Questões de Concurso Público SAMAE de Blumenau - SC 2024 para Químico

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Q3393153 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

Assinale a alternativa correta no que diz respeito à colocação pronominal:
Alternativas
Q3393154 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

Analise o seguinte trecho, retirado de "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas":

Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.
Em seguida, analise as afirmações apresentadas. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

() Poderíamos adicionar um "apenas" antes de "o mais quente até então" sem que isso prejudicasse o sentido do texto.
() Há uma repetição na segunda sentença do período. Portanto, poderíamos concluir a ideia no primeiro ponto final e suprimir o resto, sem prejuízo de sentido ao texto.
() Há, entre as sentenças, uma relação de sentido que se aproxima da concessão, ainda que esta não esteja explícita.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3393155 Meio Ambiente

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

A partir da leitura do texto "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas", analise as afirmações a seguir:

I. As ondas de calor registradas no Brasil em 2023 estão restritamente relacionadas à ocorrência dos fenômenos El Niño e La Niña.
II. O ano de 2016 havia sido o mais quente registrado na história, mas 2023 o desbancou quando, já em janeiro, registrou altíssimas temperaturas.
III. Uma das medidas mais importantes para estabilizar as temperaturas globais é a diminuição da emissão de gases de efeito estufa.
IV. Já foi comprovado que o aumento na emissão de gases do efeito estufa intensifica os fenômenos El Niño e La Niña.
V. Os últimos anos, desde a década de 2010, têm sido alguns dos mais quentes registrados na história.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3393156 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona funções da pontuação a exemplos de seu emprego no texto:



Primeira coluna: função da pontuação


(1) Enumeração.


(2) Isolamento de aposto.


(3) Isolamento de adjunto adverbial.


(4) Isolamento de conjunção.



Segunda coluna: exemplo de emprego


() Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade.


() Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada.


() Julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


() No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul.



Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q3393157 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

A respeito das relações coesivas em "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas", indique o que está sendo retomado por cada um dos seguintes termos:



I. desse cenário (primeiro parágrafo)


a. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor.


b. recordes de temperatura do planeta foram rompidos.



II. Esses dados (segundo parágrafo)


a. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC.


b. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico.



III. sua ocorrência (décimo primeiro parágrafo)


a. Brasil.


b. El Niño.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3393158 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

Analise o seguinte trecho, retirado de "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas":



O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global?



Podemos afirmar que a palavra em destaque exprime a seguinte figura de linguagem:

Alternativas
Q3393159 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

Analise as seguintes sentenças, considerando a grafia das palavras e o seu significado:



I. Ainda não conseguimos nos aprofundar na discussão sobre as ondas de calor, faremos isso na próxima ________, na semana que vem.


II. Tenho lido coisas interessantíssimas sobre as formas como diminuir a emissão de gases de efeito estufa, neste artigo, esta ________ trata justamente disso!


III. É fundamental que o governo faça a _________ de alguns cientistas para que se aprofundem nas pesquisas sobre os gases do efeito estufa.



Assinale a alternativa que correta a respectivamente preencha as lacunas nas sentenças:

Alternativas
Q3393160 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

Considere a sintaxe dos seguintes períodos, retirados de "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas":



I. Mas a comunidade científica já sabia que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


II. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado.


III. Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados.



Assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente a função sintática do "que" em cada uma das sentenças:

Alternativas
Q3393161 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

Analise o excerto a seguir a respeito do texto "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas":



O texto pertence ao gênero _________, apresentando uma construção textual pertencente ao tipo ________ no qual predomina a função _________ da linguagem.



Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas no excerto:

Alternativas
Q3393162 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas



No ano passado, todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos: 2023 foi o mais quente da história. O Brasil foi assolado por oito ondas de calor. Surge desse cenário dantesco a seguinte pergunta: essas temperaturas intensas têm a ver com o aquecimento global? Depois de se debruçarem sobre a questão, pesquisadores concluíram: sim, há nisso um peso significativo das mudanças climáticas. Portanto, a principal ação é reduzir as emissões de gases de efeito estufa para estabilizar as temperaturas globais.


Ano: 2016. Os registros de temperatura globais haviam marcado surpreendente +0,94 grau celsius (ºC) a mais em relação à média histórica do século passado, tendo ultrapassado o aquecimento recorde de +0,04 ºC registrado no ano anterior. A anomalia foi ainda maior se consideramos só os valores registrados nas porções continentais: +1,43 ºC. Em âmbito regional, as anomalias chegaram a +0,75 ºC no hemisfério Sul, +1,13 ºC no hemisfério Norte e a surpreendentes +2,06 ºC no Ártico. Esses dados foram mais do que suficientes para credenciar 2016 como o ano mais quente já registrado. Mas a comunidade científica já sabia antecipadamente que aquele ano, na verdade, seria o mais quente até então.


Ano: 2023. Todos os recordes de temperatura do planeta foram rompidos. Janeiro foi identificado como o sétimo mais quente da história. Fevereiro foi anunciado como o quarto mais quente, seguido por março como o segundo mais quente da história. Finalmente, chegamos a junho, que, de fato, inaugurou o início de uma série de meses que seriam marcados como aqueles mais quentes já registrados. Em resumo: julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro terminaram de consolidar 2023 como o mais quente da história.


Isso sem contar outra informação digna de nota: alguns dos mais quentes da história foram registrados entre as décadas de 2010 (mais especificamente, 2014) e 2020. Ou seja, os anos mais recentes têm se apresentado como os mais quentes em escala global.


Cientistas têm se debruçado incansavelmente para aprofundar o entendimento das causas e dos mecanismos que podem ter produzido esses resultados. As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.


Portanto, a combinação entre modos de variabilidade naturais e mudanças climáticas globais está longe de ser equilibrada: considerando principalmente 2016 e 2023, o peso das mudanças climáticas foi significativo, tendo sido determinante para a ocorrência de eventos extremos de tempo atmosférico, como ondas de calor.


O que temos em comum entre 2016 e 2023? A já identificada (e amplamente investigada) atuação de um modo de variabilidade natural que é um velho conhecido da ciência do clima: o El Niño.


Wanderson Luiz Silva, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descreveu as principais características desse modo de variabilidade: o El Niño (e sua oposta, La Niña) são marcados pelo aumento (ou diminuição, no caso da La Niña) da temperatura média da superfície do mar na faixa do oceano Pacífico Equatorial.


Nessa região, esse aumento (ou diminuição) tem influência direta dos alísios. Formados nas zonas subtropicais, a baixas altitudes, esses ventos úmidos se enfraquecem (ou se fortalecem) de modo não linear, em escala temporal entre dois e sete anos.


Esse modo de variabilidade influencia (ou, tecnicamente, 'modula') o tempo e o clima em todo o planeta − inclusive, na América do Sul e, mais destacadamente, no Brasil. Em situação de El Niño, sua atuação se apresenta mais destacada nos meses de primavera e segue verão adiante.


No Brasil, sua ocorrência típica é marcada pelo aumento das condições chuvosas no Sul − e elevação das temperaturas no Centro-Oeste e parte do Sudeste −, bem como pelo déficit de precipitação no Nordeste e em parte do Norte.


Ainda que as influências do aumento das emissões de gases de efeito estufa no El Niño (La Niña) estejam por ser mais profundamente conhecidas, estudos recentes apontam que as mudanças climáticas globais, potencialmente, apresentam participação na ocorrência de eventos El Niño (La Niña), tornando ambos mais extremos.


Retirado e adaptado de: ARMOND, Núbia Beray. BRASIL 50 graus ondas de calor no contexto das mudanças climáticas.


Ciência HOJE. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 18 jan., 2024.

Analise o seguinte trecho, retirado de "Brasil 50 graus: ondas de calor no contexto das mudanças climáticas":



As respostas têm sido convergentes e, cada vez mais, inequívocas: apesar de identificada a participação de fenômenos naturais e inerentes ao sistema climático, a constante quebra de recordes de temperatura em escala global seria impossível sem a participação das mudanças climáticas.



Assinale a alternativa que apresenta o correto processo de formação da palavra destacada:

Alternativas
Q3393163 Meio Ambiente
Com informações de 2013 a 2022 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continuada Anual (PNADCA) do IBGE, bem como da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, o estudo "A vida sem saneamento: para quem falta e onde mora essa população?" (ITB e CEBDS, 2023) evidenciou alguns achados: aproximadamente, um a cada dois brasileiros mora em uma residência com algum tipo de privação de saneamento − ou a moradia não está ligada na rede geral de abastecimento de água, ou a água não chega de maneira regular, ou não há reservatório para armazenar a água, não está ligada à rede coletora de esgoto ou sequer possui banheiro −. Eram por volta de 102,7 milhões de brasileiros nessa situação de privação em 2022. Ao encontro disso, a moradia com privação de saneamento é tipicamente uma casa na periferia das grandes cidades ou localizada:
Alternativas
Q3393164 História e Geografia de Estados e Municípios

A primeira ação no sentido de tratar água para consumo humano, em Blumenau, ocorreu na ______________________________, quando os padres franciscanos construíram um sistema de tratamento de água para abastecer o Colégio Santo Antônio e o Convento, baseados na técnica de tratamento que haviam trazido da Europa (SAMAE, 2024).



Assinale a alternativa que corretamente completa a lacuna no excerto:

Alternativas
Q3393165 Legislação Municipal
Considerando-se a Lei Orgânica do município de Blumenau, em seu art. 7º:
Alternativas
Q3393166 Direito Administrativo

Em relação à lei complementar n.º 1234/2016, que dispõe sobre a estrutura administrativa do poder executivo do município de Blumenau e dá outras providências, em seu art. 1°, afirma-se que é/são entidade(s) da Administração Indireta:



I.Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB).


II.Instituto Municipal de Seguridade Social do Servidor de Blumenau (ISSBLU).


III.Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE).



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3393167 Direito Sanitário

Uma estudante de 23 anos morreu por exaustão térmica, que provocou um choque cardiovascular e comprometimento grave dos pulmões durante o show de uma cantora norte-americana, no estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro, em novembro de 2023. O show ocorreu em um período de forte calor em vários estados do país. À ocasião, a sensação térmica se aproximou dos 60°C naquela cidade. Tal episódio resultou em uma portaria (GAB-SENACON/MJSP N.º 35/2023) que determinou que as empresas responsáveis pela produção de shows, festivais e quaisquer eventos especialmente expostos ao calor, em períodos de alta temperatura, devem:



I.garantir o acesso gratuito de garrafas de uso pessoal, contendo água para consumo no evento.


II.liberar a entrada de qualquer bebida não alcoólica em shows, festivais e quaisquer eventos de grandes proporções.


III.disponibilizar bebedouros ou realizar distribuição de embalagens com água adequada para consumo, mediante a instalação de ilhas de hidratação de fácil acesso a todos os presentes, com irrisório custo adicional ao consumidor.


IV.garantir que tanto os pontos de venda de bebidas quanto os pontos de distribuição gratuita de água estejam dispostos em regiões estratégicas do local evento, a fim de facilitar o acesso pelos consumidores, consideradas a estrutura física e a quantidade estimada de participantes.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3393168 Engenharia Ambiental e Sanitária

"O saneamento depende de constância, de regularidade, de investimento, de planejamento, de bons projetos, de diálogo, de participação social, de uma convergência entre todos os atores para ter continuidade de investimentos e caminhar para a universalização" (Gesmar Rosa dos Santos, pesquisador do Ipea).



Ao encontro da ponderação apresentada, analise as asserções a seguir:



I.A integração dos planos de gestão de recursos hídricos com a política de saneamento é fundamental para ampliar a oferta de água e o tratamento de esgoto em todas as regiões do país.


PORQUE


II.Além do desafio de garantir o acesso de água potável e saneamento, é preciso também incentivar o reuso não potável de recursos hídricos pela indústria, além da elaboração de planos para lidar com a escassez de água e as mudanças climáticas, como forma de assegurar a segurança hídrica da população. A água tem um papel de geração de renda e de crescimento da economia, que vai redundar no crescimento de emprego e bem-estar social.



A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:

Alternativas
Q3393169 Legislação Municipal

 Com base na Lei Orgânica do município de Blumenau, em seu art. 73, analise as asserções a seguir:



I.A administração pública direta do Município obedecerá aos princípios de soberania nacional, propriedade privada, redução das desigualdades sociais, busca do pleno emprego e eficiência e, também, aos demais princípios da Constituição Federal, no que couber, sobre a administração pública, e a esta Lei Orgânica,


CONSIDERANDO AINDA QUE


II. o Município assegura a seus servidores ativos, apenas, na forma da lei municipal, sistema previdenciário de assistência médica, odontológica, assistência social, pensão e aposentadoria, com instituição de contribuição cobrada dos servidores para custeio.



A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:

Alternativas
Q3393170 Legislação Municipal
A lei complementar n.º 660/2007, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos do município, suas autarquias e fundações públicas, e dá outras providências, em sua Subseção XIII-C, aborda acerca da gratificação de atividade no Serviço de Controle de Redes do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE) e afirma que aos servidores efetivos, lotados na Gerência de Manutenção (Seção Controladores de Rede) do SAMAE, designados mediante ato do Diretor-Presidente para atuar no Serviço de Controle de Redes, será concedida gratificação equivalente a percentual do valor do padrão de vencimento A, faixa de vencimento I, categoria 7, carga horária 40 (quarenta) horas semanais, da Tabela de Ranqueamento das Classes de Cargos de Carreira, que constitui o Anexo X da Lei Complementar n.º 661, de 28 de novembro de 2007. Esse percentual será de:
Alternativas
Q3393171 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina

A lei complementar n.º 661/2007, que dispõe sobre os planos de cargos e carreiras do poder executivo, suas autarquias e fundações, institui novos padrões de vencimento, estabelece normas gerais de enquadramento e dá outras providências. Nesse sentido, a lei aborda acerca da avaliação anual de desempenho para fins das promoções horizontal e vertical. Dado esse contexto, analise as asserções a seguir:



I. À avaliação de desempenho será observado, dentre outros, o seguinte fator: aproveitamento em programas de capacitação.


II. A avaliação de desempenho será considerada positiva se o servidor obtiver os conceitos Regular, Bom ou Excelente.


III.Caso a Administração Pública não proporcione a realização da avaliação de desempenho ao servidor, esta será postergada ao próximo ano.


IV. O processo de avaliação do servidor compreenderá também a autoavaliação.



É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3393172 Engenharia Ambiental e Sanitária

A Estação de Tratamento de Água − ______, e os reservatórios para 4 milhões de litros de água foram construídos no topo do morro ______________. Sua capacidade inicial de tratar 46 litros de água por segundo permitia atender uma população de 20 mil habitantes (SAMAE, 2024).



Assinale a alternativa que correta e respectivamente completa as lacunas no excerto:

Alternativas
Respostas
1: E
2: A
3: E
4: B
5: E
6: C
7: D
8: D
9: A
10: C
11: D
12: D
13: A
14: C
15: C
16: E
17: D
18: B
19: C
20: D