Questões de Concurso Público Prefeitura de Craíbas - AL 2025 para Professor de Língua Portuguesa

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Q3797814 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, "adaptação brasileira de um personagem norte-americano".
Em relação à análise sintática do termo destacado, é CORRETO afirmar que o termo destacado trata-se de:
Alternativas
Q3797815 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais "que" compravam as edições para os filhos.

Em relação à classificação das palavras, é CORRETO afirmar que o vocábulo destacado trata-se de:
Alternativas
Q3797816 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
O texto caracteriza uma publicação voltada ao público infantil, com narrativas, quadrinhos e conteúdos educativos, que circulou por décadas no Brasil.

De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA quanto à tipologia e ao gênero textual predominantes.
Alternativas
Q3797817 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
Os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e "se tornaram" responsáveis por grande parte de sua popularidade.
A colocação pronominal destacada na frase denomina-se
Alternativas
Q3797818 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar "às escolas", formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é CORRETO afirmar que, nesta frase,
Alternativas
Q3797819 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.

Em relação ao mecanismo de coesão textual empregado na articulação entre os períodos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3797820 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista "cumpriu" um papel informal no processo educacional da sociedade.

Em relação à regência verbal, é CORRETO afirmar que o verbo destacado funciona como verbo
Alternativas
Q3797821 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
Texto-base apresenta a trajetória de uma revista infantil que marcou a história da leitura no Brasil, destacando seu papel formativo, cultural e educacional ao longo de várias décadas.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3797822 Pedagogia
De acordo com o Art. 26, § 9º-A, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Federal nº 9.394/1996), e considerando apenas o texto legal, sem jurisprudência ou doutrina, a educação alimentar e nutricional deverá ser incluída CORRETAMENTE como:
Alternativas
Q3797823 Legislação Federal
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Federal nº 9.394/1996) estabelece princípios que orientam a organização da educação brasileira, segundo Art. 3°, sem considerar jurisprudência ou doutrina. Assinale, dentre as opções abaixo, o princípio CORRETO previsto nessa legislação.
Alternativas
Q3797824 Pedagogia
A Lei Federal n° 8.069/1990, Estatuto da Criança e do Adolescente, sem considerar jurisprudência ou doutrina, determina em um de seus artigos, Art. 55, que os pais ou responsável têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos:

I. Na rede regular de ensino.
II. Em atividades de educação informal, sendo a escola opcional, conforme decisão familiar.
III. Na educação básica pública obrigatória.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3797825 Ética na Administração Pública
O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, Decreto Federal n° 1.171/1994, estabelece como vedação ao servidor público, os seguintes itens:

I. Zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva.
II. Iludir ou tentar iludir qualquer pessoa que necessite do atendimento em serviços públicos.
III. Desviar servidor público para atendimento a interesse particular.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3797826 Ética na Administração Pública
O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, Decreto Federal n° 1.171/1994, estabelece como regras deontológicas que existem alguns princípios morais que são primados maiores que devem nortear o servidor público, seja no exercício do cargo ou função, ou fora dele, já que refletirá o exercício da vocação do próprio poder estatal.
Assinale-os CORRETAMENTE.
Alternativas
Q3797827 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
A Lei Federal n° 8.069/1990, Estatuto da Criança e do Adolescente, sem considerar jurisprudência ou doutrina, tem determinado que um dos deveres do Estado na garantia da educação é assegurar à criança e ao adolescente, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde, conforme inciso VII, CORRETAMENTE o atendimento do (s):
Alternativas
Q3797828 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal n° 8.069/1990), sem considerar jurisprudência ou doutrina, em seu Art. 59-A determina que instituições sociais públicas ou privadas que desenvolvam atividades com crianças e adolescentes e que recebam recursos públicos deverão exigir e manter certidões de antecedentes criminais de todos os seus colaboradores.
Sobre essa exigência, julgue as alternativas e assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Q3797829 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Estratégias didáticas para o ensino de leitura


O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura.

Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo.

Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno.

Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas.

No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea.

s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social


(COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
Práticas discursivas que envolvem a apresentação de conceitos, a organização lógica das ideias e a definição de finalidades comunicativas permitem identificar a função da linguagem que orienta a construção de um texto, especialmente quando ele se volta à exposição de conteúdos e à análise de processos, como ocorre no texto-base sobre estratégias de leitura.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3797830 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Estratégias didáticas para o ensino de leitura


O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura.

Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo.

Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno.

Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas.

No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea.

s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social


(COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
A leitura em ambientes virtuais "exige" do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços.
Em relação à regência verbal do termo destacado, é CORRETO afirmar que o verbo "exige":
Alternativas
Q3797831 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Estratégias didáticas para o ensino de leitura


O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura.

Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo.

Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno.

Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas.

No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea.

s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social


(COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
O ensino da leitura, "na contemporaneidade", enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação "do leitor" com as exigências impostas pelos ambientes digitais.

Em relação às classes de palavras dos termos destacados, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3797832 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Estratégias didáticas para o ensino de leitura


O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura.

Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo.

Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno.

Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas.

No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea.

s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social


(COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.
"Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos".

Em relação ao período composto por coordenação presente no trecho destacado, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3797833 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Estratégias didáticas para o ensino de leitura


O ensino da leitura, na contemporaneidade, enfrenta o desafio de articular práticas tradicionais de formação do leitor com as exigências impostas pelos ambientes digitais, marcados pela multiplicidade de linguagens, suportes e modos de interação. Ler, hoje, implica não apenas decodificar palavras, mas interpretar textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação. Nesse cenário, as estratégias didáticas assumem papel central na construção de competências leitoras compatíveis com a complexidade das práticas sociais de leitura.

Antes da leitura, a mediação docente deve promover a ativação de conhecimentos prévios, a antecipação de sentidos e a análise dos elementos que compõem a materialidade do texto, como título, imagens, organização gráfica e recursos visuais. Essas ações contribuem para que o leitor formule hipóteses, estabeleça expectativas e compreenda, desde o início, as condições de produção e circulação do texto. Trata-se de um momento essencial para situar a leitura em seu contexto sociocomunicativo.

Durante a leitura, as estratégias voltam-se para o acompanhamento da progressão temática, a identificação das ideias centrais, a análise dos mecanismos de coesão e a interpretação das relações estabelecidas entre diferentes linguagens. O leitor é levado a monitorar sua própria compreensão, a retomar trechos, a confirmar ou reformular hipóteses e a articular informações explícitas e implícitas. Nesse processo, o professor atua como mediador, orientando percursos interpretativos sem substituir a atividade cognitiva do aluno.

Após a leitura, as práticas devem favorecer a sistematização dos sentidos construídos, por meio de sínteses, debates, comparações entre textos, produção de respostas e retextualizações. Esse momento amplia a compreensão e possibilita a reflexão crítica sobre o conteúdo, a linguagem e os efeitos de sentido produzidos. Ao mobilizar diferentes gêneros e suportes, o trabalho pós-leitura contribui para que o estudante compreenda a leitura como prática social situada, vinculada a finalidades específicas.

No contexto dos multiletramentos, as estratégias didáticas para o ensino da leitura precisam considerar as transformações provocadas pelas tecnologias digitais. A leitura em ambientes virtuais exige do leitor habilidades de navegação, seleção de informações, avaliação da confiabilidade das fontes e articulação de conteúdos dispersos em diferentes espaços. Assim, formar leitores competentes implica prepará-los para lidar com a sobrecarga informacional e com a diversidade de discursos que circulam na sociedade contemporânea.

s estratégias didáticas, portanto, não se configuram como procedimentos isolados, mas como práticas integradas a uma concepção de leitura como atividade cognitiva, discursiva e socialmente situada. Ao planejar o ensino da leitura de forma intencional, progressiva e articulada às demandas dos novos contextos comunicativos, o professor contribui para a formação de sujeitos críticos, capazes de interpretar, selecionar, avaliar e produzir sentidos em diferentes esferas da vida social


(COSCARELLI, 2021). COSCARELLI, Carla Viana (org.). Leitura: um processo cada vez mais complexo. Belo Horizonte: Autêntica, 2021.adaptado.

"...textos híbridos, que combinam escrita, imagens, sons, hiperlinks e diferentes formas de organização da informação."



Em relação à estrutura de palavras dos termos destacados, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: D
4: B
5: B
6: D
7: C
8: C
9: B
10: C
11: C
12: D
13: D
14: C
15: C
16: C
17: D
18: C
19: A
20: C