Questões de Concurso Público USP 2025 para Analista de Comunicação

Foram encontradas 60 questões

Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509710 Noções de Informática
Considere os elementos de tag HTML a seguir e assinale aquele que possui a identificação correta.
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509711 Design Gráfico
"A criação de conteúdo que todos possam entender é chamada de design inclusivo. A formação educacional, bem como as habilidades linguísticas, físicas, cognitivas e sensoriais das pessoas afetam a forma como elas leem um texto. Muitas pessoas acessam textos através de leitores de tela (que vocalizam textos) e outros dispositivos auxiliares."

Trecho de Pensar com Tipos, de Ellen Lupton. Pág. 168.

Considerando o texto e a necessidade de adaptações no conteúdo de um website para que ele seja consumido através de leitores de tela, por pessoas cegas ou com baixa visão. Assinale a alternativa que contém apenas adaptações coerentes com esta ferramenta.
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509712 Comunicação Social
Cores são utilizadas no auxílio de sinalizações do dia-a-dia, como, por exemplo, no trânsito. Certas cores são populares para determinados significados, como no Brasil se usa verde para "correto", vermelho para "errado".

“Vermelho – alarme, perigo; Amarelo – atenção; Verde - segurança, livre.”


Trecho de Psicodinâmica das cores em comunicação, pág. 89.

Apesar dessas convenções, pessoas com daltonismo podem não enxergar as cores com clareza, dependendo do grau de severidade e subtipo de daltonismo. Dois exemplos são: 

• deuteranopia: dificuldade de perceber o verde. • protanopia: dificuldade de perceber o vermelho.

Assinale a alternativa que contém somente ações que auxiliam uma pessoa com um dos tipos de daltonismo mencionados a identificar as sinalizações de trânsito.
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509713 Design Gráfico
As ilustrações estão presentes nos mais diversos tipos de multimídia e não se limitam ao digital, existindo amplamente em produtos ou mesmo indumentária. Cada veículo possui suas necessidades técnicas de acordo com suas especificações. Em relação ao contexto descrito, é correto afirmar:
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509714 Design Gráfico
Algumas jornadas de usuário são consideradas longas, tendo diversos passos repetitivos como preenchimento de formulários complexos ou leituras extensas. Para que o site transmita a sensação de progresso para o usuário, pode-se empregar alguns recursos em sua interface. Assinale a alternativa que cita e descreve um deles corretamente.
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509715 Comunicação Social
Utilizando um CMS, uma equipe tem o controle da criação, edição, organização e publicação de seus conteúdos. Esse gerenciamento não é exclusivo para um tipo específico de equipes ou empresas, sendo o sistema customizável de acordo com suas necessidades.São boas práticas no uso dos sistemas CMS:
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509716 Design Gráfico
Ao desenvolver um site promocional para um projeto de pesquisa, foi pedido um banner com os seguintes requisitos:

• Otimização técnica quanto ao carregamento do banner.
• Fazer um conteúdo animado.
• Criação de um banner dentro dos termos de acessibilidade
• Adequado para a navegação em dispositivos móveis e em computadores.

Em relação ao contexto descrito, assinale a alternativa que apresenta a melhor estratégia.
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Q3509717 Comunicação Social
Uma publicação científica da área de engenharia foi aprovada em uma revista de renome no meio acadêmico. A publicação requer um graphical abstract (resumo gráfico), material que tem por objetivo a compreensão rápida e atraente dos conteúdos. Esta publicação em específico possui alto grau de complexidade técnica, onde discorre sobre novos materiais químicos para a área da construção civil. Para a criação de um graphical abstract de qualidade, assinale a alternativa que contempla a melhor estratégia.
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509718 Comunicação Social
Um professor doutor da área de análises culturais realizará uma aula magna e, para tal, encomendou o material didático em formato apresentação. O público para este material será composto por alunos da área de humanidades, de 25 a 40 anos de idade, e a aula será realizada no período da manhã em um auditório de grande capacidade com projetor. O conteúdo da aula será enviado previamente para a confecção do material final. Assinale a alternativa que apresenta a melhor abordagem para a criação da apresentação.
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509719 Comunicação Social
Para a campanha anual de prevenção do câncer de mama, foi solicitado ao analista de comunicação que crie um infográfico. Caso o conteúdo faça sucesso, há o desejo de que o mesmo possa se tornar chamadas de outdoor, cartazes e banners animados em websites, alertando sobre os riscos da doença. Assinale a alternativa que contém o melhor preparo de elementos gráficos para essas utilizações.
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509720 Português
Em silêncio


      Precisava de silêncio para pensar, ordenar sua vida e rumos. Juntou poucas coisas, navegou até uma ilha deserta. Mas a gritaria das aves marinhas fundia-se com o farfalhar do vento nas palmeiras, e quando ambos se calavam, batiam inevitáveis as ondas contra as pedras. Silêncio não havia. Tomou suas coisas, voltou ao continente, recolheu-se numa gruta em montanha distante. Embora isolado, logo se viu rodeado de ruídos, pequenos alguns, minúsculos outros, que o aparente silêncio circundante agigantava. Era o gotejar do excesso de umidade, o esvoejar dos morcegos ao anoitecer, o zumbir de um ou outro inseto, um gorjear lá fora, um escavar cá dentro, um rastejar, e o ronco majestoso dos trovões, o estalar dos relâmpagos. Novamente arrebanhou seus poucos pertences. E desceu a montanha, regressou à cidade. As chaves da sua casa tilintavam no bolso, não atendeu ao apelo. Tomou ônibus e metrô, caminhou até a praça mais central. Ali, onde tantos passavam e as buzinas dos carros e os apitos dos guardas e o gritar dos ambulantes e o chamado das sirenes se entrecruzavam, sentou-se. Assim como havia ignorado as chaves, ignorou os sons todos que lhe atingiam a cabeça, esqueceu os ouvidos. E, vagarosamente, começou a descida em seu silêncio interior.


Marina Colasanti. Hora de alimentar serpentes. Global, 2013
No conto, a busca do protagonista está relacionada à tentativa de
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509721 Português
Em silêncio


      Precisava de silêncio para pensar, ordenar sua vida e rumos. Juntou poucas coisas, navegou até uma ilha deserta. Mas a gritaria das aves marinhas fundia-se com o farfalhar do vento nas palmeiras, e quando ambos se calavam, batiam inevitáveis as ondas contra as pedras. Silêncio não havia. Tomou suas coisas, voltou ao continente, recolheu-se numa gruta em montanha distante. Embora isolado, logo se viu rodeado de ruídos, pequenos alguns, minúsculos outros, que o aparente silêncio circundante agigantava. Era o gotejar do excesso de umidade, o esvoejar dos morcegos ao anoitecer, o zumbir de um ou outro inseto, um gorjear lá fora, um escavar cá dentro, um rastejar, e o ronco majestoso dos trovões, o estalar dos relâmpagos. Novamente arrebanhou seus poucos pertences. E desceu a montanha, regressou à cidade. As chaves da sua casa tilintavam no bolso, não atendeu ao apelo. Tomou ônibus e metrô, caminhou até a praça mais central. Ali, onde tantos passavam e as buzinas dos carros e os apitos dos guardas e o gritar dos ambulantes e o chamado das sirenes se entrecruzavam, sentou-se. Assim como havia ignorado as chaves, ignorou os sons todos que lhe atingiam a cabeça, esqueceu os ouvidos. E, vagarosamente, começou a descida em seu silêncio interior.


Marina Colasanti. Hora de alimentar serpentes. Global, 2013
O sufixo “-ejar”, presente em “esvoejar”, desempenha papel semântico específico na construção do verbo, conferindo-lhe a ideia de:
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509722 Português
          Cuidar da nossa saúde às vezes lembra aquela olhadela que damos na cabine do avião a caminho de nosso assento. Por todo lado só vemos coisas complicadas: telas, indicadores, alavancas, luzes piscantes, manivelas, interruptores, mais alavancas... botões do lado esquerdo, botões do lado direito, botões no teto (não, fala sério, Por que eles põem botões no teto?). Desviamos o olhar, agradecidos pelo fato de os pilotos saberem o que estão fazendo. Como passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu. Quando a questão é nosso corpo, somos nós os passageiros ignorantes. Porém - reviravolta na história -, os pilotos também somos nós. E quando não sabemos como nosso corpo funciona, é como se estivéssemos em voo cego. Nós sabemos como queremos nos sentir. Queremos acordar com um sorriso, animados e empolgados para o novo dia. Queremos ter uma alegria no andar, livres de qualquer dor. Queremos passar momentos agradáveis com nossa família, com uma sensação de gratidão positividade. Mas pode ser complicado descobrir como chegar lá. São tantos botões que nos sentimos esmagados. O que fazer? Por onde começar? Temos que começar pela glicose. Por quê? Porque ela é a alavanca da cabine com o maior custo-benefício. É a mais fácil de compreender (graças aos monitores contínuos de glicose), afeta instantaneamente nossas sensações (porque influencia nossa fome e nosso humor), e muita coisa passa a se encaixar a partir do momento em que conseguimos controlá-la.



Adaptado de Inchauspé, Jessie. A revolução da glicose: equilibre os níveis de açúcar no sangue e mude sua saúde e sua vida. Trad. André Fontenelle. Objetiva, 2022. 
No texto, a relação entre a complexidade da cabine de um avião e a administração da saúde humana evidencia
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509723 Português
          Cuidar da nossa saúde às vezes lembra aquela olhadela que damos na cabine do avião a caminho de nosso assento. Por todo lado só vemos coisas complicadas: telas, indicadores, alavancas, luzes piscantes, manivelas, interruptores, mais alavancas... botões do lado esquerdo, botões do lado direito, botões no teto (não, fala sério, Por que eles põem botões no teto?). Desviamos o olhar, agradecidos pelo fato de os pilotos saberem o que estão fazendo. Como passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu. Quando a questão é nosso corpo, somos nós os passageiros ignorantes. Porém - reviravolta na história -, os pilotos também somos nós. E quando não sabemos como nosso corpo funciona, é como se estivéssemos em voo cego. Nós sabemos como queremos nos sentir. Queremos acordar com um sorriso, animados e empolgados para o novo dia. Queremos ter uma alegria no andar, livres de qualquer dor. Queremos passar momentos agradáveis com nossa família, com uma sensação de gratidão positividade. Mas pode ser complicado descobrir como chegar lá. São tantos botões que nos sentimos esmagados. O que fazer? Por onde começar? Temos que começar pela glicose. Por quê? Porque ela é a alavanca da cabine com o maior custo-benefício. É a mais fácil de compreender (graças aos monitores contínuos de glicose), afeta instantaneamente nossas sensações (porque influencia nossa fome e nosso humor), e muita coisa passa a se encaixar a partir do momento em que conseguimos controlá-la.



Adaptado de Inchauspé, Jessie. A revolução da glicose: equilibre os níveis de açúcar no sangue e mude sua saúde e sua vida. Trad. André Fontenelle. Objetiva, 2022. 
No trecho “Como passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu”, a inclusão do termo “o” antes de “que” tem como efeito:
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509724 Português
          Cuidar da nossa saúde às vezes lembra aquela olhadela que damos na cabine do avião a caminho de nosso assento. Por todo lado só vemos coisas complicadas: telas, indicadores, alavancas, luzes piscantes, manivelas, interruptores, mais alavancas... botões do lado esquerdo, botões do lado direito, botões no teto (não, fala sério, Por que eles põem botões no teto?). Desviamos o olhar, agradecidos pelo fato de os pilotos saberem o que estão fazendo. Como passageiros tudo que nos importa é se o avião vai ficar no céu. Quando a questão é nosso corpo, somos nós os passageiros ignorantes. Porém - reviravolta na história -, os pilotos também somos nós. E quando não sabemos como nosso corpo funciona, é como se estivéssemos em voo cego. Nós sabemos como queremos nos sentir. Queremos acordar com um sorriso, animados e empolgados para o novo dia. Queremos ter uma alegria no andar, livres de qualquer dor. Queremos passar momentos agradáveis com nossa família, com uma sensação de gratidão positividade. Mas pode ser complicado descobrir como chegar lá. São tantos botões que nos sentimos esmagados. O que fazer? Por onde começar? Temos que começar pela glicose. Por quê? Porque ela é a alavanca da cabine com o maior custo-benefício. É a mais fácil de compreender (graças aos monitores contínuos de glicose), afeta instantaneamente nossas sensações (porque influencia nossa fome e nosso humor), e muita coisa passa a se encaixar a partir do momento em que conseguimos controlá-la.



Adaptado de Inchauspé, Jessie. A revolução da glicose: equilibre os níveis de açúcar no sangue e mude sua saúde e sua vida. Trad. André Fontenelle. Objetiva, 2022. 
O texto se organiza essencialmente por meio de: 
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509725 Português
Mal o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou as mudanças nas políticas de moderação de suas plataformas, muitos educadores, comunicadores e jornalistas presentes nos diferentes grupos dos quais faço parte começaram a questionar a eficácia da Educação Midiática. O que podemos diante de um Musk e um Zuckerberg? De que adianta educar para a checagem de notícias se agora “abriram-se as porteiras” e nenhum de nós vai dar conta de distinguir o que é verdadeiro ou falso, de remover conteúdos agressivos, preconceituosos, de construir referenciais seguros para obtermos informações íntegras e confiáveis? É enxugar gelo, nadar contra a corrente, melhor a gente se preparar para viver no caos, diziam alguns, já ameaçando sair de vez das redes, boicotar a Meta, banir o digital de vez do seu cotidiano. Entendo a Educação Midiática como um importante e potente elemento para que possamos lidar com todos os desafios presentes no mundo digital – e de resto, no mundo real, que o reflete. Ela é uma alternativa viável e segura que todos nós, que desejamos continuar a viver civilizadamente em sociedade, podemos tomar em nossas mãos. Se as chamadas big techs nos abandonam à própria sorte, cabe a cada um de nós entender qual é o nosso papel nesse ecossistema.


Adaptado de: Januária Cristina Alves. “Novas diretrizes da Meta: será o fim da Educação Midiática?” Nexo Jornal. 16 de janeiro de 2025.
No trecho “Mal o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou as mudanças nas políticas de moderação de suas plataformas”, o termo “Mal” estabelece uma relação de
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509726 Português
Mal o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou as mudanças nas políticas de moderação de suas plataformas, muitos educadores, comunicadores e jornalistas presentes nos diferentes grupos dos quais faço parte começaram a questionar a eficácia da Educação Midiática. O que podemos diante de um Musk e um Zuckerberg? De que adianta educar para a checagem de notícias se agora “abriram-se as porteiras” e nenhum de nós vai dar conta de distinguir o que é verdadeiro ou falso, de remover conteúdos agressivos, preconceituosos, de construir referenciais seguros para obtermos informações íntegras e confiáveis? É enxugar gelo, nadar contra a corrente, melhor a gente se preparar para viver no caos, diziam alguns, já ameaçando sair de vez das redes, boicotar a Meta, banir o digital de vez do seu cotidiano. Entendo a Educação Midiática como um importante e potente elemento para que possamos lidar com todos os desafios presentes no mundo digital – e de resto, no mundo real, que o reflete. Ela é uma alternativa viável e segura que todos nós, que desejamos continuar a viver civilizadamente em sociedade, podemos tomar em nossas mãos. Se as chamadas big techs nos abandonam à própria sorte, cabe a cada um de nós entender qual é o nosso papel nesse ecossistema.


Adaptado de: Januária Cristina Alves. “Novas diretrizes da Meta: será o fim da Educação Midiática?” Nexo Jornal. 16 de janeiro de 2025.
No trecho, e em relação ao contexto em que se insere, “o mundo real, que o reflete”, a oração após a vírgula tem a função de
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509727 Português
Mal o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou as mudanças nas políticas de moderação de suas plataformas, muitos educadores, comunicadores e jornalistas presentes nos diferentes grupos dos quais faço parte começaram a questionar a eficácia da Educação Midiática. O que podemos diante de um Musk e um Zuckerberg? De que adianta educar para a checagem de notícias se agora “abriram-se as porteiras” e nenhum de nós vai dar conta de distinguir o que é verdadeiro ou falso, de remover conteúdos agressivos, preconceituosos, de construir referenciais seguros para obtermos informações íntegras e confiáveis? É enxugar gelo, nadar contra a corrente, melhor a gente se preparar para viver no caos, diziam alguns, já ameaçando sair de vez das redes, boicotar a Meta, banir o digital de vez do seu cotidiano. Entendo a Educação Midiática como um importante e potente elemento para que possamos lidar com todos os desafios presentes no mundo digital – e de resto, no mundo real, que o reflete. Ela é uma alternativa viável e segura que todos nós, que desejamos continuar a viver civilizadamente em sociedade, podemos tomar em nossas mãos. Se as chamadas big techs nos abandonam à própria sorte, cabe a cada um de nós entender qual é o nosso papel nesse ecossistema.


Adaptado de: Januária Cristina Alves. “Novas diretrizes da Meta: será o fim da Educação Midiática?” Nexo Jornal. 16 de janeiro de 2025.
No período em que se encontra, a sequência textual “melhor a gente se preparar” apresenta-se gramaticalmente como
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509728 Inglês
Rain Is Coming to Burning Los Angeles and Will Bring Its Own Risks



        Rain is forecast to begin as soon as Saturday afternoon and to continue as late as Monday evening, says meteorologist Kristan Lund of the National Weather Service’s Los Angeles office. The area desperately needs the precipitation, but experts are warily monitoring the situation because rain poses its own risks in recently burned areas— most notably the potential occurrence of mudslides and similar hazards. “Rain is good because we’ve been so dry,” Lund says. “However, if we get heavier rain rates or we get the thunderstorms, it’s actually a lot more dangerous because you can get debris flows.”

          Fires do a couple of different things to the landscape that can increase the risk of burned material, soil and detritus hurtling out of control. When fires burn hot or long enough, they leave an invisible layer of waxy material just under the surface of the ground. This develops from decomposing leaves and other organic material, which contain naturally hydrophobic or water-repellent compounds. Fire can vaporize this litter, and the resulting gas seeps into the upper soil—where it quickly cools and condenses, forming the slippery layer.

          When rain falls on ground that has been affected by this phenomenon, it can’t sink beyond the hydrophobic layer— so the water flows away, often hauling debris with it. “All of the trees, branches, everything that’s been burned—unfortunately, if it rains, that stuff just floats,” Lund says. “It’s really concerning.” Even a fire that isn’t severe enough to create a hydrophobic layer can still cause debris flows, says Danielle Touma, a climate scientist at the University of Texas at Austin. Under normal conditions, trees and other plants usually trap some rain above the surface, slowing the water’s downward journey. But on freshly burned land there’s much less greenery to interfere; all the rain immediately hits the ground. [...]

          Fortunately, the rain should also help firefighters tame the blazes that remain active. The largest, the Palisades Fire, is currently 77 percent contained. The second largest, the Eaton Fire, is 95 percent contained. The Hughes Fire is third largest and only 56 percent contained. A fire can be fully contained but still burning. The containment percentage refers to the amount of the perimeter that has barriers that firefighters expect will prevent further spread.


Scientific American. January 27th, 2025. Adaptado.
Com base no primeiro parágrafo e na opinião dos especialistas, qual das seguintes inferências pode ser feita?
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Ano: 2025 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2025 - USP - Analista de Comunicação |
Q3509729 Inglês
Rain Is Coming to Burning Los Angeles and Will Bring Its Own Risks



        Rain is forecast to begin as soon as Saturday afternoon and to continue as late as Monday evening, says meteorologist Kristan Lund of the National Weather Service’s Los Angeles office. The area desperately needs the precipitation, but experts are warily monitoring the situation because rain poses its own risks in recently burned areas— most notably the potential occurrence of mudslides and similar hazards. “Rain is good because we’ve been so dry,” Lund says. “However, if we get heavier rain rates or we get the thunderstorms, it’s actually a lot more dangerous because you can get debris flows.”

          Fires do a couple of different things to the landscape that can increase the risk of burned material, soil and detritus hurtling out of control. When fires burn hot or long enough, they leave an invisible layer of waxy material just under the surface of the ground. This develops from decomposing leaves and other organic material, which contain naturally hydrophobic or water-repellent compounds. Fire can vaporize this litter, and the resulting gas seeps into the upper soil—where it quickly cools and condenses, forming the slippery layer.

          When rain falls on ground that has been affected by this phenomenon, it can’t sink beyond the hydrophobic layer— so the water flows away, often hauling debris with it. “All of the trees, branches, everything that’s been burned—unfortunately, if it rains, that stuff just floats,” Lund says. “It’s really concerning.” Even a fire that isn’t severe enough to create a hydrophobic layer can still cause debris flows, says Danielle Touma, a climate scientist at the University of Texas at Austin. Under normal conditions, trees and other plants usually trap some rain above the surface, slowing the water’s downward journey. But on freshly burned land there’s much less greenery to interfere; all the rain immediately hits the ground. [...]

          Fortunately, the rain should also help firefighters tame the blazes that remain active. The largest, the Palisades Fire, is currently 77 percent contained. The second largest, the Eaton Fire, is 95 percent contained. The Hughes Fire is third largest and only 56 percent contained. A fire can be fully contained but still burning. The containment percentage refers to the amount of the perimeter that has barriers that firefighters expect will prevent further spread.


Scientific American. January 27th, 2025. Adaptado.
O termo "litter”, no parágrafo 2, refere-se
Alternativas
Respostas
21: C
22: E
23: B
24: A
25: D
26: D
27: D
28: A
29: B
30: B
31: D
32: B
33: B
34: A
35: E
36: E
37: D
38: C
39: C
40: E