Questões de Concurso Público Prefeitura de Exu - PE 2026 para Professor de Educação Infantil

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Q4414295 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

O texto contém construções em que a concordância exige identificar corretamente o núcleo do sujeito, o termo modificado por um adjetivo ou particípio e a natureza oracional de certos sujeitos. Sobre a concordância nominal e verbal nos trechos transcritos, julgue as afirmações abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):



(__) Em "é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas", "comum" fica no singular porque o sujeito de "é" é a oração infinitiva, e não a série de substantivos.


(__) Em "dada a possibilidade de descobrir algo", o particípio concorda com "possibilidade" e passaria a "dadas" caso esse substantivo fosse pluralizado no mesmo contexto.


(__) Em "outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador", o particípio poderia concordar com "trabalhador", termo mais próximo, sem desvio da norma-padrão.


(__) Em "Ser cientista é intelectualmente estimulante", o adjetivo concorda com "cientista", núcleo do sujeito, e iria para o plural na construção "Ser cientistas".


(__) Em "A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer", o verbo concorda com "natureza", e não com "atividade", núcleo de um adjunto.



A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q4414296 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

Os sinais de pontuação do texto contribuem para a organização sintática dos períodos e para a construção de efeitos de sentido, como ênfase, destaque de expressões e interlocução com o leitor. Acerca do emprego dos sinais de pontuação no texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4414297 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

No texto, pronomes de diferentes classes estabelecem referência a termos e ideias, articulam orações e exercem funções sintáticas variadas, o que exige distinguir referente, classe e função de cada ocorrência. Considerando o emprego dos pronomes e as relações que estabelecem no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4414298 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

O emprego do acento gráfico obedece a regras que consideram a posição da sílaba tônica, a terminação do vocábulo, o timbre da vogal e, em alguns casos, a necessidade de distinguir formas homógrafas. Considerando as regras do Acordo Ortográfico vigente e as palavras empregadas no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4414299 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

O texto apresenta palavras formadas por prefixação e ocorrências de hífen em colocação pronominal, casos regidos por bases distintas do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Considerando essas regras, analise as afirmativas a seguir:



I. "Infraestrutura" dispensa hífen porque o prefixo "infra" termina em vogal diferente daquela que inicia o segundo elemento da palavra.


II. Em "tornar-se professor universitário", o hífen liga o pronome oblíquo átono ao verbo, emprego distinto daquele que ocorre em palavras compostas.


III. Caso o autor mencionasse a etapa que sucede o doutorado, deveria grafá-la "posdoutorado", pois o Acordo suprimiu o hífen após prefixos terminados em consoante.


IV. Caso o autor aludisse a pesquisas assinadas em parceria, a grafia "co-autoria" seria adequada, pois o hífen se mantém quando o prefixo é átono.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4414300 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

No texto, várias palavras exercem papel de núcleo ou de modificador em expressões nominais, e algumas delas mudam de classe gramatical conforme a posição e a função que ocupam na frase. Considerando a classe e o funcionamento dessas palavras no contexto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4414301 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

O texto discute a atratividade da carreira científica no Brasil e desloca, ao longo dos parágrafos, o foco da análise dos recursos materiais para as pessoas que produzem conhecimento e para as condições em que elas trabalham. Considerando a argumentação desenvolvida no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4414302 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

O período a seguir reescreve ideias do texto e deve ser completado com palavras que preservem as relações de sentido presentes no original, mantendo equivalência com os termos ali empregados. Analise a afirmativa abaixo:


Para o autor, a incerteza __________ à atividade científica deve ficar contida no âmbito das hipóteses, sem __________ para a vida profissional do pesquisador, cuja trajetória, marcada por __________, contrasta com o legado __________ que a carreira pode oferecer.


Assinale a alternativa que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas. 

Alternativas
Q4414303 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

No primeiro parágrafo, lê-se: "Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados." Considerando o emprego das formas verbais e da voz verbal nesse período, analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:


I. O emprego reiterado de locuções verbais na voz passiva analítica, sem agente expresso, permite ao autor pôr em evidência os seres afetados pelas ações: laboratórios, equipamentos, editais e cientistas.


PORQUE


II. Na voz passiva, o termo que sofre a ação ocupa a posição de sujeito da oração, e a omissão do agente torna secundária a identificação de quem pratica a ação.



A respeito dessas asserções, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q4414304 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Quem quer ser cientista?


Quando pensamos nos desafios da ciência brasileira, é comum falarmos de financiamento, infraestrutura, equipamentos ou bolsas. Mas quem é que fará ciência no futuro? Nenhum sistema científico existe sem pessoas dispostas a dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento. Ao passo que laboratórios podem ser construídos, equipamentos podem ser comprados e editais podem ser lançados, cientistas, por outro lado, precisam ser formados. E precisam querer ser cientistas. [...]


Iniciemos considerando que a carreira acadêmica não deixou de ser boa. Pelo contrário, poucas profissões oferecem uma combinação de autonomia intelectual e potencial de legado permanente, dada a possibilidade de descobrir algo que ninguém conhecia e de formar novas gerações de mentes pensantes. Ser cientista é intelectualmente estimulante. Mas acho que o problema está em outros lugares, como na trajetória necessária para chegar a essa carreira e na forma como ela é percebida pela sociedade. [...]


Durante anos, um profissional altamente qualificado pode não saber exatamente onde trabalhará ou se terá condições de continuar fazendo pesquisa. Isso importa porque a academia concorre, em desvantagem, com todas as outras possibilidades profissionais oferecidas a um trabalhador com esse perfil. Isso gera um mercado de trabalho científico restrito, fazendo com que "seguir carreira acadêmica" seja sinônimo de tornar-se professor universitário. [...]


Ser cientista deve fazer sentido como projeto de vida. A carreira acadêmica não é um caminho fácil, pois a ciência exige, além de curiosidade, muita persistência, criatividade e disposição para lidar com aquilo que ainda não sabemos. A natureza intrinsecamente incerta da atividade científica deve permanecer no âmbito das hipóteses que eventualmente não se confirmam e não extravasar como insegurança de futuro profissional. [...]


MARTINS-DE-SOUZA, Daniel. Quem quer ser cientista? Jornal da Unicamp, Campinas, 15 set. 2026. Disponível em: https://jornal.unicamp.br/artigo/2026/09/15/daniel-martins-de-souza/quem-quer-ser-cientista/. Acesso em: 23 set. 2026. (Adaptado.)

O emprego do acento grave indicativo de crase depende da regência do termo antecedente e da possibilidade de o termo seguinte receber artigo definido feminino. Associe as colunas abaixo, relacionando as justificativas (Coluna 1) às ocorrências do texto ou às reescritas propostas a partir dele (Coluna 2).


Coluna 1:


1. Crase obrigatória, resultante da fusão da preposição exigida pelo termo regente com o artigo definido feminino.


2. Ausência de crase diante de pronome demonstrativo que não se inicia pela vogal "a".


3. Ausência de crase diante de artigo indefinido feminino.


4. Crase facultativa diante de pronome possessivo feminino no singular.


Coluna 2:


(__) "a" em "chegar a essa carreira", no texto.


(__) "à" em "dedicar parte importante de suas vidas à produção de conhecimento", no texto.


(__) "à" na reescrita "pesquisadores que se dedicam à sua investigação".


(__) "a" na reescrita "possibilidades oferecidas a uma pesquisadora".



Assinale a alternativa que contém a associação CORRETA, de cima para baixo. 

Alternativas
Q4414305 Saúde Pública

Entre as décadas de 1960 e 1970, a Chapada do Araripe, no município de Exu (PE), sediou uma experiência científica de relevância nacional no campo da saúde pública, conhecida como Plano Piloto de Peste. A respeito dessa experiência, analise as afirmativas a seguir.



I. O plano funcionou entre 1966 e 1974 e decorreu de convite do governo brasileiro ao pesquisador Marcel Baltazard, do Instituto Pasteur de Paris.


II. Os estudos apontaram o rato doméstico como o roedor responsável pela epizootização da peste na área investigada.


III. A execução envolveu o Departamento Nacional de Endemias Rurais e os Institutos Pasteur de Paris e de Teerã.


IV. Os trabalhos resultaram no isolamento de 719 cepas de Yersinia pestis, que formaram a maior coleção brasileira do agente.



Assinale a alternativa que apresenta todas as afirmativas CORRETAS.

Alternativas
Q4414306 História e Geografia de Estados e Municípios

A trajetória político-administrativa de Exu registra sucessivas criações, extinções e recriações, estabelecidas por normas de natureza eclesiástica, provincial e estadual. Considere os seguintes marcos dessa trajetória, conforme o histórico de formação administrativa do município.



I. Elevação à condição de sede do município, pela Lei Estadual nº 844.


II. Criação da freguesia do Senhor Bom Jesus dos Aflitos de Exu.


III. Recriação da vila, com a mesma denominação, pela Lei Provincial nº 442.


IV. Extinção da vila, pela Lei Provincial nº 548.



Assinale a alternativa que apresenta a ordem cronológica CORRETA desses marcos, do mais antigo para o mais recente. 

Alternativas
Q4414307 História e Geografia de Estados e Municípios

Ao planejar uma sequência didática sobre as origens de Exu, um professor organizou afirmativas acerca do processo de povoamento da localidade, conforme o histórico do município divulgado pela Prefeitura de Exu. Julgue as afirmativas a seguir em verdadeiras (V) ou falsas (F).



(__) Os vaqueiros, levados pelos indígenas às suas tabas, informaram aos patrões que aquelas terras tinham fontes de águas excelentes e terrenos bons para cultivar e criar.


(__) A capelinha construída pelos jesuítas foi dedicada ao Senhor Bom Jesus dos Aflitos, invocação que se tornou a do padroeiro da cidade.


(__) A Fazenda da Torre era habitada por proprietários pernambucanos, que decidiram ocupar as terras dos indígenas após receberem notícias trazidas pelos jesuítas.


(__) Os jesuítas chegaram antes dos fazendeiros e fixaram residência definitiva na localidade, onde passaram a conduzir a vida religiosa do povoado.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

Alternativas
Q4414308 História e Geografia de Estados e Municípios

Para uma aula de cartografia sobre o Sertão do Araripe, um professor pediu aos estudantes que representassem, em um croqui, os limites de Exu com os municípios pernambucanos vizinhos, respeitando os pontos cardeais, e que indicassem também a divisa interestadual do município.


Assinale a alternativa que descreve de forma CORRETA esses limites.

Alternativas
Q4414309 História e Geografia de Estados e Municípios

Leia o fragmento a seguir, elaborado para uma aula sobre a identidade cívica do município de Exu, no estado de Pernambuco (PE).


"Quem nasce em Exu é chamado de ___________ ou ___________, e o feriado municipal da emancipação política é comemorado em ___________."


Assinale a alternativa que preenche de forma CORRETA as lacunas do fragmento, na ordem apresentada.

Alternativas
Q4414310 Pedagogia

Uma rede municipal de ensino identificou, durante a revisão dos projetos político-pedagógicos de suas escolas, necessidades de ampliação dos recursos didáticos, adequação dos espaços escolares e fortalecimento das condições de trabalho dos profissionais da educação. Paralelamente, a Secretaria Municipal de Educação iniciou a elaboração de sua proposta orçamentária, considerando as receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB) e as prioridades educacionais identificadas nas unidades escolares. O Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB) também solicitou informações sobre a previsão e a utilização dos recursos.


Considerando conjuntamente os arts. 12, incisos I e II, e 14 da Lei Federal nº 9.394/1996 e os arts. 25, 26 e 33 da Lei Federal nº 14.113/2020 e com base no caso apresentado, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4414311 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015

Durante a análise de procedimentos de organização dos serviços educacionais destinados aos estudantes com deficiência, surgem divergências sobre a relação entre o projeto pedagógico, o Atendimento Educacional Especializado (AEE), a oferta de profissionais de apoio e a utilização dos recursos de tecnologia assistiva.


Considerando exclusivamente o art. 28, incisos III, V, VII e XVII, da Lei Federal nº 13.146/2015, assinale a alternativa CORRETA quanto às responsabilidades do poder público na organização da educação inclusiva.

Alternativas
Q4414312 Pedagogia

Uma rede municipal de ensino pretende aperfeiçoar os procedimentos de avaliação institucional de suas unidades escolares. Durante a discussão, são apresentadas diferentes propostas para articular os resultados das avaliações externas, os indicadores de fluxo escolar, os registros pedagógicos e as percepções dos diversos segmentos da comunidade. A equipe gestora deverá definir uma metodologia que permita compreender os processos institucionais e subsidiar decisões relacionadas à qualidade da educação.


Considerando os fundamentos da avaliação institucional participativa e sua articulação com o planejamento educacional, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4414313 Pedagogia

Em um processo de revisão das atribuições dos Conselhos Escolares e elaboração de projetos pedagógicos, a equipe gestora deverá considerar as disposições legais que regulamentam a gestão democrática e a atuação das instâncias colegiadas.


Com base exclusivamente nos arts. 12, inciso XII, 13, inciso I, e 14, incisos I e II e §§ 1º e 2º, da Lei Federal nº 9.394/1996 (LDB), com as alterações introduzidas pela Lei Federal nº 14.644/2023, analise as assertivas.



I. A definição das normas de gestão democrática da educação básica pública compete à legislação dos respectivos Estados, Municípios e Distrito Federal, consideradas suas peculiaridades e os princípios estabelecidos na Lei de Diretrizes e Bases (LDB) .


II. A composição do Conselho Escolar compreende representantes eleitos pelas comunidades escolar e local, cabendo ao diretor integrar o colegiado na condição de membro nato.


III. A participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico constitui princípio da gestão democrática, enquanto a colaboração docente na articulação entre escola, famílias e comunidade integra suas incumbências legais.


IV. O Fórum dos Conselhos Escolares constitui órgão consultivo vinculado à direção das unidades escolares, responsável por homologar as decisões administrativas dos conselhos integrantes de sua circunscrição.


V. A participação dos estudantes no Conselho Escolar fica condicionada à conclusão do Ensino Fundamental, enquanto a representação dos responsáveis ocorre mediante indicação da direção da unidade escolar.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4414314 Pedagogia

A aprovação do novo Plano Nacional de Educação (PNE) estabelece parâmetros para o planejamento decenal, a cooperação federativa e o acompanhamento das políticas educacionais. Sua implementação exige que os gestores compreendam as competências atribuídas às diferentes esferas governamentais, os instrumentos de monitoramento e os procedimentos relacionados à elaboração dos planos educacionais.


Com base exclusivamente nos arts. 6º, 7º, 11º, 13º e 34º da Lei Federal nº 15.388, de 14 de abril de 2026, analise as afirmativas e registre V para as verdadeiras e F para as falsas.



(__) A elaboração dos planos decenais de educação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios deve ocorrer mediante lei específica, em consonância com o PNE, contando com a participação de representantes da comunidade educacional e da sociedade civil.


(__) O monitoramento das metas nacionais compete ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mediante publicação anual dos índices de alcance das metas, acompanhados de informações organizadas por unidade da Federação e consolidadas em âmbito nacional.


(__) A governança do PNE compreende uma instância tripartite permanente de negociação, cooperação e pactuação entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios, no âmbito do Ministério da Educação. 


(__) Os Estados e o Distrito Federal dispõem de quinze meses para publicar seus planos decenais, enquanto os Municípios deverão concluir esse procedimento no prazo de doze meses, contados da publicação da lei.


(__) Os Poderes Executivos das diferentes esferas federativas devem elaborar, a cada dois anos, planos de ações educacionais referentes aos dois exercícios seguintes, observadas as disposições legais relativas ao seu conteúdo.



Assinale a sequência CORRETA, de cima para baixo:

Alternativas
Respostas
1: B
2: B
3: D
4: C
5: D
6: A
7: B
8: C
9: E
10: B
11: E
12: C
13: B
14: E
15: A
16: B
17: B
18: E
19: D
20: D