imagens das marretadas viralizaram na rede, me deparei com muitas outras situações que provam que as pedras daquele viaduto não são únicas e isoladas. Elas fazem parte de estratégias políticas que buscam esconder aqueles que são considerados indesejáveis para sociedade. O que os olhos não veem, o coração não sente!

A prática de manter os pobres longe dos olhos tem larga tradição no país e o ódio em relação aos despossuídos agora tem nome — aporofobia. O termo criado pela filósofa espanhola Adela Cortina traduz uma patologia social que se manifesta na aversão a alguém que é percebido como diferente. Em grego, a palavra á-poros significa “sem recursos”, portanto, o termo significa “rejeição ou aversão aos pobres”.

O preconceito e o ódio de classe não são invenções modernas, fazem parte da nossa história e foram gestados numa sociedade em que o racismo e a desigualdade são componentes estruturais e permanentes, por isso é imprescindível nos engajarmos em práticas combativas que visem erradicar a pobreza e não eliminar os pobres. Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!

Antiella Carrijo Ramos https://www.neca.org.br/o-que-eaporofobia-confira-a-materia-escrita-por-nossa-associadaantiella-carrijo/noticias/
No trecho: “Porque os olhos podem até não os ver, mas eles existem e os bons corações sentem!”, o termo destacado apresenta o sentido de:
Alternativas
Q3975248 Português
A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar (…)
A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranquila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor”

(Disponível em: https://www.vagalume.com.br/vinicius-demoraes/a-felicidade.html , acesso em 17 de janeiro de 2024)

Conforme o texto acima, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3975249 Português
Analise o texto, a seguir, e marque a alternativa correta.
“ Tô feito mato, desejando a chuva Madrugada fria, esperando o Sol Tô tão carente feito um prisioneiro.” (Eu sem você, Paula Fernandes)
Alternativas
Q3975250 Português
A cigarra e a formiga

A cigarra passou o verão cantando, enquanto a formiga juntava seus grãos. Quando chegou o inverno, a cigarra veio à casa da formiga para pedir que lhe desse o que comer. A formiga então perguntou a ela: — E o que é que você fez durante todo o verão? — Durante o verão eu cantei — disse a cigarra. E a formiga respondeu: — Muito bem, pois agora dance!

(Esopo)
O gênero textual acima é:
Alternativas
Q3975251 Português
A cigarra e a formiga

A cigarra passou o verão cantando, enquanto a formiga juntava seus grãos. Quando chegou o inverno, a cigarra veio à casa da formiga para pedir que lhe desse o que comer. A formiga então perguntou a ela: — E o que é que você fez durante todo o verão? — Durante o verão eu cantei — disse a cigarra. E a formiga respondeu: — Muito bem, pois agora dance!

(Esopo)
Acerca do texto 4, podemos afirmar que a moral da história é:
Alternativas
Q3975252 Português
(Disponível em https://br.pinterest.com/pin/479844535279846995/)

Sobre os tipos de linguagem, é possível identificar que o texto 5 apresenta:
Alternativas
Q3975253 Português
(Disponível em https://br.pinterest.com/pin/479844535279846995/)

A tipologia do anúncio publicitário do texto 5 é: 
Alternativas
Q3975254 Estatística
(Disponível em https://br.pinterest.com/pin/479844535279846995/)

O gráfico, a seguir, apresenta informações sobre o número total de reclamações recebidas pelo SAC de uma empresa provedora de internet, em determinado dia, das 8 horas às 18 horas, horário de funcionamento desse SAC.
Imagem associada para resolução da questão
Com base nas informações contidas no gráfico, é correto afirmar que nesse dia:
Alternativas
Q3975255 Português
Os impactos ambientais.

“Impactos ambientais são ações que promovem a mudança das características físicas dos elementos da natureza. Eles são causados especialmente pela ação humana no espaço geográfico. Há diferentes tipos de impacto ambiental, que, no geral, estão ligados a causas externas, como o desenvolvimento das atividades produtivas. As queimadas e os desmatamentos são exemplos de impactos ambientais causados pelo homem.

A contaminação dos diversos recursos naturais é uma das consequências dos impactos ambientais. Há diversas medidas que podem ser tomadas para a diminuição da interferência humana no meio ambiente. O Brasil registra diversos impactos ambientais associados às atividades econômicas, como a agropecuária e a mineração”.

(Disponível em https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/impactosambientais.htm, acesso 19/01/2024). 
Conforme o texto 6, a principal causa dos impactos ambientais é: 
Alternativas
Q3975256 Português
Os impactos ambientais.

“Impactos ambientais são ações que promovem a mudança das características físicas dos elementos da natureza. Eles são causados especialmente pela ação humana no espaço geográfico. Há diferentes tipos de impacto ambiental, que, no geral, estão ligados a causas externas, como o desenvolvimento das atividades produtivas. As queimadas e os desmatamentos são exemplos de impactos ambientais causados pelo homem.

A contaminação dos diversos recursos naturais é uma das consequências dos impactos ambientais. Há diversas medidas que podem ser tomadas para a diminuição da interferência humana no meio ambiente. O Brasil registra diversos impactos ambientais associados às atividades econômicas, como a agropecuária e a mineração”.

(Disponível em https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/impactosambientais.htm, acesso 19/01/2024). 
Observe a tirinha e responda.
Imagem associada para resolução da questão (Disponível em https://web.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a.488 361671209144/3451284111583537/?type=3&theater&_rdc=1&_rdr, acesso 19/01/2024).

A única alternativa falsa em relação à tirinha é:
Alternativas
Q3975257 Português
Os impactos ambientais.

“Impactos ambientais são ações que promovem a mudança das características físicas dos elementos da natureza. Eles são causados especialmente pela ação humana no espaço geográfico. Há diferentes tipos de impacto ambiental, que, no geral, estão ligados a causas externas, como o desenvolvimento das atividades produtivas. As queimadas e os desmatamentos são exemplos de impactos ambientais causados pelo homem.

A contaminação dos diversos recursos naturais é uma das consequências dos impactos ambientais. Há diversas medidas que podem ser tomadas para a diminuição da interferência humana no meio ambiente. O Brasil registra diversos impactos ambientais associados às atividades econômicas, como a agropecuária e a mineração”.

(Disponível em https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/impactosambientais.htm, acesso 19/01/2024). 
Leia o trecho da música “Dias de luta, dias de glória”, da Banda Charlie Brown Jr e responda:
Eu sou feliz e rodo pelo mundo Sou correria, mas também sou vagabundo Mas hoje dou valor de verdade pra minha saúde pra minha liberdade Que bom te encontrar nessa cidade Esse brilho intenso me lembra vocÊ História, nossas histórias Dias de luta, dias de glória (...)
A palavra rodo, sublinhada no texto, pode ser substituída, sem alteração de sentido, por: 
Alternativas
Q3975258 Pedagogia
A busca por uma sociedade livre e democrática deve começar na vivência e discussão proporcionada pela escola. A gestão democrática começa com a inclusão de alunos, professores, família e funcionários. Cabe à escola permitir o acesso do homem à cultura acumulada, no decorrer da história, para que ele também possa contribuir para esse processo de construção de crenças, valores e saberes. É dever da Gestão da Escola e seus atores:
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Q3975259 Pedagogia
É o plano global da instituição. Pode ser entendido como a sistematização, nunca definitiva, de um processo de planejamento participativo, que se aperfeiçoa e se objetiva na caminhada, que define claramente o tipo de ação educativa que se quer realizar, a partir de um posicionamento quanto à sua intencionalidade e de uma leitura da realidade. Trata-se de um importante caminho para a construção da identidade da instituição. É um instrumento teórico-metodológico para a transformação da realidade. (VASCONCELOS, 2004, p. 17). A definição, acima, pode ser melhor atribuída ao:
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Q3975260 Pedagogia
Um dos papéis dos gestores e pedagogos é acompanhar os indicadores e metas escolares, sendo um dos mais importantes no contexto brasileiro o SAEB - Sistema de Avaliação da Educação Básica. Esse sistema de avaliação corresponde a:
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Q3975261 Pedagogia
Os recursos destinados ao desenvolvimento da educação nacional são oriundos de diferentes fontes da esfera municipal, estadual e federal: seja por meio de transferência direta ou de caráter suplementar. Por mais que esses recursos adentrem a instituição escolar, por intermédio das secretarias de educação, é importante que todos os profissionais da instituição se engajem na discussão e na tomada de decisão acerca do destino do orçamento, uma vez que ele intenciona o pleno funcionamento da instituição, a partir da oferta do ensino e do desenvolvimento da aprendizagem escolar.
Na educação brasileira, dentre os meios de financiamento, podemos citar:

I – O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
II – Os programas de suplementação oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
III – O Salário Educação.
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Q3975262 Pedagogia
Um dos maiores desafios da escola, continua sendo o aprendizado político e organizacional em relação à sua gestão, que deve ser construída no coletivo das pessoas que fazem a instituição. Nesse sentido, caracteriza um desafio da gestão democrática:
Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: D
4: A
5: A
6: A
7: B
8: C
9: D
10: C
11: A
12: A
13: A
14: B
15: C
16: D
17: C
18: A
19: D
20: A