Paciente com 30 anos, portadora de carcinoma
espinocelular de colo de útero, apresenta lesão
com invasão estromal de 7 mm e 1,5 cm em sua
maior dimensão, sem invasão do espaço
linfovascular, com ressonância magnética pélvica
não mostrando lesão a distância. Pensando em
tratamento para conservar a fertilidade da
paciente, qual é a melhor conduta?