Questões de Concurso Público CISBAF - RJ 2025 para Farmacêutico

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Q3439028 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
Assinale a alternativa que contradiz as informações apresentadas no texto. 
Alternativas
Q3439029 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
No título “Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios”, a palavra “prescindir” tem o significado de: 
Alternativas
Q3439030 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
Em “A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto.” (9º§), o conectivo “mas” estabelece uma relação de oposição entre “A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde” e “toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto”. Assinale a reescrita do trecho que mantém o sentido inicial.
Alternativas
Q3439031 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
Assinale a alternativa em que as vírgulas foram empregadas para separar oração explicativa. 
Alternativas
Q3439032 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
“É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes.” (6º§). Considere o trecho anterior e assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3439033 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
“É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.” (8º§). Morfologicamente, as palavras destacadas são classificadas como:
Alternativas
Q3439034 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
Analise as afirmativas e assinale a correta.
Alternativas
Q3439035 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
Em relação à tipologia textual, é correto afirmar que o texto é: 
Alternativas
Q3439036 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
“Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.” (4º§). Quanto à transitividade dos verbos destacados, assinale a alternativa correta.
Alternativas
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Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
“Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade.” (9º§). Sobre a oração condicional, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3439038 Noções de Informática
Em um documento do Microsoft Word (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil), para contar as palavras apenas de um trecho selecionado, torna-se necessário: 
Alternativas
Q3439039 Noções de Informática
Considere a tabela a seguir, elaborada no Microsoft Excel (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil): 

Imagem associada para resolução da questão


Para calcular em B4 a soma dos valores de B1 até B3, e em B5 a média, deve-se utilizar a seguinte fórmula: 
Alternativas
Q3439040 Redes de Computadores
Em um ambiente corporativo moderno, a eficiência no acesso e na manipulação de recursos digitais é um pilar para a produtividade e a segurança das operações. Um profissional com nível superior, ao lidar com a arquitetura de sistemas e a navegação em plataformas on-line, frequentemente se depara com conceitos que regem a forma como os dados são localizados e transferidos na internet. Considerando o processo de acesso a recursos na internet, qual das seguintes alternativas descreve corretamente um elemento técnico e sua função essencial para a navegação e a interação com conteúdo on-line?
Alternativas
Q3439041 Noções de Informática
Se um programa no Windows travar e não responder, o atalho Ctrl + Shift + Esc servirá para: 
Alternativas
Q3439042 Noções de Informática
Considerando que João deseja calcular a média entre os valores contidos nas células B1 e B2 no Microsoft Excel 365 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil), analise as afirmativas a seguir.

I. A fórmula =MÉDIA(B1:B2) pode ser utilizada para retornar a média aritmética entre os dois valores.
II. A fórmula =SOMA(B1:B2)/2 também retorna à média aritmética corretamente.
III. A fórmula =(B1+B2)/2 resulta na média aritmética dos valores de B1 e B2.
IV.A fórmula =MÉDIA(B1;B2) é válida e equivalente à média entre as células, embora o uso de dois-pontos (:) seja obrigatório para definir os intervalos de intervalos.

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3439043 Direito Sanitário
Sobre as disposições do Decreto nº 7.508/2011, que regulamenta a Lei nº 8.080/1990, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3439044 Direito Administrativo
O município de Itaguaí, integrante do CISBAF, deseja ampliar o número de unidades de atendimento de média complexidade com recursos próprios. Para tanto, pretende firmar contrato diretamente com o Consórcio, que realizará a execução dos serviços. Considerando a legislação aplicável aos consórcios públicos, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3439045 Direito Sanitário
Durante uma capacitação sobre a organização dos sistemas de saúde no Brasil, um servidor afirma que a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) se deu por meio da Lei nº 8.080/1990, que estruturou, pela primeira vez, a assistência pública à saúde no país, sendo um marco inicial da garantia do direito à saúde para todos os cidadãos. Considerando os marcos históricos e normativos da organização da saúde pública no Brasil, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3439046 Direito Administrativo
Durante uma reunião do Conselho Municipal de Saúde de Duque de Caxias, um conselheiro propôs deliberar sobre a contratação de novos servidores para o hospital municipal, alegando autonomia decisória do Conselho. Com base na Resolução CNS nº 453/2012, considerando a conduta adequada, é correto afirmar que o Conselho:
Alternativas
Q3439047 Saúde Pública
Em um município da Baixada Fluminense, a equipe de gestão em saúde está elaborando o Plano Municipal de Saúde com base em indicadores epidemiológicos, dados de mortalidade e informações sobre os procedimentos ambulatoriais realizados. Para isso, foram utilizados sistemas como SIM, SIA/SUS e e-SUS AB. Com base nesse contexto e nos sistemas de informação utilizados no SUS, assinale, a seguir, a principal função de um desses sistemas.
Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: C
4: B
5: C
6: C
7: B
8: D
9: C
10: D
11: B
12: B
13: D
14: D
15: D
16: D
17: D
18: B
19: D
20: C