Questões de Concurso Público IF Sudeste - MG 2016 para Tecnólogo Formação / Secretariado ou Processos Escolares ou Gestão Pública
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Relativamente à exoneração de ofício de servidor de cargo efetivo, prevista no Regime Jurídico dos Servidores Públicos Federais, a mesma dar-se-á
I- quando não satisfeitas as condições do estágio probatório.
II- quando, tendo tomado posse, o servidor não entrar em exercício no prazo estabelecido.
III- a pedido do próprio servidor.
IV-a juízo da autoridade competente.
Estão corretas as afirmativas
I- participar de grupos nazistas.
II- fazer uso de informações privilegiadas, obtidas no âmbito interno do serviço, em benefício de suas funções no cargo público.
III- retirar da repartição pública qualquer documento, livro ou bem pertencente ao patrimônio público, mesmo estando legalmente autorizado. IV- alterar o teor de um documento que deva encaminhar para providências. Estão corretas as afirmativas
O Microsoft Word permite inserir o conteúdo de um ou mais documentos existentes em um único documento. Por exemplo, 12 documentos, contendo relatórios mensais, podem ser inseridos em um único documento, contendo todos os relatórios.
Para inserir o conteúdo de um documento em outro, no documento de destino, posicione o cursor onde deseja inserir o documento existente. Na guia __________, no grupo __________, clique na seta ________ (não no botão) e, na lista, clique em ____________ . Na caixa de diálogo, ___________, que será aberta, procure o arquivo de origem que deseja e clique duas vezes nele para inserir seu conteúdo no ponto do cursor.
Os termos que preenchem, respectivamente, as lacunas são:
Texto 1
Viver a vida ou gravá-la?
Marcelo Gleiser
[1º§]Um artigo no jornal New York Times explora a onda explosiva do uso de celulares para gravar eventos, dos mais triviais aos mais significativos. Todo mundo quer ser a estrela da própria vida. Alguns vídeos postados no YouTube tornam-se "virais" (superpopulares) em questões de horas, como o do jornalista Scott Welsh que sacou seu celular em meio a uma pane no seu voo para gravar o caos e o drama a bordo. Conseguiu até sorrir com máscara de oxigênio no rosto. (O avião pousou sem problemas.) Se a morte parece inevitável, por que não registrar seus últimos momentos?
[2º§] Por um lado, isso faz sentido; nossa vida é importante, e queremos ser vistos, dividir nossas experiências, ser apreciados. Por outro, porém, essa compulsão de gravar tudo acaba provocando um distanciamento do momento vivido. Na ânsia de registrar nossas vidas, acabamos vivendo menos, deixando de nos engajar com o que ocorre.
[3º§] Algo ocorreu com nossa psique entre o diário que trancávamos na gaveta e a câmera de vídeo. Os celulares apenas agravaram essa tendência. Eis um exemplo. Em junho de 2001, acompanhei um grupo de ex-alunos da minha universidade num cruzeiro para ver um eclipse total do Sol na costa de Madagascar. No navio, havia um grupo de "caçadores de eclipse", pessoas que vão pelo mundo atrás de eclipses do Sol, aliando turismo à ciência. Quando presenciamos um eclipse, dá para entender por quê: é uma experiência primal, que nos remete a um estado emocional de maravilhamento com o mundo natural, ligando-nos a algo maior do que somos. Para minha surpresa, quando o momento estava para chegar, o convés do navio foi invadido por tripés e câmeras: entre assistir ao evento durante os poucos minutos em que a Lua oculta o Sol e o dia se torna mágico, as pessoas optaram por ver tudo por detrás duma lente.
[4º§]Fiquei chocado, especialmente porque profissionais a bordo tirariam fotos e fariam vídeos muito melhores do que os amadores. Mas as pessoas queriam fazer o seu vídeo, tirar as suas fotos. Fui a dois outros eclipses e foi a mesma coisa. As pessoas optaram por viver a experiência por trás duma máquina, em vez de visceralmente.
[5º§]O que os celulares e a mídia social fizeram foi facilitar enormemente o processo de registro e de distribuição das imagens. O alcance é muito maior e a gratificação é quantitativa (o número de "curtidas" que uma foto ou vídeo recebe).
[6º§]Claro, tem um lado disso que é ótimo. Celebramos os momentos significativos das nossas vidas e queremos dividi-los com as pessoas próximas. Mas a maioria do que é registrado não é significativo ou dividido com pessoas próximas. Deixamos de participar do momento, porque gravá-lo para os outros é mais importante (...).
[7º§]Nada substitui o contato direto, o olho no olho, a conversa direta. Os aparelhos são geniais, claro. Mas não devem definir como vivemos nossas vidas ou como vivenciamos momentos significativos; apenas complementá-los.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 05/10/2014. Texto Adaptado.
A questão deve ser respondida com base nos textos 1 e 2. Leia-os atentamente, antes de responder a essa questão.
Texto 1
Viver a vida ou gravá-la?
Marcelo Gleiser
[1º§]Um artigo no jornal New York Times explora a onda explosiva do uso de celulares para gravar eventos, dos mais triviais aos mais significativos. Todo mundo quer ser a estrela da própria vida. Alguns vídeos postados no YouTube tornam-se "virais" (superpopulares) em questões de horas, como o do jornalista Scott Welsh que sacou seu celular em meio a uma pane no seu voo para gravar o caos e o drama a bordo. Conseguiu até sorrir com máscara de oxigênio no rosto. (O avião pousou sem problemas.) Se a morte parece inevitável, por que não registrar seus últimos momentos?
[2º§] Por um lado, isso faz sentido; nossa vida é importante, e queremos ser vistos, dividir nossas experiências, ser apreciados. Por outro, porém, essa compulsão de gravar tudo acaba provocando um distanciamento do momento vivido. Na ânsia de registrar nossas vidas, acabamos vivendo menos, deixando de nos engajar com o que ocorre.
[3º§] Algo ocorreu com nossa psique entre o diário que trancávamos na gaveta e a câmera de vídeo. Os celulares apenas agravaram essa tendência. Eis um exemplo. Em junho de 2001, acompanhei um grupo de ex-alunos da minha universidade num cruzeiro para ver um eclipse total do Sol na costa de Madagascar. No navio, havia um grupo de "caçadores de eclipse", pessoas que vão pelo mundo atrás de eclipses do Sol, aliando turismo à ciência. Quando presenciamos um eclipse, dá para entender por quê: é uma experiência primal, que nos remete a um estado emocional de maravilhamento com o mundo natural, ligando-nos a algo maior do que somos. Para minha surpresa, quando o momento estava para chegar, o convés do navio foi invadido por tripés e câmeras: entre assistir ao evento durante os poucos minutos em que a Lua oculta o Sol e o dia se torna mágico, as pessoas optaram por ver tudo por detrás duma lente.
[4º§]Fiquei chocado, especialmente porque profissionais a bordo tirariam fotos e fariam vídeos muito melhores do que os amadores. Mas as pessoas queriam fazer o seu vídeo, tirar as suas fotos. Fui a dois outros eclipses e foi a mesma coisa. As pessoas optaram por viver a experiência por trás duma máquina, em vez de visceralmente.
[5º§]O que os celulares e a mídia social fizeram foi facilitar enormemente o processo de registro e de distribuição das imagens. O alcance é muito maior e a gratificação é quantitativa (o número de "curtidas" que uma foto ou vídeo recebe).
[6º§]Claro, tem um lado disso que é ótimo. Celebramos os momentos significativos das nossas vidas e queremos dividi-los com as pessoas próximas. Mas a maioria do que é registrado não é significativo ou dividido com pessoas próximas. Deixamos de participar do momento, porque gravá-lo para os outros é mais importante (...).
[7º§]Nada substitui o contato direto, o olho no olho, a conversa direta. Os aparelhos são geniais, claro. Mas não devem definir como vivemos nossas vidas ou como vivenciamos momentos significativos; apenas complementá-los.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 05/10/2014. Texto Adaptado.
Texto 2
Selfie é agressão permanente, diz Sebastião Salgado
Isabel Fleck
Quando abriu sua exposição "Genesis", em Brasília, no início deste mês, Sebastião Salgado se viu obrigado a sair no meio do vernissage (inauguração de uma exposição de obra de arte). Aos 70 anos, um dos ícones da fotografia brasileira não conseguiu lidar com a profusão de selfies que tomou conta do evento.
"Olha, é de uma agressividade", disse à Folha, rindo. "Há seis meses, eu abri uma exposição e as pessoas vinham conversar comigo, pediam um autógrafo, trocavam ideias. Agora acabou. Cada pessoa te agarra e quer tirar selfie", desabafou. "Bota um telefone ali, é uma agressão permanente em cima de você."

As amigas Letícia, Fernanda e Natália fazem selfie na exposição de Sebastião Salgado, em Foz do Iguaçu, Paraná
Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 18/09/2014
A figura abaixo mostra a caixa de diálogo Localizar e substituir do Microsoft Excel.

A respeito da funções dos controles existentes nesta caixa de diálogo, analise as afirmativas abaixo e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.
( ) A caixa Examinar permite definir se a busca ocorrerá nas fórmulas das células.
( ) A caixa Em permite escolher se a busca ocorrerá na planilha ativa ou em um intervalo de células pré-selecionado.
( ) O botão Formatar abre uma caixa diálogo por meio da qual pode-se escolher o novo formato que se deseja aplicar ao conteúdo localizado.
A sequência correta é
Texto 1
Viver a vida ou gravá-la?
Marcelo Gleiser
[1º§]Um artigo no jornal New York Times explora a onda explosiva do uso de celulares para gravar eventos, dos mais triviais aos mais significativos. Todo mundo quer ser a estrela da própria vida. Alguns vídeos postados no YouTube tornam-se "virais" (superpopulares) em questões de horas, como o do jornalista Scott Welsh que sacou seu celular em meio a uma pane no seu voo para gravar o caos e o drama a bordo. Conseguiu até sorrir com máscara de oxigênio no rosto. (O avião pousou sem problemas.) Se a morte parece inevitável, por que não registrar seus últimos momentos?
[2º§]Por um lado, isso faz sentido; nossa vida é importante, e queremos ser vistos, dividir nossas experiências, ser apreciados. Por outro, porém, essa compulsão de gravar tudo acaba provocando um distanciamento do momento vivido. Na ânsia de registrar nossas vidas, acabamos vivendo menos, deixando de nos engajar com o que ocorre.
[3º§]Algo ocorreu com nossa psique entre o diário que trancávamos na gaveta e a câmera de vídeo. Os celulares apenas agravaram essa tendência. Eis um exemplo. Em junho de 2001, acompanhei um grupo de ex-alunos da minha universidade num cruzeiro para ver um eclipse total do Sol na costa de Madagascar. No navio, havia um grupo de "caçadores de eclipse", pessoas que vão pelo mundo atrás de eclipses do Sol, aliando turismo à ciência. Quando presenciamos um eclipse, dá para entender por quê: é uma experiência primal, que nos remete a um estado emocional de maravilhamento com o mundo natural, ligando-nos a algo maior do que somos. Para minha surpresa, quando o momento estava para chegar, o convés do navio foi invadido por tripés e câmeras: entre assistir ao evento durante os poucos minutos em que a Lua oculta o Sol e o dia se torna mágico, as pessoas optaram por ver tudo por detrás duma lente.
[4º§]Fiquei chocado, especialmente porque profissionais a bordo tirariam fotos e fariam vídeos muito melhores do que os amadores. Mas as pessoas queriam fazer o seu vídeo, tirar as suas fotos. Fui a dois outros eclipses e foi a mesma coisa. As pessoas optaram por viver a experiência por trás duma máquina, em vez de visceralmente.
[5º§]O que os celulares e a mídia social fizeram foi facilitar enormemente o processo de registro e de distribuição das imagens. O alcance é muito maior e a gratificação é quantitativa (o número de "curtidas" que uma foto ou vídeo recebe).
[6º§]Claro, tem um lado disso que é ótimo. Celebramos os momentos significativos das nossas vidas e queremos dividi-los com as pessoas próximas. Mas a maioria do que é registrado não é significativo ou dividido com pessoas próximas. Deixamos de participar do momento, porque gravá-lo para os outros é mais importante (...).
[7º§]Nada substitui o contato direto, o olho no olho, a conversa direta. Os aparelhos são geniais, claro. Mas não devem definir como vivemos nossas vidas ou como vivenciamos momentos significativos; apenas complementá-los.
Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 05/10/2014. Texto Adaptado.
Observe o conceito gramatical de conjunções alternativas:
Conjunções alternativas – como o nome indica, enlaçam as unidades coordenadas matizando-as de um valor alternativo, quer para exprimir a incompatibilidade dos conceitos envolvidos, quer para exprimir a equivalência deles. A conjunção alternativa por excelência é ou, sozinha ou duplicada (...).
BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa; Atualizada pelo Novo Acordo
Ortográfico. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009: p. 321.
A partir dessa noção gramatical, a opção que explica o valor semântico
da conjunção ‘ou’ no título “Viver a vida ou gravá-la” é
Acerca das rotinas secretariais, práticas de escritório e apoio administrativo, com base nos procedimentos de protocolo (BRASIL, 2010), analise as seguintes afirmativas.
I- O funcionamento de órgãos, unidades e setores das instituições implicam a geração de um grande volume de documentos e processos.
II- O Protocolo é responsável pelo recebimento e pela distribuição de correspondências, documentos e processos, assim como pelo controle do seu fluxo na instituição.
III- Por meio das atividades de protocolo, apoiadas num sistema operacional eletrônico, é que se tornam possíveis a consulta e a localização de processos ou documentos que tenham sido registrados.
IV- O protocolo central é a unidade localizada junto aos setores específicos dos órgãos ou entidades, encarregada de dar suporte às atividades de recebimento e de expedição de documentos no âmbito da área a qual se vincula.
V- O protocolo setorial tem a finalidade de descentralização das atividades do protocolo central e constitui unidade junto ao órgão ou à entidade, encarregada dos procedimentos com relação às rotinas de recebimento e de expedição.
Estão corretas as afirmativas
Entre as técnicas secretariais, a técnica de documentação e arquivo está entre as de maior importância (BOND; OLIVEIRA, 2013b). Considerando as atividades de arquivo nas organizações, relacione suas funções às respectivas descrições.
1. Organizar
2. Classificar
3. Preservar
4. Facilitar consulta
( ) Constitui função de ordenação cronológica de determinado documento.
( ) Compreende a definição a que tipo de assunto um documento se refere.
( ) Indica função de agilidade referente às técnicas de documentação e de arquivo.
( ) Representa a guarda de um documento em segurança e à localização apropriada.
A sequência correta é
Preencha as lacunas, considerando a aplicabilidade dos tipos de reuniões.
A reunião ____________________, realizada via internet, utiliza de ferramentas de chat ou softwares de comunicação instantânea.De outro modo, a reunião ____________________ proporciona um ambiente no qual os participantes são vistos holograficamente. Já a reunião do tipo ____________________ é constituída por um grupo de pessoas que se reúne frente a frente. Nessa linha, têm-se as reuniões do tipo ____________________ e ____________________, realizadas por meio de dispositivos integrados ou não, com hardwares, softwares, equipamentos e soluções específicos, como Skype, internet e redes privativas. Ainda, a reunião ____________________, que é feita em qualquer lugar específico, seja interno ou, sobretudo, externo (MAIA; OLIVEIRA, 2015).
A sequência correta é
Tendo em vista o uso do relatório administrativo, discutido por Medeiros e Hernandes (2014), analise as afirmativas abaixo e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.
( )Representa a base de informações necessárias para a tomada de decisões adequadas.
( ) A importância de um relatório consiste em seu estilo ou forma, mais que em sua utilidade.
( )Pode ser uma simples carta ou memorando, ou uma conferência, um quadro, um gráfico, uma tabela.
( )Constitui comunicação produzida pelos membros de uma organização, desde que requeridos ou utilizados pelos administradores.
( )Objetiva prestar informações quanto à situação dos planos estabelecidos, dos projetos concebidos e das operações que devem ser realizadas ou já o foram.
A sequência correta é
“O correio eletrônico (“e-mail”), por seu baixo custo e celeridade, transformou-se na principal forma de comunicação para transmissão de documentos” (BRASIL, 2002, p. 26, 27). Acerca de sua forma, estrutura e de seu valor documental, analise as seguintes afirmativas:
I- A certificação digital é um requisito para que a mensagem de correio eletrônico tenha valor documental, nos termos da legislação em vigor.
II- O emprego de linguagem incompatível com uma comunicação oficial deve ser evitado, conforme orientações sobre atos e comunicações oficiais.
III- O campo assunto constitui elemento de agilidade e de organização documental exclusiva do remetente, uma vez que o destinatário terá sua própria forma de organização.
IV- A mensagem que encaminha algum arquivo deve expressar o máximo de informações sobre seu conteúdo, mesmo considerando que o destinatário fará a leitura do mesmo.
V- O principal atrativo desse tipo de comunicação é a sua flexibilidade, ao mesmo tempo em que enfatiza a rigidez determinada para a redação oficial na administração pública.
As afirmativas corretas são
De acordo com Cruz (2007), as atividades experimentais, realizadas em laboratórios, devem seguir algumas orientações e diretrizes, dentre as quais
I- contribuir para o melhor aproveitamento acadêmico.
II- pautar-se em regras e em rotinas específicas de utilização.
III-regular-se em proposta administrativa e de gestão teórica.
IV-respaldar-se em decisões hierárquicas unilaterais e verticais.
V- promover a união pedagógica e experimental entre teoria e prática.
Estão corretas as afirmativas
Em relação aos projetos escolares e aos projetos de infraestrutura e manutenção escolar que envolvem os equipamentos hidráulicos e sanitários, discutidos por Figueiredo (2007b), analise as afirmativas abaixo e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.
( )os projetos são elaborados segundo normas técnicas, regulamentadas pela ABNT.
( )o projeto hidráulico é constituído pela planta, com traçado e dimensionamento da tubulação.
( )um projeto hidráulico e sanitário é representado por desenhos, medidas e detalhes sobre a construção.
( )o funcionamento das escalas, de suas distâncias ou dimensões, é necessário para a compreensão dos projetos.
( )os projetos seguem as recomendações técnicas e normativas da escola, do MEC e da Secretaria de Educação.
A sequência correta é
Acerca dos aspectos de higiene e de segurança na escola, discutidos por Faria e Monlevade (2008), do ponto de vista da comunidade acadêmica,
I- o alcance de bons resultados depende da mudança de hábitos.
II- a mesma é influenciada pelos exemplos praticados.
III- a combinação entre educação, higiene e saneamento deve ser prioridade.
IV-a escola que possui condições adequadas torna-se um modelo para os alunos.
V- a falta de higiene na escola pode causar interdição e demissão de funcionários.
Estão corretas as afirmativas