Questões de Concurso Público Prefeitura de São Bento do Una - PE 2026 para Professor II - Ciências
Foram encontradas 47 questões
O
texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'El
Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para fenômeno que põe planeta
em 'águas desconhecidas'.
O
mundo entrou em uma “zona de perigo de eventos climáticos extremos” à
medida que os efeitos do El Niño começam a ser sentidos globalmente, alertou
António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
A
Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU, divulgou os dados
mais recentes sobre o fenômeno natural indicando que este El Niño pode ser o
mais forte em mais de 70 anos e durar pelo menos até fevereiro de 2027.
O
El Niño altera os padrões climáticos em diferentes partes do mundo, provocando
secas em algumas regiões e tufões mais intensos e enchentes em outras. São
esperadas, por exemplo, chuvas acima da média em partes do leste da África, do
sul do Brasil e do sul dos Estados Unidos, aumentando o risco de enchentes.
Meteorologistas
também afirmam que o El Niño elevará as temperaturas em alguns lugares,
somando-se ao aumento da temperatura global provocado pelas mudanças climáticas
causadas pela atividade humana.
“O
El Niño está ganhando proporções gigantescas diante dos nossos olhos. A ciência
não deixa margem para dúvidas: o planeta está entrando em águas desconhecidas,
e essas águas estão ficando mais quentes”, disse Guterres, da ONU.
A
BBC conversou com governos e cientistas sobre as medidas adotadas em diferentes
partes do mundo para reduzir o risco de mortes, deslocamentos de populações e
danos ambientais. Sistemas de alerta precoce foram reforçados, assim como o
envio preventivo de assistência médica, mas a intensidade deste episódio
preocupa especialmente devido aos riscos para grupos mais vulneráveis.
A
OMM, agência da ONU, afirmou ter realizado uma “grande mobilização”
para fazer com que suas previsões sobre possíveis eventos climáticos extremos
associados ao El Niño cheguem ao maior número possível de comunidades.
“O
El Niño tem potencial para causar um enorme impacto em comunidades e economias
de todo o mundo”, alertou Celeste Saulo, secretária-geral da OMM. O El
Niño é um fenômeno natural que se desenvolve no oceano Pacífico e está
associado a uma mudança nos padrões dos ventos. Essa alteração permite que
águas quentes avancem para leste e liberem calor na atmosfera.
A
temperatura do mar nas regiões central e leste do Pacífico tropical subiu
acentuadamente nos últimos meses — um sinal claro de que o El Niño está se
intensificando.
Na
principal região do Pacífico usada para acompanhar o fenômeno, a temperatura da
superfície do mar ficou mais de 2°C acima da média nas últimas semanas, nível
que já colocaria este episódio na categoria de “muito forte”.
E
a expectativa é que ultrapasse até mesmo esse patamar. As previsões indicam
que, na média mensal, a temperatura da superfície do mar pode chegar perto de
4°C acima da média.
Isso
faria deste o El Niño mais forte desde pelo menos 1950 — e possivelmente com
grande folga em relação aos anteriores.
Abaixo
da superfície do Pacífico, as temperaturas são ainda mais excepcionais: em
alguns locais, estão mais de 8°C acima da média.
Temperaturas
do mar acima do normal também são esperadas em outras partes do mundo, entre
elas o oceano Índico, o Atlântico tropical e regiões próximas à costa da
Austrália.
Por
causa da rica vida marinha da Austrália, as alterações na temperatura dos
oceanos são motivo de especial preocupação no país.
Nos
últimos anos, a Austrália tem sido atingida por ondas de calor marinhas,
impulsionadas pelas mudanças climáticas.
O
El Niño é um fenômeno natural, mas tende a provocar o tipo de calor extremo que
também contribui para esses desastres, disse à BBC Alistair Hobday,
pesquisador-chefe da agência científica da Austrália.
Neste
ano, as previsões de ondas de calor marinhas indicam que a Grande Barreira de
Corais será poupada das condições mais severas, dando aos corais mais tempo
para se recuperar.
"[Mas]
o sul da Austrália vem sofrendo impactos severos”, disse Hobday.
Na
última vez em que uma onda de calor marinha atingiu o sul da Austrália e a
Tasmânia, pinguins ficaram sem alimento, houve mortandade de peixes,
proliferação de algas que reduziu os níveis de oxigênio na água e aumento na
presença de águas-vivas.
A
Austrália adotou recentemente sistemas de alerta antecipado para eventos
extremos no mar. Com isso, é possível, por exemplo, organizar apoio financeiro
ao setor pesqueiro, transferir espécies essenciais para áreas mais seguras e
reforçar o monitoramento dos corais.
Mas
este episódio caminha para ser sem precedentes — e Hobday admite estar bastante
preocupado.
STALLARD, Esme; POYNTING, Mark;
DALE, Becky. 'El Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para o
fenômeno que põe planeta em 'águas desconhecidas'. BBC News Brasil, 3 set.
2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm2q5nl0pg3o.
Acesso em: 17 set. 2026.
"A temperatura do mar nas regiões central e leste do Pacífico tropical subiu acentuadamente nos últimos meses — um sinal claro de que o El Niño está se intensificando."
Considerando o sentido assumido pela palavra 'intensificando' no contexto, assinale a alternativa que apresenta um termo que pode substituí-la sem prejuízo do sentido essencial.
O
texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'El
Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para fenômeno que põe planeta
em 'águas desconhecidas'.
O
mundo entrou em uma “zona de perigo de eventos climáticos extremos” à
medida que os efeitos do El Niño começam a ser sentidos globalmente, alertou
António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
A
Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU, divulgou os dados
mais recentes sobre o fenômeno natural indicando que este El Niño pode ser o
mais forte em mais de 70 anos e durar pelo menos até fevereiro de 2027.
O
El Niño altera os padrões climáticos em diferentes partes do mundo, provocando
secas em algumas regiões e tufões mais intensos e enchentes em outras. São
esperadas, por exemplo, chuvas acima da média em partes do leste da África, do
sul do Brasil e do sul dos Estados Unidos, aumentando o risco de enchentes.
Meteorologistas
também afirmam que o El Niño elevará as temperaturas em alguns lugares,
somando-se ao aumento da temperatura global provocado pelas mudanças climáticas
causadas pela atividade humana.
“O
El Niño está ganhando proporções gigantescas diante dos nossos olhos. A ciência
não deixa margem para dúvidas: o planeta está entrando em águas desconhecidas,
e essas águas estão ficando mais quentes”, disse Guterres, da ONU.
A
BBC conversou com governos e cientistas sobre as medidas adotadas em diferentes
partes do mundo para reduzir o risco de mortes, deslocamentos de populações e
danos ambientais. Sistemas de alerta precoce foram reforçados, assim como o
envio preventivo de assistência médica, mas a intensidade deste episódio
preocupa especialmente devido aos riscos para grupos mais vulneráveis.
A
OMM, agência da ONU, afirmou ter realizado uma “grande mobilização”
para fazer com que suas previsões sobre possíveis eventos climáticos extremos
associados ao El Niño cheguem ao maior número possível de comunidades.
“O
El Niño tem potencial para causar um enorme impacto em comunidades e economias
de todo o mundo”, alertou Celeste Saulo, secretária-geral da OMM. O El
Niño é um fenômeno natural que se desenvolve no oceano Pacífico e está
associado a uma mudança nos padrões dos ventos. Essa alteração permite que
águas quentes avancem para leste e liberem calor na atmosfera.
A
temperatura do mar nas regiões central e leste do Pacífico tropical subiu
acentuadamente nos últimos meses — um sinal claro de que o El Niño está se
intensificando.
Na
principal região do Pacífico usada para acompanhar o fenômeno, a temperatura da
superfície do mar ficou mais de 2°C acima da média nas últimas semanas, nível
que já colocaria este episódio na categoria de “muito forte”.
E
a expectativa é que ultrapasse até mesmo esse patamar. As previsões indicam
que, na média mensal, a temperatura da superfície do mar pode chegar perto de
4°C acima da média.
Isso
faria deste o El Niño mais forte desde pelo menos 1950 — e possivelmente com
grande folga em relação aos anteriores.
Abaixo
da superfície do Pacífico, as temperaturas são ainda mais excepcionais: em
alguns locais, estão mais de 8°C acima da média.
Temperaturas
do mar acima do normal também são esperadas em outras partes do mundo, entre
elas o oceano Índico, o Atlântico tropical e regiões próximas à costa da
Austrália.
Por
causa da rica vida marinha da Austrália, as alterações na temperatura dos
oceanos são motivo de especial preocupação no país.
Nos
últimos anos, a Austrália tem sido atingida por ondas de calor marinhas,
impulsionadas pelas mudanças climáticas.
O
El Niño é um fenômeno natural, mas tende a provocar o tipo de calor extremo que
também contribui para esses desastres, disse à BBC Alistair Hobday,
pesquisador-chefe da agência científica da Austrália.
Neste
ano, as previsões de ondas de calor marinhas indicam que a Grande Barreira de
Corais será poupada das condições mais severas, dando aos corais mais tempo
para se recuperar.
"[Mas]
o sul da Austrália vem sofrendo impactos severos”, disse Hobday.
Na
última vez em que uma onda de calor marinha atingiu o sul da Austrália e a
Tasmânia, pinguins ficaram sem alimento, houve mortandade de peixes,
proliferação de algas que reduziu os níveis de oxigênio na água e aumento na
presença de águas-vivas.
A
Austrália adotou recentemente sistemas de alerta antecipado para eventos
extremos no mar. Com isso, é possível, por exemplo, organizar apoio financeiro
ao setor pesqueiro, transferir espécies essenciais para áreas mais seguras e
reforçar o monitoramento dos corais.
Mas
este episódio caminha para ser sem precedentes — e Hobday admite estar bastante
preocupado.
STALLARD, Esme; POYNTING, Mark;
DALE, Becky. 'El Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para o
fenômeno que põe planeta em 'águas desconhecidas'. BBC News Brasil, 3 set.
2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm2q5nl0pg3o.
Acesso em: 17 set. 2026.
"O mundo entrou em uma 'zona de perigo de eventos climáticos extremos' à medida que os efeitos do El Niño começam a ser sentidos globalmente..."
Considerando a regência do verbo 'entrar' empregado no trecho, assinale a alternativa CORRETA.
I. O verbo 'entrar', no trecho, está corretamente empregado com a preposição 'em', pois, diferentemente de 'adentrar', que é transitivo direto e dispensa preposição, 'entrar' é transitivo indireto e exige a preposição 'em' para introduzir seu complemento.
II. O verbo 'entrar', no trecho, está corretamente empregado com a preposição 'em', podendo ser substituído pelo verbo 'adentrar', uma vez que ambos os verbos exigem a preposição 'em'.
III. O verbo 'implicar' embora semanticamente distinto do verbo 'entrar', quando empregado no sentido de 'acarretar' , também rege a mesma preposição 'em', como em 'A situação implica em zona de perigo'.
IV. O verbo 'entrar' também pode em outros contextos ser empregado como pronominal, como em 'Entrou-se em profunda tristeza com a falta da vacina'.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições CORRETAS.
O
texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'El
Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para fenômeno que põe planeta
em 'águas desconhecidas'.
O
mundo entrou em uma “zona de perigo de eventos climáticos extremos” à
medida que os efeitos do El Niño começam a ser sentidos globalmente, alertou
António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
A
Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU, divulgou os dados
mais recentes sobre o fenômeno natural indicando que este El Niño pode ser o
mais forte em mais de 70 anos e durar pelo menos até fevereiro de 2027.
O
El Niño altera os padrões climáticos em diferentes partes do mundo, provocando
secas em algumas regiões e tufões mais intensos e enchentes em outras. São
esperadas, por exemplo, chuvas acima da média em partes do leste da África, do
sul do Brasil e do sul dos Estados Unidos, aumentando o risco de enchentes.
Meteorologistas
também afirmam que o El Niño elevará as temperaturas em alguns lugares,
somando-se ao aumento da temperatura global provocado pelas mudanças climáticas
causadas pela atividade humana.
“O
El Niño está ganhando proporções gigantescas diante dos nossos olhos. A ciência
não deixa margem para dúvidas: o planeta está entrando em águas desconhecidas,
e essas águas estão ficando mais quentes”, disse Guterres, da ONU.
A
BBC conversou com governos e cientistas sobre as medidas adotadas em diferentes
partes do mundo para reduzir o risco de mortes, deslocamentos de populações e
danos ambientais. Sistemas de alerta precoce foram reforçados, assim como o
envio preventivo de assistência médica, mas a intensidade deste episódio
preocupa especialmente devido aos riscos para grupos mais vulneráveis.
A
OMM, agência da ONU, afirmou ter realizado uma “grande mobilização”
para fazer com que suas previsões sobre possíveis eventos climáticos extremos
associados ao El Niño cheguem ao maior número possível de comunidades.
“O
El Niño tem potencial para causar um enorme impacto em comunidades e economias
de todo o mundo”, alertou Celeste Saulo, secretária-geral da OMM. O El
Niño é um fenômeno natural que se desenvolve no oceano Pacífico e está
associado a uma mudança nos padrões dos ventos. Essa alteração permite que
águas quentes avancem para leste e liberem calor na atmosfera.
A
temperatura do mar nas regiões central e leste do Pacífico tropical subiu
acentuadamente nos últimos meses — um sinal claro de que o El Niño está se
intensificando.
Na
principal região do Pacífico usada para acompanhar o fenômeno, a temperatura da
superfície do mar ficou mais de 2°C acima da média nas últimas semanas, nível
que já colocaria este episódio na categoria de “muito forte”.
E
a expectativa é que ultrapasse até mesmo esse patamar. As previsões indicam
que, na média mensal, a temperatura da superfície do mar pode chegar perto de
4°C acima da média.
Isso
faria deste o El Niño mais forte desde pelo menos 1950 — e possivelmente com
grande folga em relação aos anteriores.
Abaixo
da superfície do Pacífico, as temperaturas são ainda mais excepcionais: em
alguns locais, estão mais de 8°C acima da média.
Temperaturas
do mar acima do normal também são esperadas em outras partes do mundo, entre
elas o oceano Índico, o Atlântico tropical e regiões próximas à costa da
Austrália.
Por
causa da rica vida marinha da Austrália, as alterações na temperatura dos
oceanos são motivo de especial preocupação no país.
Nos
últimos anos, a Austrália tem sido atingida por ondas de calor marinhas,
impulsionadas pelas mudanças climáticas.
O
El Niño é um fenômeno natural, mas tende a provocar o tipo de calor extremo que
também contribui para esses desastres, disse à BBC Alistair Hobday,
pesquisador-chefe da agência científica da Austrália.
Neste
ano, as previsões de ondas de calor marinhas indicam que a Grande Barreira de
Corais será poupada das condições mais severas, dando aos corais mais tempo
para se recuperar.
"[Mas]
o sul da Austrália vem sofrendo impactos severos”, disse Hobday.
Na
última vez em que uma onda de calor marinha atingiu o sul da Austrália e a
Tasmânia, pinguins ficaram sem alimento, houve mortandade de peixes,
proliferação de algas que reduziu os níveis de oxigênio na água e aumento na
presença de águas-vivas.
A
Austrália adotou recentemente sistemas de alerta antecipado para eventos
extremos no mar. Com isso, é possível, por exemplo, organizar apoio financeiro
ao setor pesqueiro, transferir espécies essenciais para áreas mais seguras e
reforçar o monitoramento dos corais.
Mas
este episódio caminha para ser sem precedentes — e Hobday admite estar bastante
preocupado.
STALLARD, Esme; POYNTING, Mark;
DALE, Becky. 'El Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para o
fenômeno que põe planeta em 'águas desconhecidas'. BBC News Brasil, 3 set.
2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm2q5nl0pg3o.
Acesso em: 17 set. 2026.
A partir das informações apresentadas e das relações de sentido construídas no texto, analise as afirmativas a seguir.
I. A preocupação manifestada pelas autoridades e pelos pesquisadores não decorre exclusivamente da ocorrência do El Niño, mas da possibilidade de que seus efeitos se sobreponham a condições ambientais já agravadas pelas mudanças climáticas.
II. Ao afirmar que o planeta está entrando em "águas desconhecidas", Guterres sugere um cenário de excepcionalidade quanto à intensidade do fenômeno, inferência reforçada pelas previsões apresentadas posteriormente, que apontam para valores superiores aos observados em episódios anteriores.
III. A adoção de sistemas de alerta precoce e de medidas preventivas permite inferir que, diante de fenômenos cuja ocorrência não pode ser inteiramente evitada, parte da estratégia de enfrentamento consiste em reduzir suas consequências sobre populações, atividades econômicas e ecossistemas.
IV. A previsão de que a Grande Barreira de Corais será poupada das condições mais severas permite concluir que os impactos do atual episódio de El Niño serão pouco significativos para a Austrália, uma vez que o principal ecossistema marinho do país terá tempo suficiente para se recuperar.
V. A referência à mortandade de peixes, à proliferação de algas e à falta de alimento para pinguins funciona como exemplificação de impactos de ondas de calor marinhas anteriores e contribui para contextualizar a preocupação atual do pesquisador com os efeitos de novos eventos extremos.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições CORRETAS.
O
texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'El
Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para fenômeno que põe planeta
em 'águas desconhecidas'.
O
mundo entrou em uma “zona de perigo de eventos climáticos extremos” à
medida que os efeitos do El Niño começam a ser sentidos globalmente, alertou
António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
A
Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU, divulgou os dados
mais recentes sobre o fenômeno natural indicando que este El Niño pode ser o
mais forte em mais de 70 anos e durar pelo menos até fevereiro de 2027.
O
El Niño altera os padrões climáticos em diferentes partes do mundo, provocando
secas em algumas regiões e tufões mais intensos e enchentes em outras. São
esperadas, por exemplo, chuvas acima da média em partes do leste da África, do
sul do Brasil e do sul dos Estados Unidos, aumentando o risco de enchentes.
Meteorologistas
também afirmam que o El Niño elevará as temperaturas em alguns lugares,
somando-se ao aumento da temperatura global provocado pelas mudanças climáticas
causadas pela atividade humana.
“O
El Niño está ganhando proporções gigantescas diante dos nossos olhos. A ciência
não deixa margem para dúvidas: o planeta está entrando em águas desconhecidas,
e essas águas estão ficando mais quentes”, disse Guterres, da ONU.
A
BBC conversou com governos e cientistas sobre as medidas adotadas em diferentes
partes do mundo para reduzir o risco de mortes, deslocamentos de populações e
danos ambientais. Sistemas de alerta precoce foram reforçados, assim como o
envio preventivo de assistência médica, mas a intensidade deste episódio
preocupa especialmente devido aos riscos para grupos mais vulneráveis.
A
OMM, agência da ONU, afirmou ter realizado uma “grande mobilização”
para fazer com que suas previsões sobre possíveis eventos climáticos extremos
associados ao El Niño cheguem ao maior número possível de comunidades.
“O
El Niño tem potencial para causar um enorme impacto em comunidades e economias
de todo o mundo”, alertou Celeste Saulo, secretária-geral da OMM. O El
Niño é um fenômeno natural que se desenvolve no oceano Pacífico e está
associado a uma mudança nos padrões dos ventos. Essa alteração permite que
águas quentes avancem para leste e liberem calor na atmosfera.
A
temperatura do mar nas regiões central e leste do Pacífico tropical subiu
acentuadamente nos últimos meses — um sinal claro de que o El Niño está se
intensificando.
Na
principal região do Pacífico usada para acompanhar o fenômeno, a temperatura da
superfície do mar ficou mais de 2°C acima da média nas últimas semanas, nível
que já colocaria este episódio na categoria de “muito forte”.
E
a expectativa é que ultrapasse até mesmo esse patamar. As previsões indicam
que, na média mensal, a temperatura da superfície do mar pode chegar perto de
4°C acima da média.
Isso
faria deste o El Niño mais forte desde pelo menos 1950 — e possivelmente com
grande folga em relação aos anteriores.
Abaixo
da superfície do Pacífico, as temperaturas são ainda mais excepcionais: em
alguns locais, estão mais de 8°C acima da média.
Temperaturas
do mar acima do normal também são esperadas em outras partes do mundo, entre
elas o oceano Índico, o Atlântico tropical e regiões próximas à costa da
Austrália.
Por
causa da rica vida marinha da Austrália, as alterações na temperatura dos
oceanos são motivo de especial preocupação no país.
Nos
últimos anos, a Austrália tem sido atingida por ondas de calor marinhas,
impulsionadas pelas mudanças climáticas.
O
El Niño é um fenômeno natural, mas tende a provocar o tipo de calor extremo que
também contribui para esses desastres, disse à BBC Alistair Hobday,
pesquisador-chefe da agência científica da Austrália.
Neste
ano, as previsões de ondas de calor marinhas indicam que a Grande Barreira de
Corais será poupada das condições mais severas, dando aos corais mais tempo
para se recuperar.
"[Mas]
o sul da Austrália vem sofrendo impactos severos”, disse Hobday.
Na
última vez em que uma onda de calor marinha atingiu o sul da Austrália e a
Tasmânia, pinguins ficaram sem alimento, houve mortandade de peixes,
proliferação de algas que reduziu os níveis de oxigênio na água e aumento na
presença de águas-vivas.
A
Austrália adotou recentemente sistemas de alerta antecipado para eventos
extremos no mar. Com isso, é possível, por exemplo, organizar apoio financeiro
ao setor pesqueiro, transferir espécies essenciais para áreas mais seguras e
reforçar o monitoramento dos corais.
Mas
este episódio caminha para ser sem precedentes — e Hobday admite estar bastante
preocupado.
STALLARD, Esme; POYNTING, Mark;
DALE, Becky. 'El Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para o
fenômeno que põe planeta em 'águas desconhecidas'. BBC News Brasil, 3 set.
2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm2q5nl0pg3o.
Acesso em: 17 set. 2026.
O
texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'El
Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para fenômeno que põe planeta
em 'águas desconhecidas'.
O
mundo entrou em uma “zona de perigo de eventos climáticos extremos” à
medida que os efeitos do El Niño começam a ser sentidos globalmente, alertou
António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
A
Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU, divulgou os dados
mais recentes sobre o fenômeno natural indicando que este El Niño pode ser o
mais forte em mais de 70 anos e durar pelo menos até fevereiro de 2027.
O
El Niño altera os padrões climáticos em diferentes partes do mundo, provocando
secas em algumas regiões e tufões mais intensos e enchentes em outras. São
esperadas, por exemplo, chuvas acima da média em partes do leste da África, do
sul do Brasil e do sul dos Estados Unidos, aumentando o risco de enchentes.
Meteorologistas
também afirmam que o El Niño elevará as temperaturas em alguns lugares,
somando-se ao aumento da temperatura global provocado pelas mudanças climáticas
causadas pela atividade humana.
“O
El Niño está ganhando proporções gigantescas diante dos nossos olhos. A ciência
não deixa margem para dúvidas: o planeta está entrando em águas desconhecidas,
e essas águas estão ficando mais quentes”, disse Guterres, da ONU.
A
BBC conversou com governos e cientistas sobre as medidas adotadas em diferentes
partes do mundo para reduzir o risco de mortes, deslocamentos de populações e
danos ambientais. Sistemas de alerta precoce foram reforçados, assim como o
envio preventivo de assistência médica, mas a intensidade deste episódio
preocupa especialmente devido aos riscos para grupos mais vulneráveis.
A
OMM, agência da ONU, afirmou ter realizado uma “grande mobilização”
para fazer com que suas previsões sobre possíveis eventos climáticos extremos
associados ao El Niño cheguem ao maior número possível de comunidades.
“O
El Niño tem potencial para causar um enorme impacto em comunidades e economias
de todo o mundo”, alertou Celeste Saulo, secretária-geral da OMM. O El
Niño é um fenômeno natural que se desenvolve no oceano Pacífico e está
associado a uma mudança nos padrões dos ventos. Essa alteração permite que
águas quentes avancem para leste e liberem calor na atmosfera.
A
temperatura do mar nas regiões central e leste do Pacífico tropical subiu
acentuadamente nos últimos meses — um sinal claro de que o El Niño está se
intensificando.
Na
principal região do Pacífico usada para acompanhar o fenômeno, a temperatura da
superfície do mar ficou mais de 2°C acima da média nas últimas semanas, nível
que já colocaria este episódio na categoria de “muito forte”.
E
a expectativa é que ultrapasse até mesmo esse patamar. As previsões indicam
que, na média mensal, a temperatura da superfície do mar pode chegar perto de
4°C acima da média.
Isso
faria deste o El Niño mais forte desde pelo menos 1950 — e possivelmente com
grande folga em relação aos anteriores.
Abaixo
da superfície do Pacífico, as temperaturas são ainda mais excepcionais: em
alguns locais, estão mais de 8°C acima da média.
Temperaturas
do mar acima do normal também são esperadas em outras partes do mundo, entre
elas o oceano Índico, o Atlântico tropical e regiões próximas à costa da
Austrália.
Por
causa da rica vida marinha da Austrália, as alterações na temperatura dos
oceanos são motivo de especial preocupação no país.
Nos
últimos anos, a Austrália tem sido atingida por ondas de calor marinhas,
impulsionadas pelas mudanças climáticas.
O
El Niño é um fenômeno natural, mas tende a provocar o tipo de calor extremo que
também contribui para esses desastres, disse à BBC Alistair Hobday,
pesquisador-chefe da agência científica da Austrália.
Neste
ano, as previsões de ondas de calor marinhas indicam que a Grande Barreira de
Corais será poupada das condições mais severas, dando aos corais mais tempo
para se recuperar.
"[Mas]
o sul da Austrália vem sofrendo impactos severos”, disse Hobday.
Na
última vez em que uma onda de calor marinha atingiu o sul da Austrália e a
Tasmânia, pinguins ficaram sem alimento, houve mortandade de peixes,
proliferação de algas que reduziu os níveis de oxigênio na água e aumento na
presença de águas-vivas.
A
Austrália adotou recentemente sistemas de alerta antecipado para eventos
extremos no mar. Com isso, é possível, por exemplo, organizar apoio financeiro
ao setor pesqueiro, transferir espécies essenciais para áreas mais seguras e
reforçar o monitoramento dos corais.
Mas
este episódio caminha para ser sem precedentes — e Hobday admite estar bastante
preocupado.
STALLARD, Esme; POYNTING, Mark;
DALE, Becky. 'El Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para o
fenômeno que põe planeta em 'águas desconhecidas'. BBC News Brasil, 3 set.
2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm2q5nl0pg3o.
Acesso em: 17 set. 2026.
I. Em 'o planeta está entrando em águas desconhecidas, e essas águas estão ficando mais quentes', há emprego de metáfora continuada, sustentada pela exploração ambígua dos termos 'águas' e 'quentes', que operam simultaneamente em registro literal e figurado.
II. Em 'o mundo entrou em uma 'zona de perigo de eventos climáticos extremos', há emprego de metonímia, pois o termo 'mundo' substitui, por relação de contiguidade, o conjunto específico de nações mais vulneráveis aos efeitos do El Niño.
III. Em 'o El Niño tem potencial para causar um enorme impacto em comunidades e economias de todo o mundo', há emprego de hipérbole, pois o termo 'enorme' constitui exagero deliberado destinado a ampliar a dimensão dos efeitos do fenômeno.
IV. Em 'pinguins ficaram sem alimento, houve mortandade de peixes, proliferação de algas... e aumento na presença de águas-vivas', há emprego de prosopopeia, pois se atribuem aos animais mencionados comportamentos ou características próprias dos seres humanos.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições CORRETAS.
O
texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'El
Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para fenômeno que põe planeta
em 'águas desconhecidas'.
O
mundo entrou em uma “zona de perigo de eventos climáticos extremos” à
medida que os efeitos do El Niño começam a ser sentidos globalmente, alertou
António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
A
Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU, divulgou os dados
mais recentes sobre o fenômeno natural indicando que este El Niño pode ser o
mais forte em mais de 70 anos e durar pelo menos até fevereiro de 2027.
O
El Niño altera os padrões climáticos em diferentes partes do mundo, provocando
secas em algumas regiões e tufões mais intensos e enchentes em outras. São
esperadas, por exemplo, chuvas acima da média em partes do leste da África, do
sul do Brasil e do sul dos Estados Unidos, aumentando o risco de enchentes.
Meteorologistas
também afirmam que o El Niño elevará as temperaturas em alguns lugares,
somando-se ao aumento da temperatura global provocado pelas mudanças climáticas
causadas pela atividade humana.
“O
El Niño está ganhando proporções gigantescas diante dos nossos olhos. A ciência
não deixa margem para dúvidas: o planeta está entrando em águas desconhecidas,
e essas águas estão ficando mais quentes”, disse Guterres, da ONU.
A
BBC conversou com governos e cientistas sobre as medidas adotadas em diferentes
partes do mundo para reduzir o risco de mortes, deslocamentos de populações e
danos ambientais. Sistemas de alerta precoce foram reforçados, assim como o
envio preventivo de assistência médica, mas a intensidade deste episódio
preocupa especialmente devido aos riscos para grupos mais vulneráveis.
A
OMM, agência da ONU, afirmou ter realizado uma “grande mobilização”
para fazer com que suas previsões sobre possíveis eventos climáticos extremos
associados ao El Niño cheguem ao maior número possível de comunidades.
“O
El Niño tem potencial para causar um enorme impacto em comunidades e economias
de todo o mundo”, alertou Celeste Saulo, secretária-geral da OMM. O El
Niño é um fenômeno natural que se desenvolve no oceano Pacífico e está
associado a uma mudança nos padrões dos ventos. Essa alteração permite que
águas quentes avancem para leste e liberem calor na atmosfera.
A
temperatura do mar nas regiões central e leste do Pacífico tropical subiu
acentuadamente nos últimos meses — um sinal claro de que o El Niño está se
intensificando.
Na
principal região do Pacífico usada para acompanhar o fenômeno, a temperatura da
superfície do mar ficou mais de 2°C acima da média nas últimas semanas, nível
que já colocaria este episódio na categoria de “muito forte”.
E
a expectativa é que ultrapasse até mesmo esse patamar. As previsões indicam
que, na média mensal, a temperatura da superfície do mar pode chegar perto de
4°C acima da média.
Isso
faria deste o El Niño mais forte desde pelo menos 1950 — e possivelmente com
grande folga em relação aos anteriores.
Abaixo
da superfície do Pacífico, as temperaturas são ainda mais excepcionais: em
alguns locais, estão mais de 8°C acima da média.
Temperaturas
do mar acima do normal também são esperadas em outras partes do mundo, entre
elas o oceano Índico, o Atlântico tropical e regiões próximas à costa da
Austrália.
Por
causa da rica vida marinha da Austrália, as alterações na temperatura dos
oceanos são motivo de especial preocupação no país.
Nos
últimos anos, a Austrália tem sido atingida por ondas de calor marinhas,
impulsionadas pelas mudanças climáticas.
O
El Niño é um fenômeno natural, mas tende a provocar o tipo de calor extremo que
também contribui para esses desastres, disse à BBC Alistair Hobday,
pesquisador-chefe da agência científica da Austrália.
Neste
ano, as previsões de ondas de calor marinhas indicam que a Grande Barreira de
Corais será poupada das condições mais severas, dando aos corais mais tempo
para se recuperar.
"[Mas]
o sul da Austrália vem sofrendo impactos severos”, disse Hobday.
Na
última vez em que uma onda de calor marinha atingiu o sul da Austrália e a
Tasmânia, pinguins ficaram sem alimento, houve mortandade de peixes,
proliferação de algas que reduziu os níveis de oxigênio na água e aumento na
presença de águas-vivas.
A
Austrália adotou recentemente sistemas de alerta antecipado para eventos
extremos no mar. Com isso, é possível, por exemplo, organizar apoio financeiro
ao setor pesqueiro, transferir espécies essenciais para áreas mais seguras e
reforçar o monitoramento dos corais.
Mas
este episódio caminha para ser sem precedentes — e Hobday admite estar bastante
preocupado.
STALLARD, Esme; POYNTING, Mark;
DALE, Becky. 'El Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para o
fenômeno que põe planeta em 'águas desconhecidas'. BBC News Brasil, 3 set.
2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm2q5nl0pg3o.
Acesso em: 17 set. 2026.
"A Austrália adotou recentemente sistemas de alerta antecipado para eventos extremos no mar. Com isso, é possível, por exemplo, organizar apoio financeiro ao setor pesqueiro, transferir espécies essenciais para áreas mais seguras e reforçar o monitoramento dos corais."
Com base nas regras de colocação pronominal, analise as asserções a seguir.
I. Caso o complemento verbal de 'reforçar' fosse substituído por um pronome oblíquo átono, a ênclise seria permitida na forma 'reforçá-lo'; porém, com a presença do advérbio de negação 'não' antes do verbo, a próclise seria obrigatória, na forma 'não o reforçar'.
PORQUE
II. A ênclise é permitida quando o verbo estiver no infinitivo, porém a presença de palavra de sentido negativo, como 'não', exige a próclise.
A respeito das asserções, assinale a alternativa CORRETA.
O
texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'El
Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para fenômeno que põe planeta
em 'águas desconhecidas'.
O
mundo entrou em uma “zona de perigo de eventos climáticos extremos” à
medida que os efeitos do El Niño começam a ser sentidos globalmente, alertou
António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
A
Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU, divulgou os dados
mais recentes sobre o fenômeno natural indicando que este El Niño pode ser o
mais forte em mais de 70 anos e durar pelo menos até fevereiro de 2027.
O
El Niño altera os padrões climáticos em diferentes partes do mundo, provocando
secas em algumas regiões e tufões mais intensos e enchentes em outras. São
esperadas, por exemplo, chuvas acima da média em partes do leste da África, do
sul do Brasil e do sul dos Estados Unidos, aumentando o risco de enchentes.
Meteorologistas
também afirmam que o El Niño elevará as temperaturas em alguns lugares,
somando-se ao aumento da temperatura global provocado pelas mudanças climáticas
causadas pela atividade humana.
“O
El Niño está ganhando proporções gigantescas diante dos nossos olhos. A ciência
não deixa margem para dúvidas: o planeta está entrando em águas desconhecidas,
e essas águas estão ficando mais quentes”, disse Guterres, da ONU.
A
BBC conversou com governos e cientistas sobre as medidas adotadas em diferentes
partes do mundo para reduzir o risco de mortes, deslocamentos de populações e
danos ambientais. Sistemas de alerta precoce foram reforçados, assim como o
envio preventivo de assistência médica, mas a intensidade deste episódio
preocupa especialmente devido aos riscos para grupos mais vulneráveis.
A
OMM, agência da ONU, afirmou ter realizado uma “grande mobilização”
para fazer com que suas previsões sobre possíveis eventos climáticos extremos
associados ao El Niño cheguem ao maior número possível de comunidades.
“O
El Niño tem potencial para causar um enorme impacto em comunidades e economias
de todo o mundo”, alertou Celeste Saulo, secretária-geral da OMM. O El
Niño é um fenômeno natural que se desenvolve no oceano Pacífico e está
associado a uma mudança nos padrões dos ventos. Essa alteração permite que
águas quentes avancem para leste e liberem calor na atmosfera.
A
temperatura do mar nas regiões central e leste do Pacífico tropical subiu
acentuadamente nos últimos meses — um sinal claro de que o El Niño está se
intensificando.
Na
principal região do Pacífico usada para acompanhar o fenômeno, a temperatura da
superfície do mar ficou mais de 2°C acima da média nas últimas semanas, nível
que já colocaria este episódio na categoria de “muito forte”.
E
a expectativa é que ultrapasse até mesmo esse patamar. As previsões indicam
que, na média mensal, a temperatura da superfície do mar pode chegar perto de
4°C acima da média.
Isso
faria deste o El Niño mais forte desde pelo menos 1950 — e possivelmente com
grande folga em relação aos anteriores.
Abaixo
da superfície do Pacífico, as temperaturas são ainda mais excepcionais: em
alguns locais, estão mais de 8°C acima da média.
Temperaturas
do mar acima do normal também são esperadas em outras partes do mundo, entre
elas o oceano Índico, o Atlântico tropical e regiões próximas à costa da
Austrália.
Por
causa da rica vida marinha da Austrália, as alterações na temperatura dos
oceanos são motivo de especial preocupação no país.
Nos
últimos anos, a Austrália tem sido atingida por ondas de calor marinhas,
impulsionadas pelas mudanças climáticas.
O
El Niño é um fenômeno natural, mas tende a provocar o tipo de calor extremo que
também contribui para esses desastres, disse à BBC Alistair Hobday,
pesquisador-chefe da agência científica da Austrália.
Neste
ano, as previsões de ondas de calor marinhas indicam que a Grande Barreira de
Corais será poupada das condições mais severas, dando aos corais mais tempo
para se recuperar.
"[Mas]
o sul da Austrália vem sofrendo impactos severos”, disse Hobday.
Na
última vez em que uma onda de calor marinha atingiu o sul da Austrália e a
Tasmânia, pinguins ficaram sem alimento, houve mortandade de peixes,
proliferação de algas que reduziu os níveis de oxigênio na água e aumento na
presença de águas-vivas.
A
Austrália adotou recentemente sistemas de alerta antecipado para eventos
extremos no mar. Com isso, é possível, por exemplo, organizar apoio financeiro
ao setor pesqueiro, transferir espécies essenciais para áreas mais seguras e
reforçar o monitoramento dos corais.
Mas
este episódio caminha para ser sem precedentes — e Hobday admite estar bastante
preocupado.
STALLARD, Esme; POYNTING, Mark;
DALE, Becky. 'El Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para o
fenômeno que põe planeta em 'águas desconhecidas'. BBC News Brasil, 3 set.
2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm2q5nl0pg3o.
Acesso em: 17 set. 2026.
"Na última vez em que uma onda de calor marinha atingiu o sul da Austrália e a Tasmânia, pinguins ficaram sem alimento, houve mortandade de peixes, proliferação de algas que reduziu os níveis de oxigênio na água e aumento na presença de águas-vivas."
Com base no emprego do hífen na palavra 'águas-vivas', analise as asserções a seguir.
I. O vocábulo 'águas-vivas' está adequadamente grafado com hífen, ao passo que 'maxirresultado' e 'antissemita' são grafados sem hífen.
PORQUE
II. O vocábulo 'águas-vivas' designa uma espécie zoológica, que deve ser hifenizada; já os vocábulos formados com prefixos ou falsos prefixos terminados em vogal, diante de segundo elemento iniciado por r ou s, são grafados sem hífen, com duplicação dessas consoantes, conforme ocorre em 'maxirresultado' e 'antissemita'.
A respeito das asserções, assinale a alternativa CORRETA.
O
texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'El
Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para fenômeno que põe planeta
em 'águas desconhecidas'.
O
mundo entrou em uma “zona de perigo de eventos climáticos extremos” à
medida que os efeitos do El Niño começam a ser sentidos globalmente, alertou
António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
A
Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU, divulgou os dados
mais recentes sobre o fenômeno natural indicando que este El Niño pode ser o
mais forte em mais de 70 anos e durar pelo menos até fevereiro de 2027.
O
El Niño altera os padrões climáticos em diferentes partes do mundo, provocando
secas em algumas regiões e tufões mais intensos e enchentes em outras. São
esperadas, por exemplo, chuvas acima da média em partes do leste da África, do
sul do Brasil e do sul dos Estados Unidos, aumentando o risco de enchentes.
Meteorologistas
também afirmam que o El Niño elevará as temperaturas em alguns lugares,
somando-se ao aumento da temperatura global provocado pelas mudanças climáticas
causadas pela atividade humana.
“O
El Niño está ganhando proporções gigantescas diante dos nossos olhos. A ciência
não deixa margem para dúvidas: o planeta está entrando em águas desconhecidas,
e essas águas estão ficando mais quentes”, disse Guterres, da ONU.
A
BBC conversou com governos e cientistas sobre as medidas adotadas em diferentes
partes do mundo para reduzir o risco de mortes, deslocamentos de populações e
danos ambientais. Sistemas de alerta precoce foram reforçados, assim como o
envio preventivo de assistência médica, mas a intensidade deste episódio
preocupa especialmente devido aos riscos para grupos mais vulneráveis.
A
OMM, agência da ONU, afirmou ter realizado uma “grande mobilização”
para fazer com que suas previsões sobre possíveis eventos climáticos extremos
associados ao El Niño cheguem ao maior número possível de comunidades.
“O
El Niño tem potencial para causar um enorme impacto em comunidades e economias
de todo o mundo”, alertou Celeste Saulo, secretária-geral da OMM. O El
Niño é um fenômeno natural que se desenvolve no oceano Pacífico e está
associado a uma mudança nos padrões dos ventos. Essa alteração permite que
águas quentes avancem para leste e liberem calor na atmosfera.
A
temperatura do mar nas regiões central e leste do Pacífico tropical subiu
acentuadamente nos últimos meses — um sinal claro de que o El Niño está se
intensificando.
Na
principal região do Pacífico usada para acompanhar o fenômeno, a temperatura da
superfície do mar ficou mais de 2°C acima da média nas últimas semanas, nível
que já colocaria este episódio na categoria de “muito forte”.
E
a expectativa é que ultrapasse até mesmo esse patamar. As previsões indicam
que, na média mensal, a temperatura da superfície do mar pode chegar perto de
4°C acima da média.
Isso
faria deste o El Niño mais forte desde pelo menos 1950 — e possivelmente com
grande folga em relação aos anteriores.
Abaixo
da superfície do Pacífico, as temperaturas são ainda mais excepcionais: em
alguns locais, estão mais de 8°C acima da média.
Temperaturas
do mar acima do normal também são esperadas em outras partes do mundo, entre
elas o oceano Índico, o Atlântico tropical e regiões próximas à costa da
Austrália.
Por
causa da rica vida marinha da Austrália, as alterações na temperatura dos
oceanos são motivo de especial preocupação no país.
Nos
últimos anos, a Austrália tem sido atingida por ondas de calor marinhas,
impulsionadas pelas mudanças climáticas.
O
El Niño é um fenômeno natural, mas tende a provocar o tipo de calor extremo que
também contribui para esses desastres, disse à BBC Alistair Hobday,
pesquisador-chefe da agência científica da Austrália.
Neste
ano, as previsões de ondas de calor marinhas indicam que a Grande Barreira de
Corais será poupada das condições mais severas, dando aos corais mais tempo
para se recuperar.
"[Mas]
o sul da Austrália vem sofrendo impactos severos”, disse Hobday.
Na
última vez em que uma onda de calor marinha atingiu o sul da Austrália e a
Tasmânia, pinguins ficaram sem alimento, houve mortandade de peixes,
proliferação de algas que reduziu os níveis de oxigênio na água e aumento na
presença de águas-vivas.
A
Austrália adotou recentemente sistemas de alerta antecipado para eventos
extremos no mar. Com isso, é possível, por exemplo, organizar apoio financeiro
ao setor pesqueiro, transferir espécies essenciais para áreas mais seguras e
reforçar o monitoramento dos corais.
Mas
este episódio caminha para ser sem precedentes — e Hobday admite estar bastante
preocupado.
STALLARD, Esme; POYNTING, Mark;
DALE, Becky. 'El Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para o
fenômeno que põe planeta em 'águas desconhecidas'. BBC News Brasil, 3 set.
2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm2q5nl0pg3o.
Acesso em: 17 set. 2026.
O El Niño está ganhando proporções gigantescas diante dos nossos olhos. A ciência não deixa margem para dúvidas: o planeta está entrando em águas desconhecidas, e essas águas estão ficando mais quentes", disse Guterres [...]. O El Niño é um fenômeno natural que se desenvolve no oceano Pacífico e está associado a uma mudança nos padrões dos ventos.
Essa alteração permite que águas quentes avancem para leste e liberem calor na atmosfera. [...] Isso faria deste o El Niño mais forte desde pelo menos 1950 [...]. O El Niño é um fenômeno natural, mas tende a provocar o tipo de calor extremo que também contribui para esses desastres, disse à BBC Alistair Hobday [...]."
Considerando os mecanismos de coesão e os fatores de coerência presentes no trecho, assinale a alternativa CORRETA.
O
texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'El
Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para fenômeno que põe planeta
em 'águas desconhecidas'.
O
mundo entrou em uma “zona de perigo de eventos climáticos extremos” à
medida que os efeitos do El Niño começam a ser sentidos globalmente, alertou
António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
A
Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU, divulgou os dados
mais recentes sobre o fenômeno natural indicando que este El Niño pode ser o
mais forte em mais de 70 anos e durar pelo menos até fevereiro de 2027.
O
El Niño altera os padrões climáticos em diferentes partes do mundo, provocando
secas em algumas regiões e tufões mais intensos e enchentes em outras. São
esperadas, por exemplo, chuvas acima da média em partes do leste da África, do
sul do Brasil e do sul dos Estados Unidos, aumentando o risco de enchentes.
Meteorologistas
também afirmam que o El Niño elevará as temperaturas em alguns lugares,
somando-se ao aumento da temperatura global provocado pelas mudanças climáticas
causadas pela atividade humana.
“O
El Niño está ganhando proporções gigantescas diante dos nossos olhos. A ciência
não deixa margem para dúvidas: o planeta está entrando em águas desconhecidas,
e essas águas estão ficando mais quentes”, disse Guterres, da ONU.
A
BBC conversou com governos e cientistas sobre as medidas adotadas em diferentes
partes do mundo para reduzir o risco de mortes, deslocamentos de populações e
danos ambientais. Sistemas de alerta precoce foram reforçados, assim como o
envio preventivo de assistência médica, mas a intensidade deste episódio
preocupa especialmente devido aos riscos para grupos mais vulneráveis.
A
OMM, agência da ONU, afirmou ter realizado uma “grande mobilização”
para fazer com que suas previsões sobre possíveis eventos climáticos extremos
associados ao El Niño cheguem ao maior número possível de comunidades.
“O
El Niño tem potencial para causar um enorme impacto em comunidades e economias
de todo o mundo”, alertou Celeste Saulo, secretária-geral da OMM. O El
Niño é um fenômeno natural que se desenvolve no oceano Pacífico e está
associado a uma mudança nos padrões dos ventos. Essa alteração permite que
águas quentes avancem para leste e liberem calor na atmosfera.
A
temperatura do mar nas regiões central e leste do Pacífico tropical subiu
acentuadamente nos últimos meses — um sinal claro de que o El Niño está se
intensificando.
Na
principal região do Pacífico usada para acompanhar o fenômeno, a temperatura da
superfície do mar ficou mais de 2°C acima da média nas últimas semanas, nível
que já colocaria este episódio na categoria de “muito forte”.
E
a expectativa é que ultrapasse até mesmo esse patamar. As previsões indicam
que, na média mensal, a temperatura da superfície do mar pode chegar perto de
4°C acima da média.
Isso
faria deste o El Niño mais forte desde pelo menos 1950 — e possivelmente com
grande folga em relação aos anteriores.
Abaixo
da superfície do Pacífico, as temperaturas são ainda mais excepcionais: em
alguns locais, estão mais de 8°C acima da média.
Temperaturas
do mar acima do normal também são esperadas em outras partes do mundo, entre
elas o oceano Índico, o Atlântico tropical e regiões próximas à costa da
Austrália.
Por
causa da rica vida marinha da Austrália, as alterações na temperatura dos
oceanos são motivo de especial preocupação no país.
Nos
últimos anos, a Austrália tem sido atingida por ondas de calor marinhas,
impulsionadas pelas mudanças climáticas.
O
El Niño é um fenômeno natural, mas tende a provocar o tipo de calor extremo que
também contribui para esses desastres, disse à BBC Alistair Hobday,
pesquisador-chefe da agência científica da Austrália.
Neste
ano, as previsões de ondas de calor marinhas indicam que a Grande Barreira de
Corais será poupada das condições mais severas, dando aos corais mais tempo
para se recuperar.
"[Mas]
o sul da Austrália vem sofrendo impactos severos”, disse Hobday.
Na
última vez em que uma onda de calor marinha atingiu o sul da Austrália e a
Tasmânia, pinguins ficaram sem alimento, houve mortandade de peixes,
proliferação de algas que reduziu os níveis de oxigênio na água e aumento na
presença de águas-vivas.
A
Austrália adotou recentemente sistemas de alerta antecipado para eventos
extremos no mar. Com isso, é possível, por exemplo, organizar apoio financeiro
ao setor pesqueiro, transferir espécies essenciais para áreas mais seguras e
reforçar o monitoramento dos corais.
Mas
este episódio caminha para ser sem precedentes — e Hobday admite estar bastante
preocupado.
STALLARD, Esme; POYNTING, Mark;
DALE, Becky. 'El Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para o
fenômeno que põe planeta em 'águas desconhecidas'. BBC News Brasil, 3 set.
2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm2q5nl0pg3o.
Acesso em: 17 set. 2026.
"Nos últimos anos, a Austrália tem sido atingida por ondas de calor marinhas, impulsionadas pelas mudanças climáticas."
Com base nas regras de concordância nominal e verbal, analise as asserções a seguir.
I. No trecho, os adjetivos 'marinhas' e 'impulsionadas' apresentam concordância adequada, assim como o adjetivo 'delicada' em 'De repente, delicada se mostravam a situação e o perigo da falta de vacinação'.
PORQUE
II. Os adjetivos 'marinhas' e 'impulsionadas' concordam com 'ondas', enquanto 'delicada' estabelece concordância com o substantivo 'situação', concordância aceita na norma-padrão.
A respeito das asserções, assinale a alternativa CORRETA.
O
texto seguinte servirá de base para responder à questão.
'El
Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para fenômeno que põe planeta
em 'águas desconhecidas'.
O
mundo entrou em uma “zona de perigo de eventos climáticos extremos” à
medida que os efeitos do El Niño começam a ser sentidos globalmente, alertou
António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
A
Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU, divulgou os dados
mais recentes sobre o fenômeno natural indicando que este El Niño pode ser o
mais forte em mais de 70 anos e durar pelo menos até fevereiro de 2027.
O
El Niño altera os padrões climáticos em diferentes partes do mundo, provocando
secas em algumas regiões e tufões mais intensos e enchentes em outras. São
esperadas, por exemplo, chuvas acima da média em partes do leste da África, do
sul do Brasil e do sul dos Estados Unidos, aumentando o risco de enchentes.
Meteorologistas
também afirmam que o El Niño elevará as temperaturas em alguns lugares,
somando-se ao aumento da temperatura global provocado pelas mudanças climáticas
causadas pela atividade humana.
“O
El Niño está ganhando proporções gigantescas diante dos nossos olhos. A ciência
não deixa margem para dúvidas: o planeta está entrando em águas desconhecidas,
e essas águas estão ficando mais quentes”, disse Guterres, da ONU.
A
BBC conversou com governos e cientistas sobre as medidas adotadas em diferentes
partes do mundo para reduzir o risco de mortes, deslocamentos de populações e
danos ambientais. Sistemas de alerta precoce foram reforçados, assim como o
envio preventivo de assistência médica, mas a intensidade deste episódio
preocupa especialmente devido aos riscos para grupos mais vulneráveis.
A
OMM, agência da ONU, afirmou ter realizado uma “grande mobilização”
para fazer com que suas previsões sobre possíveis eventos climáticos extremos
associados ao El Niño cheguem ao maior número possível de comunidades.
“O
El Niño tem potencial para causar um enorme impacto em comunidades e economias
de todo o mundo”, alertou Celeste Saulo, secretária-geral da OMM. O El
Niño é um fenômeno natural que se desenvolve no oceano Pacífico e está
associado a uma mudança nos padrões dos ventos. Essa alteração permite que
águas quentes avancem para leste e liberem calor na atmosfera.
A
temperatura do mar nas regiões central e leste do Pacífico tropical subiu
acentuadamente nos últimos meses — um sinal claro de que o El Niño está se
intensificando.
Na
principal região do Pacífico usada para acompanhar o fenômeno, a temperatura da
superfície do mar ficou mais de 2°C acima da média nas últimas semanas, nível
que já colocaria este episódio na categoria de “muito forte”.
E
a expectativa é que ultrapasse até mesmo esse patamar. As previsões indicam
que, na média mensal, a temperatura da superfície do mar pode chegar perto de
4°C acima da média.
Isso
faria deste o El Niño mais forte desde pelo menos 1950 — e possivelmente com
grande folga em relação aos anteriores.
Abaixo
da superfície do Pacífico, as temperaturas são ainda mais excepcionais: em
alguns locais, estão mais de 8°C acima da média.
Temperaturas
do mar acima do normal também são esperadas em outras partes do mundo, entre
elas o oceano Índico, o Atlântico tropical e regiões próximas à costa da
Austrália.
Por
causa da rica vida marinha da Austrália, as alterações na temperatura dos
oceanos são motivo de especial preocupação no país.
Nos
últimos anos, a Austrália tem sido atingida por ondas de calor marinhas,
impulsionadas pelas mudanças climáticas.
O
El Niño é um fenômeno natural, mas tende a provocar o tipo de calor extremo que
também contribui para esses desastres, disse à BBC Alistair Hobday,
pesquisador-chefe da agência científica da Austrália.
Neste
ano, as previsões de ondas de calor marinhas indicam que a Grande Barreira de
Corais será poupada das condições mais severas, dando aos corais mais tempo
para se recuperar.
"[Mas]
o sul da Austrália vem sofrendo impactos severos”, disse Hobday.
Na
última vez em que uma onda de calor marinha atingiu o sul da Austrália e a
Tasmânia, pinguins ficaram sem alimento, houve mortandade de peixes,
proliferação de algas que reduziu os níveis de oxigênio na água e aumento na
presença de águas-vivas.
A
Austrália adotou recentemente sistemas de alerta antecipado para eventos
extremos no mar. Com isso, é possível, por exemplo, organizar apoio financeiro
ao setor pesqueiro, transferir espécies essenciais para áreas mais seguras e
reforçar o monitoramento dos corais.
Mas
este episódio caminha para ser sem precedentes — e Hobday admite estar bastante
preocupado.
STALLARD, Esme; POYNTING, Mark;
DALE, Becky. 'El Niño de proporções gigantescas': o alerta da ONU para o
fenômeno que põe planeta em 'águas desconhecidas'. BBC News Brasil, 3 set.
2026. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm2q5nl0pg3o.
Acesso em: 17 set. 2026.
"Nos últimos anos, a Austrália tem sido atingida por ondas de calor marinhas, impulsionadas pelas mudanças climáticas."
Com base nas regras de acentuação, assinale a alternativa que apresenta as palavras que devem ser acentuadas pela mesma regra de 'climáticas'.
Nas Ciências, os pesquisadores formulam hipóteses, isto é, explicações provisórias fundamentadas, cuja validade deve ser examinada mediante a obtenção e a análise de evidências. Sobre a formulação de hipóteses nas atividades investigativas, julgue os itens a seguir como verdadeiros (V) ou falsos (F).
(__) A formulação de hipóteses orienta a investigação ao direcionar as estratégias de coleta de dados e explicitar os resultados esperados, sem assegurar que eles serão efetivamente encontrados.
(__) A definição prévia das hipóteses possibilita confrontar as expectativas formuladas com os dados obtidos durante a atividade investigativa.
(__) A formulação independente de uma mesma suposição por pesquisadores de diferentes partes do mundo confere-lhe validade científica, ainda que não seja sustentada por procedimentos investigativos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
O sistema digestório transfere nutrientes, água e eletrólitos do ambiente externo para o meio interno corporal. Para desempenhar essa função, realiza processos que envolvem transformação dos alimentos, transporte de substâncias através do epitélio e deslocamento do conteúdo gastrointestinal. Relacione os processos apresentados na coluna I às situações fisiológicas descritas na coluna II.
Coluna I
1. Digestão.
2. Absorção.
3. Secreção.
4. Motilidade.
Coluna II
(__) Progressão e mistura do conteúdo gastrointestinal em decorrência das contrações da musculatura do trato digestório.
(__) Liberação de substâncias produzidas pelas células epiteliais no lúmen ou no líquido extracelular, bem como transferência de água e íons para o interior do trato gastrointestinal.
(__) Fragmentação mecânica e degradação química dos alimentos em unidades menores, sem que isso implique necessariamente sua passagem pelo epitélio intestinal.
(__) Transferência de moléculas presentes no lúmen gastrointestinal para o líquido extracelular, após atravessarem o epitélio intestinal.
Assinale a alternativa que apresenta a associação CORRETA, de cima para baixo.