Questões de Concurso Público Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS 2026 para Técnico de Enfermagem

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Q4378060 Português
Por que Nordeste é a região do Brasil com mais risco de terremoto


    Há um certo alívio no Brasil com a ideia de que o país está protegido de terremotos, por estar localizado no centro de uma placa tectônica, quando estes fenômenos acontecem com mais frequência em áreas de encontros de placas.

    Mas há uma região brasileira mais propensa aos abalos sísmicos do que as demais: o Nordeste. Isso acontece devido a uma particularidade da crosta terrestre sob boa parte dos Estados nordestinos.

    Para explicar por que a espessura da crosta é mais fina na chamada Província Borborema, nome do bloco rochoso que forma parte significativa do Nordeste brasileiro, especialistas se valem de uma metáfora: é como um queijo derretido que, puxado, vai ficando mais fininho, mais ralo no meio.

    Sob o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, a crosta terrestre tem de 30 a 35 quilômetros de espessura — em alguns pontos, até menos do que isso. É mais fina do que a média mundial, que passa dos 40 quilômetros, chegando a 70 quilômetros na região do Himalaia. Na região dos oceanos, são cerca de 10 quilômetros.

    Acredita-se que isso tenha origem no período Cretáceo, entre 136 milhões e 65 milhões de anos atrás. Como os blocos que formam os continentes estão em movimento sobre o manto (camada da Terra localizada entre a crosta e o núcleo), o que conhecemos hoje como a África e a América do Sul se separaram naquela época.

    Exatamente nessa região onde hoje está o Nordeste, a crosta teria se esticado um pouco mais do que o restante, em um processo de acomodação das placas.

    O resultado foi esse adelgaçamento atípico. "É o chamado efeito de estiramento", explica o engenheiro de estruturas Marcelo Bianco, professor na Universidade de São Paulo (USP) — ele chegou a estudar a crosta da região em pesquisas que realizou na Universidade de Weimar, na Alemanha, onde realizou seu mestrado e doutorado.

    "É uma região que sofreu o processo de estiramento com a abertura do [Oceano] Atlântico [na formação dos continentes]", diz o geofísico Aderson Farias do Nascimento, professor na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). "Em regiões assim, muitas vezes há o acúmulo, com facilidade, de forças que podem desencadear terremotos."

Fonte: BBC. Adaptado.
O texto utiliza a comparação entre a crosta terrestre e um queijo derretido sendo puxado. Essa comparação tem a finalidade de:
Alternativas
Q4378061 Português
Por que Nordeste é a região do Brasil com mais risco de terremoto


    Há um certo alívio no Brasil com a ideia de que o país está protegido de terremotos, por estar localizado no centro de uma placa tectônica, quando estes fenômenos acontecem com mais frequência em áreas de encontros de placas.

    Mas há uma região brasileira mais propensa aos abalos sísmicos do que as demais: o Nordeste. Isso acontece devido a uma particularidade da crosta terrestre sob boa parte dos Estados nordestinos.

    Para explicar por que a espessura da crosta é mais fina na chamada Província Borborema, nome do bloco rochoso que forma parte significativa do Nordeste brasileiro, especialistas se valem de uma metáfora: é como um queijo derretido que, puxado, vai ficando mais fininho, mais ralo no meio.

    Sob o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, a crosta terrestre tem de 30 a 35 quilômetros de espessura — em alguns pontos, até menos do que isso. É mais fina do que a média mundial, que passa dos 40 quilômetros, chegando a 70 quilômetros na região do Himalaia. Na região dos oceanos, são cerca de 10 quilômetros.

    Acredita-se que isso tenha origem no período Cretáceo, entre 136 milhões e 65 milhões de anos atrás. Como os blocos que formam os continentes estão em movimento sobre o manto (camada da Terra localizada entre a crosta e o núcleo), o que conhecemos hoje como a África e a América do Sul se separaram naquela época.

    Exatamente nessa região onde hoje está o Nordeste, a crosta teria se esticado um pouco mais do que o restante, em um processo de acomodação das placas.

    O resultado foi esse adelgaçamento atípico. "É o chamado efeito de estiramento", explica o engenheiro de estruturas Marcelo Bianco, professor na Universidade de São Paulo (USP) — ele chegou a estudar a crosta da região em pesquisas que realizou na Universidade de Weimar, na Alemanha, onde realizou seu mestrado e doutorado.

    "É uma região que sofreu o processo de estiramento com a abertura do [Oceano] Atlântico [na formação dos continentes]", diz o geofísico Aderson Farias do Nascimento, professor na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). "Em regiões assim, muitas vezes há o acúmulo, com facilidade, de forças que podem desencadear terremotos."

Fonte: BBC. Adaptado.
Considerando a frase “É uma região que sofreu o processo de estiramento com a abertura do [Oceano] Atlântico [...]" (8º parágrafo), assinalar a alternativa que apresenta um sinônimo de “estiramento”.
Alternativas
Q4378062 Português
Por que Nordeste é a região do Brasil com mais risco de terremoto


    Há um certo alívio no Brasil com a ideia de que o país está protegido de terremotos, por estar localizado no centro de uma placa tectônica, quando estes fenômenos acontecem com mais frequência em áreas de encontros de placas.

    Mas há uma região brasileira mais propensa aos abalos sísmicos do que as demais: o Nordeste. Isso acontece devido a uma particularidade da crosta terrestre sob boa parte dos Estados nordestinos.

    Para explicar por que a espessura da crosta é mais fina na chamada Província Borborema, nome do bloco rochoso que forma parte significativa do Nordeste brasileiro, especialistas se valem de uma metáfora: é como um queijo derretido que, puxado, vai ficando mais fininho, mais ralo no meio.

    Sob o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas, a crosta terrestre tem de 30 a 35 quilômetros de espessura — em alguns pontos, até menos do que isso. É mais fina do que a média mundial, que passa dos 40 quilômetros, chegando a 70 quilômetros na região do Himalaia. Na região dos oceanos, são cerca de 10 quilômetros.

    Acredita-se que isso tenha origem no período Cretáceo, entre 136 milhões e 65 milhões de anos atrás. Como os blocos que formam os continentes estão em movimento sobre o manto (camada da Terra localizada entre a crosta e o núcleo), o que conhecemos hoje como a África e a América do Sul se separaram naquela época.

    Exatamente nessa região onde hoje está o Nordeste, a crosta teria se esticado um pouco mais do que o restante, em um processo de acomodação das placas.

    O resultado foi esse adelgaçamento atípico. "É o chamado efeito de estiramento", explica o engenheiro de estruturas Marcelo Bianco, professor na Universidade de São Paulo (USP) — ele chegou a estudar a crosta da região em pesquisas que realizou na Universidade de Weimar, na Alemanha, onde realizou seu mestrado e doutorado.

    "É uma região que sofreu o processo de estiramento com a abertura do [Oceano] Atlântico [na formação dos continentes]", diz o geofísico Aderson Farias do Nascimento, professor na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). "Em regiões assim, muitas vezes há o acúmulo, com facilidade, de forças que podem desencadear terremotos."

Fonte: BBC. Adaptado.
Em "Mas há uma região brasileira mais propensa aos abalos sísmicos do que as demais." (2º parágrafo), a palavra “mais”, nesse contexto, é classificada como:
Alternativas
Q4378063 Português
Assinalar a alternativa em que a palavra destacada é um adjetivo.
Alternativas
Q4378064 Português
Assinalar a alternativa que aponta CORRETAMENTE entre parênteses o tipo de sujeito da frase. 
Alternativas
Q4378065 Português
De acordo com as normas de regência nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Odiar é antônimo a amar.
( ) Faremos uma peregrinação para o Vaticano.
( ) O meu destino é paralelo ao teu. 
Alternativas
Q4378066 Português
Considerando os encontros vocálicos, assinalar a alternativa que apresenta um ditongo e um tritongo, respectivamente.
Alternativas
Q4378067 Português
Na frase “Trouxe um documento para o diretor”, a palavra “para” é classificada como: 
Alternativas
Q4378068 Português
Considerando os processos de formação de palavras, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Prefixo.
(2) Sufixo.

( ) Arcebispo.
( ) Infeliz.
( ) Professor.
( ) Dezena. 
Alternativas
Q4378069 Português
A respeito da divisão silábica das palavras, analisar os itens.

I. Gra - tu - i - to.
II. Subs - ti - tu - to.
III. Ad - mi - tir.
IV. Nú - pcias.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: B
4: C
5: A
6: B
7: C
8: A
9: A
10: B