Questões de Concurso Público Prefeitura de Vargeão - SC 2026 para Servente

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Q3867171 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Ao afirmar que “viver no limite não é coragem nem intensidade”, o autor sugere que esse modo de vida corresponde a 
Alternativas
Q3867172 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No desenvolvimento do texto, a aproximação entre figuras mitológicas e personagens do cotidiano permite compreender que o autor entende a mitologia como: 
Alternativas
Q3867173 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

A expressão “o meio termo não interessa”, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao contexto, por: 
Alternativas
Q3867174 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Qual das alternativas a seguir apresenta separação silábica INCORRETA de vocábulos do texto?  
Alternativas
Q3867175 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Viver no limite 


    Assisti a um filme clássico sobre mitologia. Deuses, castigos eternos, excessos divinos. Tudo parecia distante, quase decorativo, até deixar de ser. Bastaram algumas cenas para que Sísifo e Dionísio começassem a se parecer perigosamente com pessoas conhecidas. A mitologia explica muito, sobretudo quando fingimos que é apenas sobre deuses antigos e não sobre o cotidiano mais imediato.


    Sísifo reaparece todos os dias. Empurra tarefas, compromissos, obrigações, reuniões que poderiam ser e-mails. Empurra sabendo que tudo volta ao ponto inicial. Dionísio também está entre nós: vibrante, falante, urgente. Pergunta e responde, ocupa o espaço inteiro, transforma qualquer conversa em espetáculo. Ambos vivem no limite e, de alguma forma, parecem exemplares.


    Vivem no limite porque o meio termo não interessa. A pausa incomoda. O silêncio soa como falha. É preciso estar sempre fazendo, dizendo, reagindo. Quem para parece improdutivo; quem escuta demais vira suspeito. No convívio, essas pessoas cansam mais do que percebem. Perturbam o entorno sem notar, falam como se o mundo estivesse sempre à espera de opinião. Para elas, isso talvez tenha virado virtude social, como se viver exigisse sempre o excesso.


    Os de Sísifo seguem outro roteiro. Trabalham, cumprem, repetem. Empurram dias com eficiência e um cansaço que já nem chama atenção. Não reclamam muito o que ajuda a manter tudo em ordem. Vivem no limite do esgotamento.


    E os de Dionísio? Os que ardem e explodem, iluminam qualquer sala com a própria presença, aqueles que vivem no limite da vivacidade extrema, do prazer ou do caos, onde estão? Onde ficaram?


    O paradoxal é que esses extremos convivem bem: um transborda, o outro suporta; um vê excesso onde há paixão, o outro vê desgaste onde há responsabilidade. O mundo gira nessa acomodação polida e chama isso de costume.


    Penso que, no fundo, viver no limite não é coragem nem intensidade. É uma forma eficiente de não parar para pensar. O excesso ocupa o lugar da dúvida; a repetição, o da escolha. Tudo anda, tudo funciona, tudo parece sob controle até que alguém cansa, adoece ou simplesmente some da cena.


    Talvez por isso a mitologia siga tão atual. Não porque fale do passado, mas porque descreve com precisão esse hábito persistente de transformar condenação em rotina e viver como se isso fosse normal.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Considerando sua acentuação, a palavra espetáculo é classificada como: 
Alternativas
Q3867176 Matemática
Em um prédio público, um servente utilizou 360 sacos de lixo durante a semana. Na segunda-feira foram usados 85 sacos e, na terça-feira, 115 sacos. O restante dos sacos foi utilizado igualmente nos 4 dias seguintes. A quantidade de sacos de lixo utilizada em cada um desses 4 dias foi: 
Alternativas
Q3867177 Matemática
Durante a limpeza de um corredor, um servente utilizou uma mangueira com 12 metros de comprimento, mas precisou cortar 3 metros para ajustá-la ao local. No mesmo serviço, foram utilizados 10 kg de produto de limpeza, distribuídos igualmente em 5 baldes. O comprimento final da mangueira e a quantidade de produto colocada em cada balde foram, respectivamente: 
Alternativas
Q3867178 Matemática
Em uma escola, um corredor possui 18 metros de comprimento. Para a limpeza do local, foram utilizados 3 carrinhos, cada um com 4 kg de material. O trabalho iniciou às 8h20 e foi concluído às 10h05. O comprimento do corredor, a quantidade total de material utilizada e o tempo total gasto, em minutos, foram, respectivamente: 
Alternativas
Q3867179 Matemática
Para a reposição de materiais de limpeza, um servente recebeu R$ 150,00. Desse valor, foram gastos R$ 36,75 na compra de produtos de higiene e R$ 45,60 na aquisição de utensílios. O valor restante foi dividido igualmente entre 3 setores para pequenas despesas. O valor destinado a cada setor foi: 
Alternativas
Q3867180 Matemática
Em um prédio público, um servente utilizou 200 litros de produto de limpeza armazenados no depósito. Ao final do mês, verificou-se que 35% desse total haviam sido consumidos. Depois disso, foram repostos 40 litros do produto. A quantidade de produto existente no depósito após o consumo e a reposição foi: 
Alternativas
Q3867181 Legislação Municipal
No exercício de suas atividades, o servente atua diretamente na conservação de espaços públicos, como ruas, praças e prédios municipais, integrando serviços que dependem de planejamento e organização da administração local. À luz da Lei Orgânica, que define as competências privativas municipais, assinale a alternativa que indica uma atribuição que cabe exclusivamente ao Município no âmbito desses serviços públicos locais. 
Alternativas
Q3867182 Direito Constitucional

A Lei Orgânica do Município prevê atribuições que são exercidas de forma compartilhada entre o Município, a União e o Estado, envolvendo áreas sociais, ambientais, culturais e institucionais. Considerando essas competências comuns, analise as assertivas a seguir.



I. Cuidar da saúde e da assistência pública, incluindo a proteção e a garantia das pessoas com deficiência.


II. Proteger o meio ambiente e atuar no combate à poluição em suas diversas formas.


III. Elaborar normas gerais relacionadas ao direito penal e processual aplicáveis no território nacional.



Está(ão) CORRETA(S): 

Alternativas
Q3867183 Direito Administrativo
A Lei Orgânica estabelece limites à atuação do Município, definindo condutas que não podem ser praticadas pela administração pública municipal, com o objetivo de preservar a legalidade, a igualdade entre os cidadãos e o interesse público. À luz dessas vedações, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3867184 Direito Administrativo
A Lei Orgânica do Município estabelece princípios e regras que devem ser observados pela administração pública direta, indireta ou fundacional, no âmbito dos Poderes municipais. Considerando essas disposições, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867185 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
Em serviços de saúde, os ambientes são classificados conforme o risco de transmissão de infecções e o tipo de atividade realizada, o que orienta os cuidados necessários com a limpeza e a organização dos espaços. Com base nessa classificação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867186 Conhecimentos de Serviços Gerais

A escolha do tipo de limpeza e do método empregado influencia diretamente a higiene, a segurança e a conservação dos ambientes, considerando a criticidade das áreas e a finalidade do procedimento. Nesse sentido, analise as assertivas a seguir.



I. A limpeza concorrente é realizada diariamente e tem como finalidade manter o asseio do ambiente, incluindo a limpeza de pisos, superfícies e a reposição de materiais de consumo.


II. A limpeza terminal é realizada periodicamente, conforme cronograma pré-estabelecido, abrangendo todas as superfícies e mobiliários, com o objetivo de reduzir a sujidade e a população microbiana.


III. A limpeza seca é indicada para áreas internas cobertas, sendo preferencial à limpeza úmida por apresentar maior eficiência na remoção de sujidades aderidas.



Está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q3867187 Segurança e Saúde no Trabalho
As atividades de limpeza em ambientes institucionais seguem rotinas padronizadas que envolvem preparo do material, uso correto de equipamentos de proteção e execução ordenada das etapas, de modo a garantir higiene, segurança e eficiência. Considerando os procedimentos de espanação, varrição úmida, lavagem e limpeza de superfícies, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867188 Engenharia Ambiental e Sanitária

Na coleta seletiva, a separação correta dos resíduos é feita por meio de cores padronizadas; assim, papel e papelão devem ser descartados no recipiente de cor ________, plásticos no de cor ________, vidros no de cor ________ e resíduos orgânicos no de cor ________.


Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?

Alternativas
Q3867189 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma Regulamentadora nº 5 estabelece regras para a constituição, a composição e o funcionamento da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) nas organizações. Considerando essas disposições, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3867190 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma Regulamentadora nº 1 estabelece deveres que cabem ao empregador no que se refere à segurança e à saúde no trabalho. Considerando essas disposições, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Respostas
1: B
2: A
3: C
4: A
5: C
6: B
7: A
8: B
9: C
10: D
11: A
12: B
13: D
14: A
15: C
16: B
17: A
18: D
19: A
20: D