Questões de Concurso Público Prefeitura de Seritinga - MG 2025 para Agente Comunitário de Saúde

Foram encontradas 30 questões

Q3794983 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.  



O sagrado da mesa



    Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.



    Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.



    Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir. Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.



    Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.



    Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.



Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Considerando os usos dos “porquês” na língua portuguesa, qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas do segundo parágrafo do texto? 
Alternativas
Q3794984 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.  



O sagrado da mesa



    Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.



    Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.



    Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir. Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.



    Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.



    Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.



Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

No período “As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo”, a autora articula ideias por meio de conectores que ampliam ou contrastam informações, produzindo efeitos semânticos específicos. Nesse contexto, a conjunção “mas” estabelece uma circunstância de: 
Alternativas
Q3794985 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.  



O sagrado da mesa



    Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.



    Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.



    Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir. Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.



    Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.



    Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.



Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

O texto articula dimensão simbólica, crítica social e reflexão antropológica para evidenciar como a ruptura dos rituais alimentares esvazia vínculos humanos e agrava desigualdades estruturais. A interpretação exige atenção à sobreposição de níveis: o doméstico, o cultural e o socioeconômico. Nesse sentido, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3794986 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.  



O sagrado da mesa



    Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.



    Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.



    Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir. Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.



    Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.



    Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.



Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

A construção discursiva do texto opera pela tensão entre o simbolismo da mesa e a materialidade da fome, recorrendo a contrastes que evidenciam paradoxos sociais. Assim, analise as assertivas a seguir acerca dos elementos centrais dessa articulação: 

I. O texto sugere que a ruptura do ritual da refeição — substituído por distrações tecnológicas — enfraquece não apenas o convívio familiar, mas a própria consciência ética sobre o alimento e sua origem.

II. A referência aos percentuais de desperdício e aos milhões de toneladas de alimentos jogados fora cumpre função argumentativa de denunciar uma incoerência estrutural: a abundância coexistindo com a privação extrema.

III. Ao afirmar que “a humanidade ainda tem fome de presença”, o texto encerra-se com uma personificação que desloca o foco da alimentação material para a carência relacional, sustentando a tese de que o ato de comer é, essencialmente, um fenômeno de pertencimento social.

Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3794987 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.  



O sagrado da mesa



    Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.



    Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.



    Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir. Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.



    Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.



    Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.



Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

A progressão argumentativa do texto revela que o desperdício alimentar não é apenas um problema quantitativo, mas um sintoma da perda de sentido cultural e humano do alimento. Essa leitura exige compreender a crítica ampliada que a autora dirige ao comportamento social contemporâneo. Nessa direção, o trecho “A abundância não redime a fome se não houver partilha” sintetiza a ideia de que o excesso material, sem consciência coletiva, converte-se em forma de __________, perpetuando a desigualdade mesmo em contextos de ampla produção de alimentos. 

Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?

Alternativas
Q3794988 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.  



O sagrado da mesa



    Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.



    Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.



    Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir. Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.



    Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.



    Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.



Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado). 

Considerando o período “A abundância não redime a fome se não houver partilha.”, analise as assertivas quanto à classificação morfológica das palavras destacadas. 

I. redime é forma verbal do verbo redimir, classificada como verbo transitivo direto, pois exige complemento sem preposição.

II. se funciona como conjunção subordinativa explicativa, estabelecendo relação de condição para o período.

Das assertivas, pode-se afirmar que:  
Alternativas
Q3794989 Português
Assinale a alternativa em que o verbo destacado está empregado no mesmo modo e tempo verbal que o verbo destacado na frase abaixo: 

“Caso precisem, avisem a coordenação imediatamente.”   
Alternativas
Q3794990 Português
Assinale a alternativa em que o termo destacado exerce a mesma função sintática que o termo destacado na frase abaixo: 

“A enfermeira aplicou o medicamento no paciente.” 
Alternativas
Q3794991 Português
Considerando o excerto a seguir e as regras de ortografia quanto aos usos dos “porquês”, complete adequadamente as lacunas, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

O servidor não apresentou justificativa plausível __________ deixou de comparecer à reunião; afirmou apenas __________ estava com compromissos já assumidos e não esclareceu __________ motivo a comunicação prévia não foi realizada, razão __________ o fato deverá ser apurado posteriormente.

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3794992 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é formada por derivação prefixal.
Alternativas
Q3794993 Matemática
Considere que existe um conjunto de números naturais, formado por todos os números maiores do que 0 e menores do que 50, e que não podem ser considerados como sendo primos. Cada um dos números desse conjunto foi escrito na superfície de uma esfera diferente, e todas essas esferas, inseridas em uma urna. A pessoa R deseja retirar uma esfera na qual tenha sido escrito um número ímpar; a pessoa S deseja retirar uma esfera na qual tenha sido escrito um número par; e a pessoa T deseja retirar um número divisível por 3, ou seja, que ao ser dividido por 3, resta 0. Considerando os números que representam as porcentagens de probabilidade de cada uma dessas pessoas obter o resultado desejado, qual alternativa traz a soma aproximada desses números? (Considere critérios de arredondamento e duas casas decimais para cada probabilidade e para o resultado da soma solicitada).
Alternativas
Q3794994 Raciocínio Lógico
A análise de tabelas-verdade é essencial para que situações-problema que envolvem raciocínios lógicos sejam concluídos. Considere três proposições, sendo que as duas primeiras são falsas e a terceira é verdadeira. Qual das alternativas, se fosse montada uma tabela-verdade, apresenta o valor de verdade da disjunção entre a condicional da primeira na segunda proposição e a conjunção entre a primeira e a terceira proposição? E qual seria o valor se as três proposições fossem falsas? 
Alternativas
Q3794995 Raciocínio Lógico
A inferência lógica pode ser compreendida como sendo o processo pelo qual se obtém uma conclusão a partir de premissas. A partir disso, analise as assertivas:

I. A indução é uma forma de inferência que parte de casos particulares para formular uma conclusão geral.

II. A conclusão de uma inferência indutiva é necessariamente verdadeira se as premissas forem verdadeiras.

III. Em uma inferência dedutiva, a conclusão pode ser falsa mesmo que as premissas sejam verdadeiras.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3794996 Matemática
A tabela a seguir apresenta nove diferentes dados numéricos, que foram distribuídos em três linhas e três colunas, ou seja, nove células: 
Imagem associada para resolução da questão
Considere que as quatro células que formam o canto superior direito da tabela formam a Área 1; as quatro células que formam o canto superior esquerdo da tabela formam a Área 2; as quatro células que formam o canto inferior esquerdo da tabela formam a Área 3; e as quatro células que formam o canto superior esquerdo da tabela formam a Área 4. A partir dessas informações, qual das alternativas apresenta a soma entre as médias aritméticas de cada uma das Áreas da tabela?  
Alternativas
Q3794997 Matemática
Seja um número qualquer inicial, o qual será submetido a aplicação de um acréscimo, seguido de um desconto. Esse número, então, primeiramente foi acrescido em dez por cento com relação a ele mesmo. Na sequência o resultado desse acréscimo recebeu um desconto, também de dez por cento com relação a ele mesmo. Nesse sentido, caso fosse solicitado por qual valor poderia ser multiplicado o número inicial para se chegar ao resultado após o acréscimo e o desconto, esse valor seria igual a:
Alternativas
Q3794998 Matemática
Uma cuba de laboratório contém exatamente 1,5 litro de solução nutritiva destinada ao cultivo de microrganismos. Essa solução será distribuída em cápsulas de Petri idênticas, cada uma com capacidade nominal de 250 mililitros. Entretanto, devido ao procedimento de esterilização prévia, cada cápsula perde 10% de sua capacidade útil, pois essa parte interna fica inutilizável para o acondicionamento do material. Assim, apenas 90% da capacidade indicada pode ser ocupada pela solução nutritiva. Com base nessas informações e realizando corretamente as conversões entre unidades de capacidade, assinale a alternativa que apresenta a quantidade máxima de cápsulas de Petri que podem ser completamente preenchidas com o volume efetivamente utilizável.
Alternativas
Q3794999 Matemática
Uma equipe de saúde realizou visitas domiciliares em quatro bairros. No primeiro bairro, foram feitas 48 visitas. No segundo, o número foi metade do primeiro. No terceiro, foram realizadas 15 visitas a mais que no segundo. No quarto, a equipe fez o triplo do terceiro, mas 12 foram canceladas.

Quantas visitas foram efetivamente realizadas no total?  
Alternativas
Q3795000 Matemática
Uma equipe de saúde recebeu 360 kits de medicamentos para distribuir durante uma campanha de prevenção.
Metade dos kits será destinada a pacientes com diabetes. 1/3 do restante será destinada a pacientes com hipertensão. O restante dos kits será destinado a pacientes com outras condições.

Quantos kits serão distribuídos para pacientes com outras condições?  

Alternativas
Q3795001 Matemática
Uma equipe de saúde realiza campanhas de vacinação. Com 4 equipes, são aplicadas 480 vacinas em 6 horas. Mantendo o mesmo ritmo, quantas vacinas serão aplicadas por 6 equipes em 8 horas?  
Alternativas
Q3795002 Estatística
Em um levantamento sobre o tempo (em minutos) que diferentes funcionários levaram para concluir uma mesma tarefa operacional, registraram-se os seguintes valores:

12 – 15 – 15 – 18 – 19 – 21 – 21 – 21 – 22 – 25

Com base nesses dados, assinale a alternativa que apresenta corretamente a média aritmética e a moda dos tempos registrados, nesta ordem. 
Alternativas
Respostas
1: D
2: D
3: C
4: A
5: C
6: B
7: A
8: A
9: A
10: A
11: D
12: A
13: B
14: A
15: C
16: C
17: C
18: D
19: B
20: A