Questões de Concurso Público Prefeitura de Bela Vista de Goiás - GO 2018 para Técnico em Imobilização Ortopédicas

Foram encontradas 30 questões

Q4376864 Português
Leia o texto para responder a questão.


Quem não acredita em Papai Noel?

CONTARDO CALLIGARIS


NO SÁBADO, foi o primeiro aniversário de Gabriela, filha de amigos meus. Ela estava radiante, num vestido que, pela cor vermelha, contribuía ao tema da festa: o Natal. Havia um Papai Noel no seu trenó, em tamanho natural, e a casa do Papai Noel no polo Norte, com o elfo ajudante diante da porta e muita neve no teto. Havia também duas renas voadoras, que não reconheci, mas nenhuma delas era Rudolfo (que, como se sabe, tem nariz vermelho). Concordo com a escolha dos pais de Gabriela: como primeira história na qual acreditar, a de Papai Noel é imbatível – embora ela tenha vários inimigos. 1) Há os que dizem que Papai Noel não passa de um vendedor de shopping center ou de um animador de loja de departamento, inventado para que, nesta época do ano, compremos um monte de futilidades. Penso diferente. Vi muitas crianças ponderando e escrevendo suas cartas de Natal ou, então, esperando, na fila, para sussurrar seus sonhos no ouvido do próprio Papai Noel. O importante não era que elas conseguissem o que pediam, mas que elas manifestassem suas vontades, tivessem a coragem de querer.

No Natal, aliás, o presente é quase supérfluo. Nestes dias, não há como jantar num restaurante sem assistir à entrega das surpresas de um amigo secreto. Cada um desembrulha, finge encantamento e ergue seu presente para a foto: é um troca-troca de objetos sem uso que acabarão no fundo de uma gaveta ou serão passados adiante, quem sabe no Natal do ano que vem. O presente pode ser qualquer coisa porque, em muitos casos, seu valor é o mesmo dos ursos de pelúcia que abraçamos no sono, ao longo da infância: ele serve como lembrança saudosa de quem nos presenteou e, ao mesmo tempo, substitui o presenteador de maneira que possamos dispensar sua presença. Só para ilustrar a complexidade de pedidos e presentes, mais um exemplo. Francisco, aos cinco anos, num dia de novembro, quis ditar sua carta ao Papai Noel; ele não queria presente algum naquele ano, preferia que o Papai Noel pensasse nas crianças que não têm nada. [...]. 
Na defesa de sua tese, o autor faz uso de:
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Q4376865 Português
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Quem não acredita em Papai Noel?

CONTARDO CALLIGARIS


NO SÁBADO, foi o primeiro aniversário de Gabriela, filha de amigos meus. Ela estava radiante, num vestido que, pela cor vermelha, contribuía ao tema da festa: o Natal. Havia um Papai Noel no seu trenó, em tamanho natural, e a casa do Papai Noel no polo Norte, com o elfo ajudante diante da porta e muita neve no teto. Havia também duas renas voadoras, que não reconheci, mas nenhuma delas era Rudolfo (que, como se sabe, tem nariz vermelho). Concordo com a escolha dos pais de Gabriela: como primeira história na qual acreditar, a de Papai Noel é imbatível – embora ela tenha vários inimigos. 1) Há os que dizem que Papai Noel não passa de um vendedor de shopping center ou de um animador de loja de departamento, inventado para que, nesta época do ano, compremos um monte de futilidades. Penso diferente. Vi muitas crianças ponderando e escrevendo suas cartas de Natal ou, então, esperando, na fila, para sussurrar seus sonhos no ouvido do próprio Papai Noel. O importante não era que elas conseguissem o que pediam, mas que elas manifestassem suas vontades, tivessem a coragem de querer.

No Natal, aliás, o presente é quase supérfluo. Nestes dias, não há como jantar num restaurante sem assistir à entrega das surpresas de um amigo secreto. Cada um desembrulha, finge encantamento e ergue seu presente para a foto: é um troca-troca de objetos sem uso que acabarão no fundo de uma gaveta ou serão passados adiante, quem sabe no Natal do ano que vem. O presente pode ser qualquer coisa porque, em muitos casos, seu valor é o mesmo dos ursos de pelúcia que abraçamos no sono, ao longo da infância: ele serve como lembrança saudosa de quem nos presenteou e, ao mesmo tempo, substitui o presenteador de maneira que possamos dispensar sua presença. Só para ilustrar a complexidade de pedidos e presentes, mais um exemplo. Francisco, aos cinco anos, num dia de novembro, quis ditar sua carta ao Papai Noel; ele não queria presente algum naquele ano, preferia que o Papai Noel pensasse nas crianças que não têm nada. [...]. 
Nesse texto há a predominância da tipologia: 
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Q4376866 Português
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Quem não acredita em Papai Noel?

CONTARDO CALLIGARIS


NO SÁBADO, foi o primeiro aniversário de Gabriela, filha de amigos meus. Ela estava radiante, num vestido que, pela cor vermelha, contribuía ao tema da festa: o Natal. Havia um Papai Noel no seu trenó, em tamanho natural, e a casa do Papai Noel no polo Norte, com o elfo ajudante diante da porta e muita neve no teto. Havia também duas renas voadoras, que não reconheci, mas nenhuma delas era Rudolfo (que, como se sabe, tem nariz vermelho). Concordo com a escolha dos pais de Gabriela: como primeira história na qual acreditar, a de Papai Noel é imbatível – embora ela tenha vários inimigos. 1) Há os que dizem que Papai Noel não passa de um vendedor de shopping center ou de um animador de loja de departamento, inventado para que, nesta época do ano, compremos um monte de futilidades. Penso diferente. Vi muitas crianças ponderando e escrevendo suas cartas de Natal ou, então, esperando, na fila, para sussurrar seus sonhos no ouvido do próprio Papai Noel. O importante não era que elas conseguissem o que pediam, mas que elas manifestassem suas vontades, tivessem a coragem de querer.

No Natal, aliás, o presente é quase supérfluo. Nestes dias, não há como jantar num restaurante sem assistir à entrega das surpresas de um amigo secreto. Cada um desembrulha, finge encantamento e ergue seu presente para a foto: é um troca-troca de objetos sem uso que acabarão no fundo de uma gaveta ou serão passados adiante, quem sabe no Natal do ano que vem. O presente pode ser qualquer coisa porque, em muitos casos, seu valor é o mesmo dos ursos de pelúcia que abraçamos no sono, ao longo da infância: ele serve como lembrança saudosa de quem nos presenteou e, ao mesmo tempo, substitui o presenteador de maneira que possamos dispensar sua presença. Só para ilustrar a complexidade de pedidos e presentes, mais um exemplo. Francisco, aos cinco anos, num dia de novembro, quis ditar sua carta ao Papai Noel; ele não queria presente algum naquele ano, preferia que o Papai Noel pensasse nas crianças que não têm nada. [...]. 
No trecho: “Vi muitas crianças ponderando e escrevendo suas cartas de Natal ou, então, esperando, na fila, para sussurrar seus sonhos no ouvido do próprio Papai Noel.” O termo ou estabelece uma ideia coesiva no texto de:  
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Q4376867 Português
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Quem não acredita em Papai Noel?

CONTARDO CALLIGARIS


NO SÁBADO, foi o primeiro aniversário de Gabriela, filha de amigos meus. Ela estava radiante, num vestido que, pela cor vermelha, contribuía ao tema da festa: o Natal. Havia um Papai Noel no seu trenó, em tamanho natural, e a casa do Papai Noel no polo Norte, com o elfo ajudante diante da porta e muita neve no teto. Havia também duas renas voadoras, que não reconheci, mas nenhuma delas era Rudolfo (que, como se sabe, tem nariz vermelho). Concordo com a escolha dos pais de Gabriela: como primeira história na qual acreditar, a de Papai Noel é imbatível – embora ela tenha vários inimigos. 1) Há os que dizem que Papai Noel não passa de um vendedor de shopping center ou de um animador de loja de departamento, inventado para que, nesta época do ano, compremos um monte de futilidades. Penso diferente. Vi muitas crianças ponderando e escrevendo suas cartas de Natal ou, então, esperando, na fila, para sussurrar seus sonhos no ouvido do próprio Papai Noel. O importante não era que elas conseguissem o que pediam, mas que elas manifestassem suas vontades, tivessem a coragem de querer.

No Natal, aliás, o presente é quase supérfluo. Nestes dias, não há como jantar num restaurante sem assistir à entrega das surpresas de um amigo secreto. Cada um desembrulha, finge encantamento e ergue seu presente para a foto: é um troca-troca de objetos sem uso que acabarão no fundo de uma gaveta ou serão passados adiante, quem sabe no Natal do ano que vem. O presente pode ser qualquer coisa porque, em muitos casos, seu valor é o mesmo dos ursos de pelúcia que abraçamos no sono, ao longo da infância: ele serve como lembrança saudosa de quem nos presenteou e, ao mesmo tempo, substitui o presenteador de maneira que possamos dispensar sua presença. Só para ilustrar a complexidade de pedidos e presentes, mais um exemplo. Francisco, aos cinco anos, num dia de novembro, quis ditar sua carta ao Papai Noel; ele não queria presente algum naquele ano, preferia que o Papai Noel pensasse nas crianças que não têm nada. [...]. 
No fragmento: “NO SÁBADO, foi o primeiro aniversário de Gabriela, filha de amigos meus.” O termo da oração NO SÁBADO, é um: 
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Q4376868 Português
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Quem não acredita em Papai Noel?

CONTARDO CALLIGARIS


NO SÁBADO, foi o primeiro aniversário de Gabriela, filha de amigos meus. Ela estava radiante, num vestido que, pela cor vermelha, contribuía ao tema da festa: o Natal. Havia um Papai Noel no seu trenó, em tamanho natural, e a casa do Papai Noel no polo Norte, com o elfo ajudante diante da porta e muita neve no teto. Havia também duas renas voadoras, que não reconheci, mas nenhuma delas era Rudolfo (que, como se sabe, tem nariz vermelho). Concordo com a escolha dos pais de Gabriela: como primeira história na qual acreditar, a de Papai Noel é imbatível – embora ela tenha vários inimigos. 1) Há os que dizem que Papai Noel não passa de um vendedor de shopping center ou de um animador de loja de departamento, inventado para que, nesta época do ano, compremos um monte de futilidades. Penso diferente. Vi muitas crianças ponderando e escrevendo suas cartas de Natal ou, então, esperando, na fila, para sussurrar seus sonhos no ouvido do próprio Papai Noel. O importante não era que elas conseguissem o que pediam, mas que elas manifestassem suas vontades, tivessem a coragem de querer.

No Natal, aliás, o presente é quase supérfluo. Nestes dias, não há como jantar num restaurante sem assistir à entrega das surpresas de um amigo secreto. Cada um desembrulha, finge encantamento e ergue seu presente para a foto: é um troca-troca de objetos sem uso que acabarão no fundo de uma gaveta ou serão passados adiante, quem sabe no Natal do ano que vem. O presente pode ser qualquer coisa porque, em muitos casos, seu valor é o mesmo dos ursos de pelúcia que abraçamos no sono, ao longo da infância: ele serve como lembrança saudosa de quem nos presenteou e, ao mesmo tempo, substitui o presenteador de maneira que possamos dispensar sua presença. Só para ilustrar a complexidade de pedidos e presentes, mais um exemplo. Francisco, aos cinco anos, num dia de novembro, quis ditar sua carta ao Papai Noel; ele não queria presente algum naquele ano, preferia que o Papai Noel pensasse nas crianças que não têm nada. [...]. 
No trecho: “Vi muitas crianças ponderando e escrevendo suas cartas de Natal...” Os verbos ‘ponderando/escrevendo’ estão no: 
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Q4376869 Português
Marque a alternativa que apresenta uma oração coordenada assindética.
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Q4376870 Português
Marque a alternativa em que a concordância verbal está correta. 
Alternativas
Q4376871 Português
Qual alternativa preenche as lacunas corretamente.
Segue ________ uma cópia do texto encaminhado pela ________ escritora que tenta imitar Cecília Meireles, usando as ________ escritas em rimas. 
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Q4376872 Português
Leia o texto para responder a questão.


Vício na fala

Oswald de Andrade

Para dizerem milho dizem mio

Para melhor dizem mió

Para pior pió

Para telha dizem teia

Para telhado dizem teiado

E vão fazendo telhados.
Nesse texto as palavras: "mio" / "mió" / "pió" / "teia" / "teiado" contribuem para 
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Q4376873 Português
Na conhecida expressão: “Chega de blá-blá-blá-blá!” A figura de linguagem é uma:
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Q4376874 Matemática Financeira
A parcela de um veículo no valor de R$ 658,00, que deveria ser paga em certa data, foi paga 5 dias depois, sendo cobrado sobre esse valor, juros simples de 1,5% a.d.
O valor pago por essa parcela desse veículo foi de 
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Q4376875 Matemática
Paula comprou 300g de presunto e pagou R$ 6,57. No outro dia ela comprou 500 g do mesmo presunto no mesmo lugar.Quanto Paula pagou por esse presunto? 
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Q4376876 Matemática
Uma guitarra no valor de R$ 3.060,00 foi comprada da seguinte maneira, entrada de R$ 600,00 e o restante dividido em seis parcelas iguais. O valor de cada parcela é igual a 
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Q4376877 Matemática
O produto entre a soma de um número e 4 com a diferença desse número e 2 é igual a 72.
Quem são esses números? 
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Q4376878 Matemática
Em uma horta existe um canteiro de pés de alface, sendo que esses pés estão distantes um do outro25 cm. Ao lado existe outro canteiro, desta vez com plantação de pés de couve, o qual distam um do outro40 cm. Sabe-se que o primeiro pé de alface foi plantado ao lado do primeiro pé de couve, no início de cada um dos dois canteiros.

Quantos centímetros depois terá pela primeira vez um pé de alface ao lado de um de couve? 
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Q4376879 Matemática
Uma criança nasceu com 3,850 kg e após 6 meses ela engordou 2190 g. Devido a uma gripe, essa criança perdeu 0,950 kg.
Qual é o “peso” atual dessa criança?
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Q4376880 Matemática
O reservatório de água de um edifício estava completamente cheio, porém sofreu um vazamento e teve uma perda do volume total de 1/8   no primeiro dia. Sabe-se também que o consumo diário de água desse edifício é igual a 2/5  do volume total do reservatório. No segundo dia, não houve consumo por parte dos moradores, porém mesmo fechando o registro para o conserto, vazaram mais 1/10  do volume total desse reservatório. Após o conserto, quanto sobrou do volume total de água desse reservatório? 
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Q4376881 Matemática
Maria foi à papelaria e comprou três caixas de lápis de cor a R$ 5,28 cada caixa, dois tubos de cola a R$ 3,89 a unidade, cinco cadernos a R$ 6,98 a unidade e um kit contendo dez lápis de escrever a R$ 8,78.Por pagar à vista, Maria teve 10% de desconto no valor de sua compra.Qual o valor que Maria pagou pelas compras? 
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Q4376882 Matemática
Um dentista, em seu consultório odontológico, atendia 25 pessoas todos os dias. Na recepção de seu consultório é servido água e todos os dias eram gastos 40 L. Devido a uma viagem, esse dentista que trabalhava 8 horas por dia, passou a trabalhar mais 1 hora por dia e assim atenderia mais 3 pessoas por dia. Seguindo essa proporção, quanto de água a mais, por dia, foram consumidos pelos pacientes desse consultório? 
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Q4376883 Matemática
A turma de formaturade medicina tem um comitê de formatura composta por 16 alunos,10 mulheres e 6 homens.
Qual a razão de homens para mulheres desse comitê? 
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Respostas
1: A
2: D
3: D
4: D
5: A
6: D
7: A
8: B
9: A
10: D
11: B
12: A
13: C
14: D
15: B
16: A
17: D
18: D
19: C
20: B