Questões de Concurso Público Prefeitura de Divinópolis - MG 2024 para Professor de Música - Violino

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Q3081684 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Eu recomeço


Aposte na sua capacidade de dar a volta por cima e recomece.

Não se baseie na dificuldade e nem fique achando isso ou aquilo.

Antes, aposte na certeza de que você pode e merece ser feliz.

Se te usaram, use a inteligência e conquiste.

Se te abandonaram, use a experiência para mostrar o que perderam.

Se te faltou força na subida, olha logo ali uma descida.


Se te faltou fé na romaria, acenda a sua velinha e ore de novo.

Se faltou amor, encha-se dele para valorizar-se de verdade.

Pois só quem se ama pode retribuir o amor que vai receber.

Só quem se valoriza vai devolver o valor que as pessoas merecem.

E, quem está no fundo do poço, tem mais um motivo para subir, pois não há mais para onde descer.

Acredite em você!


(Paulo Roberto Gaefke, Grupo Pensamentos – Site cultural. Acesso em: julho de 2024.)

Após a leitura do texto de Paulo Roberto, assinale a afirmativa INCORRETA em relação ao contexto.
Alternativas
Q3081685 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Eu recomeço


Aposte na sua capacidade de dar a volta por cima e recomece.

Não se baseie na dificuldade e nem fique achando isso ou aquilo.

Antes, aposte na certeza de que você pode e merece ser feliz.

Se te usaram, use a inteligência e conquiste.

Se te abandonaram, use a experiência para mostrar o que perderam.

Se te faltou força na subida, olha logo ali uma descida.


Se te faltou fé na romaria, acenda a sua velinha e ore de novo.

Se faltou amor, encha-se dele para valorizar-se de verdade.

Pois só quem se ama pode retribuir o amor que vai receber.

Só quem se valoriza vai devolver o valor que as pessoas merecem.

E, quem está no fundo do poço, tem mais um motivo para subir, pois não há mais para onde descer.

Acredite em você!


(Paulo Roberto Gaefke, Grupo Pensamentos – Site cultural. Acesso em: julho de 2024.)

No trecho “Se faltou amor, encha-se dele para valorizar-se de verdade. Pois só quem se ama pode retribuir o amor que vai receber.” (L8 e L9), a palavra em destaque exprime ideia de: 
Alternativas
Q3081686 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Eu recomeço


Aposte na sua capacidade de dar a volta por cima e recomece.

Não se baseie na dificuldade e nem fique achando isso ou aquilo.

Antes, aposte na certeza de que você pode e merece ser feliz.

Se te usaram, use a inteligência e conquiste.

Se te abandonaram, use a experiência para mostrar o que perderam.

Se te faltou força na subida, olha logo ali uma descida.


Se te faltou fé na romaria, acenda a sua velinha e ore de novo.

Se faltou amor, encha-se dele para valorizar-se de verdade.

Pois só quem se ama pode retribuir o amor que vai receber.

Só quem se valoriza vai devolver o valor que as pessoas merecem.

E, quem está no fundo do poço, tem mais um motivo para subir, pois não há mais para onde descer.

Acredite em você!


(Paulo Roberto Gaefke, Grupo Pensamentos – Site cultural. Acesso em: julho de 2024.)

Os trechos a seguir foram retirados do texto. Assinale a alternativa que possui a correta substituição das associações.
Alternativas
Q3081687 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Eu recomeço


Aposte na sua capacidade de dar a volta por cima e recomece.

Não se baseie na dificuldade e nem fique achando isso ou aquilo.

Antes, aposte na certeza de que você pode e merece ser feliz.

Se te usaram, use a inteligência e conquiste.

Se te abandonaram, use a experiência para mostrar o que perderam.

Se te faltou força na subida, olha logo ali uma descida.


Se te faltou fé na romaria, acenda a sua velinha e ore de novo.

Se faltou amor, encha-se dele para valorizar-se de verdade.

Pois só quem se ama pode retribuir o amor que vai receber.

Só quem se valoriza vai devolver o valor que as pessoas merecem.

E, quem está no fundo do poço, tem mais um motivo para subir, pois não há mais para onde descer.

Acredite em você!


(Paulo Roberto Gaefke, Grupo Pensamentos – Site cultural. Acesso em: julho de 2024.)

O trecho “E, quem está no fundo do poço, tem mais um motivo para subir, […]” (L11) pode ser reescrito da seguinte maneira, EXCETO:
Alternativas
Q3081688 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Eu recomeço


Aposte na sua capacidade de dar a volta por cima e recomece.

Não se baseie na dificuldade e nem fique achando isso ou aquilo.

Antes, aposte na certeza de que você pode e merece ser feliz.

Se te usaram, use a inteligência e conquiste.

Se te abandonaram, use a experiência para mostrar o que perderam.

Se te faltou força na subida, olha logo ali uma descida.


Se te faltou fé na romaria, acenda a sua velinha e ore de novo.

Se faltou amor, encha-se dele para valorizar-se de verdade.

Pois só quem se ama pode retribuir o amor que vai receber.

Só quem se valoriza vai devolver o valor que as pessoas merecem.

E, quem está no fundo do poço, tem mais um motivo para subir, pois não há mais para onde descer.

Acredite em você!


(Paulo Roberto Gaefke, Grupo Pensamentos – Site cultural. Acesso em: julho de 2024.)

Ao decorrer do texto é possível notar a partícula “se”, que inicia as frases daslinhas 4 a linha 8. É possível afirmar que trata-se de:
Alternativas
Q3081689 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vício secreto


    Depois de vários assaltos, ela decidiu que estava na hora de mudar de vida. De nada adianta, dizia, andar de carro de luxo e morar em palacete se isso serve apenas para atrair assaltantes. De modo que comprou um automóvel usado, mudou-se para um apartamento menor e até começou a evitar os restaurantes da moda.


    Tudo isso resultou em inesperada economia e criou um problema: o que fazer com o dinheiro que ela já não gastava? Aplicar na Bolsa de Valores parecia-lhe uma solução temerária; não poucos tinham perdido muito dinheiro de uma hora para outra – quase como se fosse um assalto. Outras aplicações também não a atraíam. De modo que passou a comprar aquilo de que mais gostava: joias. Sobretudo relógios caros. Multiplicavam-se os Bulgan, os Breitling, os Rolex. Já que o tempo tem de passar, dizia, quero vê-lo passar num relógio de luxo.


    E aí veio a questão; onde usar todas essas joias? Na rua, nem pensar. Em festas? Tanta gente desconhecida vai a festas, não seria impossível que ali também houvesse um assaltante, ou pelo menos alguém capaz de ser tentado a um roubo ao ter a visão de um Breitling. Sua paranoia cresceu, e lá pelas tantas desconfiava até de seus familiares. De modo que decidiu: só usa as joias quando está absolutamente só.


    Uma vez por semana tranca-se no quarto, abre o cofre, tira as joias e as vai colocando: os colares, os anéis, os braceletes – os relógios, claro, os relógios. E admira-se longamente no espelho, murmurando: que tesouros eu tenho, que tesouros.


    O que lhe dá muito prazer. Melhor: lhe dava muito prazer. Porque ultimamente há algo que a incomoda. É o olhar no rosto que vê no espelho. Há uma expressão naquele olhar, uma expressão de sinistra cobiça que não lhe agrada nada, nada.


(SCLIAR, Moacyr. Texto adaptado. Original disponível em: www.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2024.)

A ideia principal do texto é:
Alternativas
Q3081690 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vício secreto


    Depois de vários assaltos, ela decidiu que estava na hora de mudar de vida. De nada adianta, dizia, andar de carro de luxo e morar em palacete se isso serve apenas para atrair assaltantes. De modo que comprou um automóvel usado, mudou-se para um apartamento menor e até começou a evitar os restaurantes da moda.


    Tudo isso resultou em inesperada economia e criou um problema: o que fazer com o dinheiro que ela já não gastava? Aplicar na Bolsa de Valores parecia-lhe uma solução temerária; não poucos tinham perdido muito dinheiro de uma hora para outra – quase como se fosse um assalto. Outras aplicações também não a atraíam. De modo que passou a comprar aquilo de que mais gostava: joias. Sobretudo relógios caros. Multiplicavam-se os Bulgan, os Breitling, os Rolex. Já que o tempo tem de passar, dizia, quero vê-lo passar num relógio de luxo.


    E aí veio a questão; onde usar todas essas joias? Na rua, nem pensar. Em festas? Tanta gente desconhecida vai a festas, não seria impossível que ali também houvesse um assaltante, ou pelo menos alguém capaz de ser tentado a um roubo ao ter a visão de um Breitling. Sua paranoia cresceu, e lá pelas tantas desconfiava até de seus familiares. De modo que decidiu: só usa as joias quando está absolutamente só.


    Uma vez por semana tranca-se no quarto, abre o cofre, tira as joias e as vai colocando: os colares, os anéis, os braceletes – os relógios, claro, os relógios. E admira-se longamente no espelho, murmurando: que tesouros eu tenho, que tesouros.


    O que lhe dá muito prazer. Melhor: lhe dava muito prazer. Porque ultimamente há algo que a incomoda. É o olhar no rosto que vê no espelho. Há uma expressão naquele olhar, uma expressão de sinistra cobiça que não lhe agrada nada, nada.


(SCLIAR, Moacyr. Texto adaptado. Original disponível em: www.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2024.)

Considerando o contexto em que estão inseridas, as expressões grifadas podem ser substituídas pelas palavras sinalizadas, conservando o mesmo sentido. No entanto, isso NÃO ocorre em:
Alternativas
Q3081691 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vício secreto


    Depois de vários assaltos, ela decidiu que estava na hora de mudar de vida. De nada adianta, dizia, andar de carro de luxo e morar em palacete se isso serve apenas para atrair assaltantes. De modo que comprou um automóvel usado, mudou-se para um apartamento menor e até começou a evitar os restaurantes da moda.


    Tudo isso resultou em inesperada economia e criou um problema: o que fazer com o dinheiro que ela já não gastava? Aplicar na Bolsa de Valores parecia-lhe uma solução temerária; não poucos tinham perdido muito dinheiro de uma hora para outra – quase como se fosse um assalto. Outras aplicações também não a atraíam. De modo que passou a comprar aquilo de que mais gostava: joias. Sobretudo relógios caros. Multiplicavam-se os Bulgan, os Breitling, os Rolex. Já que o tempo tem de passar, dizia, quero vê-lo passar num relógio de luxo.


    E aí veio a questão; onde usar todas essas joias? Na rua, nem pensar. Em festas? Tanta gente desconhecida vai a festas, não seria impossível que ali também houvesse um assaltante, ou pelo menos alguém capaz de ser tentado a um roubo ao ter a visão de um Breitling. Sua paranoia cresceu, e lá pelas tantas desconfiava até de seus familiares. De modo que decidiu: só usa as joias quando está absolutamente só.


    Uma vez por semana tranca-se no quarto, abre o cofre, tira as joias e as vai colocando: os colares, os anéis, os braceletes – os relógios, claro, os relógios. E admira-se longamente no espelho, murmurando: que tesouros eu tenho, que tesouros.


    O que lhe dá muito prazer. Melhor: lhe dava muito prazer. Porque ultimamente há algo que a incomoda. É o olhar no rosto que vê no espelho. Há uma expressão naquele olhar, uma expressão de sinistra cobiça que não lhe agrada nada, nada.


(SCLIAR, Moacyr. Texto adaptado. Original disponível em: www.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2024.)

A alternativa em que a oração sublinhada expressa uma ideia de acréscimo é:
Alternativas
Q3081692 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vício secreto


    Depois de vários assaltos, ela decidiu que estava na hora de mudar de vida. De nada adianta, dizia, andar de carro de luxo e morar em palacete se isso serve apenas para atrair assaltantes. De modo que comprou um automóvel usado, mudou-se para um apartamento menor e até começou a evitar os restaurantes da moda.


    Tudo isso resultou em inesperada economia e criou um problema: o que fazer com o dinheiro que ela já não gastava? Aplicar na Bolsa de Valores parecia-lhe uma solução temerária; não poucos tinham perdido muito dinheiro de uma hora para outra – quase como se fosse um assalto. Outras aplicações também não a atraíam. De modo que passou a comprar aquilo de que mais gostava: joias. Sobretudo relógios caros. Multiplicavam-se os Bulgan, os Breitling, os Rolex. Já que o tempo tem de passar, dizia, quero vê-lo passar num relógio de luxo.


    E aí veio a questão; onde usar todas essas joias? Na rua, nem pensar. Em festas? Tanta gente desconhecida vai a festas, não seria impossível que ali também houvesse um assaltante, ou pelo menos alguém capaz de ser tentado a um roubo ao ter a visão de um Breitling. Sua paranoia cresceu, e lá pelas tantas desconfiava até de seus familiares. De modo que decidiu: só usa as joias quando está absolutamente só.


    Uma vez por semana tranca-se no quarto, abre o cofre, tira as joias e as vai colocando: os colares, os anéis, os braceletes – os relógios, claro, os relógios. E admira-se longamente no espelho, murmurando: que tesouros eu tenho, que tesouros.


    O que lhe dá muito prazer. Melhor: lhe dava muito prazer. Porque ultimamente há algo que a incomoda. É o olhar no rosto que vê no espelho. Há uma expressão naquele olhar, uma expressão de sinistra cobiça que não lhe agrada nada, nada.


(SCLIAR, Moacyr. Texto adaptado. Original disponível em: www.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2024.)

Com base nas informações do texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3081693 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vício secreto


    Depois de vários assaltos, ela decidiu que estava na hora de mudar de vida. De nada adianta, dizia, andar de carro de luxo e morar em palacete se isso serve apenas para atrair assaltantes. De modo que comprou um automóvel usado, mudou-se para um apartamento menor e até começou a evitar os restaurantes da moda.


    Tudo isso resultou em inesperada economia e criou um problema: o que fazer com o dinheiro que ela já não gastava? Aplicar na Bolsa de Valores parecia-lhe uma solução temerária; não poucos tinham perdido muito dinheiro de uma hora para outra – quase como se fosse um assalto. Outras aplicações também não a atraíam. De modo que passou a comprar aquilo de que mais gostava: joias. Sobretudo relógios caros. Multiplicavam-se os Bulgan, os Breitling, os Rolex. Já que o tempo tem de passar, dizia, quero vê-lo passar num relógio de luxo.


    E aí veio a questão; onde usar todas essas joias? Na rua, nem pensar. Em festas? Tanta gente desconhecida vai a festas, não seria impossível que ali também houvesse um assaltante, ou pelo menos alguém capaz de ser tentado a um roubo ao ter a visão de um Breitling. Sua paranoia cresceu, e lá pelas tantas desconfiava até de seus familiares. De modo que decidiu: só usa as joias quando está absolutamente só.


    Uma vez por semana tranca-se no quarto, abre o cofre, tira as joias e as vai colocando: os colares, os anéis, os braceletes – os relógios, claro, os relógios. E admira-se longamente no espelho, murmurando: que tesouros eu tenho, que tesouros.


    O que lhe dá muito prazer. Melhor: lhe dava muito prazer. Porque ultimamente há algo que a incomoda. É o olhar no rosto que vê no espelho. Há uma expressão naquele olhar, uma expressão de sinistra cobiça que não lhe agrada nada, nada.


(SCLIAR, Moacyr. Texto adaptado. Original disponível em: www.folha.uol.com.br. Acesso em: julho de 2024.)

No trecho “Tudo isso resultou em inesperada economia e criou um problema: o que fazer com o dinheiro que ela já não gastava?” (2º§), a interrogativa revela:
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: A
4: A
5: C
6: D
7: B
8: C
9: A
10: B