Questões de Concurso Público SESC-DF 2018 para Professor - Informática Educativa
Foram encontradas 50 questões
Texto para as questões de 1 a 7.
1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é
determinada por nosso sistema bioquímico, então a única
maneira de assegurar um contentamento duradouro é
4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento
econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:
para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos
7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que
começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta
anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo
10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o
bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da
população toma remédios psiquiátricos regularmente, não
13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas
também para enfrentar depressões mais corriqueiras e
melancolias ocasionais.
16 Um número crescente de crianças em idade escolar
toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de
crianças americanas tomaram medicamentos para o
19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino
Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para
786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar
22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente
saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o
desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e
25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o
problema está no sistema educacional, e não nas crianças.
Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e
28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser
atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes
lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez
31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É
interessante observar como esses argumentos evoluíram.
Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há
34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã‐Bretanha
vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se
opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há
37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder
melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,
pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que
40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.
Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma
breve história do amanhã. São Paulo: Companhia
das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso se substituísse
Texto para as questões de 1 a 7.
1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é
determinada por nosso sistema bioquímico, então a única
maneira de assegurar um contentamento duradouro é
4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento
econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:
para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos
7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que
começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta
anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo
10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o
bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da
população toma remédios psiquiátricos regularmente, não
13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas
também para enfrentar depressões mais corriqueiras e
melancolias ocasionais.
16 Um número crescente de crianças em idade escolar
toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de
crianças americanas tomaram medicamentos para o
19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino
Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para
786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar
22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente
saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o
desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e
25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o
problema está no sistema educacional, e não nas crianças.
Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e
28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser
atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes
lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez
31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É
interessante observar como esses argumentos evoluíram.
Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há
34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã‐Bretanha
vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se
opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há
37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder
melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,
pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que
40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.
Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma
breve história do amanhã. São Paulo: Companhia
das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).
O texto constitui uma proposta de reflexão crítica acerca
Texto para as questões de 1 a 7.
1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é
determinada por nosso sistema bioquímico, então a única
maneira de assegurar um contentamento duradouro é
4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento
econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:
para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos
7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que
começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta
anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo
10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o
bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da
população toma remédios psiquiátricos regularmente, não
13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas
também para enfrentar depressões mais corriqueiras e
melancolias ocasionais.
16 Um número crescente de crianças em idade escolar
toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de
crianças americanas tomaram medicamentos para o
19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino
Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para
786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar
22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente
saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o
desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e
25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o
problema está no sistema educacional, e não nas crianças.
Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e
28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser
atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes
lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez
31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É
interessante observar como esses argumentos evoluíram.
Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há
34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã‐Bretanha
vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se
opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há
37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder
melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,
pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que
40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.
Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma
breve história do amanhã. São Paulo: Companhia
das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).
Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula justifica‐se por separar elementos em enumeração.
Texto para as questões de 1 a 7.
1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é
determinada por nosso sistema bioquímico, então a única
maneira de assegurar um contentamento duradouro é
4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento
econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:
para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos
7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que
começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta
anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo
10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o
bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da
população toma remédios psiquiátricos regularmente, não
13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas
também para enfrentar depressões mais corriqueiras e
melancolias ocasionais.
16 Um número crescente de crianças em idade escolar
toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de
crianças americanas tomaram medicamentos para o
19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino
Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para
786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar
22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente
saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o
desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e
25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o
problema está no sistema educacional, e não nas crianças.
Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e
28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser
atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes
lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez
31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É
interessante observar como esses argumentos evoluíram.
Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há
34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã‐Bretanha
vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se
opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há
37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder
melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,
pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que
40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.
Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma
breve história do amanhã. São Paulo: Companhia
das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).
Assinale a alternativa correta em relação a aspectos linguísticos do texto.
Texto para as questões de 1 a 7.
1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é
determinada por nosso sistema bioquímico, então a única
maneira de assegurar um contentamento duradouro é
4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento
econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:
para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos
7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que
começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta
anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo
10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o
bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da
população toma remédios psiquiátricos regularmente, não
13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas
também para enfrentar depressões mais corriqueiras e
melancolias ocasionais.
16 Um número crescente de crianças em idade escolar
toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de
crianças americanas tomaram medicamentos para o
19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino
Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para
786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar
22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente
saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o
desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e
25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o
problema está no sistema educacional, e não nas crianças.
Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e
28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser
atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes
lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez
31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É
interessante observar como esses argumentos evoluíram.
Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há
34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã‐Bretanha
vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se
opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há
37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder
melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,
pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que
40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.
Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma
breve história do amanhã. São Paulo: Companhia
das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).
Assinale a alternativa em que é apresentada proposta de reescrita gramaticalmente correta e coerente para o seguinte segmento do texto: “Cinquenta anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado.” (linhas de 8 a 10).
Texto para as questões de 1 a 7.
1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é
determinada por nosso sistema bioquímico, então a única
maneira de assegurar um contentamento duradouro é
4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento
econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:
para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos
7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que
começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta
anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo
10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o
bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da
população toma remédios psiquiátricos regularmente, não
13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas
também para enfrentar depressões mais corriqueiras e
melancolias ocasionais.
16 Um número crescente de crianças em idade escolar
toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de
crianças americanas tomaram medicamentos para o
19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino
Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para
786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar
22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente
saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o
desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e
25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o
problema está no sistema educacional, e não nas crianças.
Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e
28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser
atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes
lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez
31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É
interessante observar como esses argumentos evoluíram.
Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há
34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã‐Bretanha
vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se
opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há
37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder
melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,
pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que
40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.
Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma
breve história do amanhã. São Paulo: Companhia
das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).
Assinale a alternativa em que, no trecho destacado do texto, a oração subordinada expressa circunstância de finalidade em relação à oração a que se subordina.
Texto para as questões de 1 a 7.
1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é
determinada por nosso sistema bioquímico, então a única
maneira de assegurar um contentamento duradouro é
4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento
econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:
para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos
7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que
começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta
anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo
10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o
bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da
população toma remédios psiquiátricos regularmente, não
13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas
também para enfrentar depressões mais corriqueiras e
melancolias ocasionais.
16 Um número crescente de crianças em idade escolar
toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de
crianças americanas tomaram medicamentos para o
19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino
Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para
786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar
22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente
saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o
desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e
25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o
problema está no sistema educacional, e não nas crianças.
Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e
28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser
atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes
lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez
31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É
interessante observar como esses argumentos evoluíram.
Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há
34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã‐Bretanha
vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se
opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há
37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder
melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,
pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que
40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.
Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma
breve história do amanhã. São Paulo: Companhia
das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).
Considerando os mecanismos de coesão no texto, assinale a alternativa em que há correta correspondência entre o termo ou expressão destacados e o respectivo elemento de referência.
A educação brasileira é direito público subjetivo do cidadão, dever do Estado, de oferta obrigatória e gratuita, e apresenta etapa compulsória de matrícula de crianças em unidade escolar. Em 2006, a etapa compulsória foi ampliada pela Lei n.º 11.274/2006, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), concedendo ainda um prazo para sua implantação pelos sistemas de ensino. Com relação à ampliação da etapa compulsória, julgue os itens a seguir.
I A Lei n.º 11.274/2006 incorporou a educação infantil ao ensino fundamental, ampliando a duração dessa etapa.
II O ensino fundamental foi ampliado para nove anos em 2006, com a alteração da LDB, passando a ter início aos seis anos de idade.
III A etapa compulsória foi fixada pela Constituição Federal, que estabelece o ensino fundamental como etapa obrigatória e gratuita para todos os cidadãos.
Assinale a alternativa correta.
O psicólogo russo Lev Vygotsky trouxe importantes contribuições à compreensão dos processos cognitivos e de aprendizagem, entre as quais a teoria sociointeracionista. Sob o enfoque dessa teoria, pode‐se considerar que o bom ensino é o que se adianta ao desenvolvimento e, nele,
O projeto político‐pedagógico é a articulação das intenções, das prioridades e dos caminhos a serem trilhados para a realização da
O multiculturalismo é um movimento de reivindicação dos grupos sociais marginalizados. É um desejo de que sua cultura seja reconhecida e representada no âmbito da cultura nacional. Os currículos multiculturais, além de darem espaço aos mais diversos grupos culturais, fazem uma crítica ao pensamento marxista, que apontava a dinâmica de classe como única no processo de reprodução das desigualdades sociais. Acerca do multiculturalismo, é correto afirmar que
Para além de uma planificação, o currículo é também a prática em que se estabelece o diálogo entre os agentes sociais, os técnicos, as famílias, os professores e os alunos. Determinado pelo contexto, o currículo adquire diferentes sentidos conforme os diversos protagonistas. Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta os tipos de currículo.
Para Paulo Freire, a tolerância não é um favor que gente superior faz a gente inferior ou concessão que gente bondosa e caridosa faz a gente carente. Em uma perspectiva crítica da educação, a tolerância é
O Plano Nacional de Educação aponta os muitos desafios da educação brasileira contemporânea, entre os quais a superação das desigualdades, a formação para o trabalho e para a cidadania e a promoção do respeito aos direitos humanos e à diversidade. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta a responsabilidade da educação escolar.
Assinale a alternativa que apresenta o item que, de acordo com Libâneo (2013), destacando a instrução e o ensino como elementos primordiais do processo pedagógico escolar, traduz objetivos sociais e políticos em objetivos de ensino, seleciona e organiza os conteúdos e métodos e, ao mesmo tempo, estabelece as conexões entre ensino e aprendizagem.
Nas questões que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração‐padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram‐se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá‐la, acionando‐a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
A figura acima representa parte da tela de edição do programa Microsoft Excel 2016. Considerando que as colunas D e E estejam selecionadas, o usuário realizou um clique, com o botão direito do mouse, sobre a área selecionada e, em seguida, selecionou a opção Inserir. Com base nessa situação hipotética, a ação do usuário resultará na
Nas questões que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração‐padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram‐se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá‐la, acionando‐a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
No Windows 8.1, a opção Painel de Controle pode ser acessada por meio da barra de charms (charms bar). Para ter acesso a essa opção, o usuário deverá clicar em
Nas questões que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração‐padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram‐se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá‐la, acionando‐a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
O recurso do Google Chrome que permite ao usuário fechar, de um modo forçado, uma janela ou guia que não esteja funcionando é conhecido como
Nas questões que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração‐padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram‐se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá‐la, acionando‐a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Na área de segurança da informação, o mecanismo inteligente que é capaz de detectar tentativas de invasões em tempo real, um ataque de SYN flooding ou a ação de um port scanner é o
Criado em 1946, o Serviço Social do Comércio (Sesc) é uma