Questões de Concurso Público Prefeitura de Mauriti - CE 2025 para Professor de Letras - Português

Foram encontradas 50 questões

Q3749768 Matemática
Temos dois dados não viciados, cada um com as faces numeradas de 1 a 6. A figura mostra a planificação de cada dado.
Imagem associada para resolução da questão
Os dados são lançados simultaneamente sobre uma mesa. Sabe-se que pelo menos um dado caiu com a face do número 5 voltada para baixo (em contato com a mesa). Qual é a probabilidade de que a soma das faces voltadas para cima (as faces opostas às que estão em contato com a mesa) seja no máximo 6?
Alternativas
Q3749769 Raciocínio Lógico

Numa competição de natação estavam competindo as atletas: Ana, Bia, Cicera, Duda, Erica e Francisca. A ordem de classificação final obedeceu as seguintes regras:


• Bia não foi a campeã.


• Francisca foi a vice-campeã.


• Erica chegou duas posições antes de Cicera.


• Ana chegou antes de Erica, mas não imediatamente antes.


• Duda chegou logo depois de Francisca.

Alternativas
Q3749771 Raciocínio Lógico
Qual a negação da frase: Todos os macacos voam e nenhum peixe nada.
Alternativas
Q3749772 Matemática
Em uma fábrica especializada em brincos, Ana e Bruno receberam a tarefa de produzir um lote de brincos sob encomenda. Ao término do dia, Ana havia fabricado 4/11 da quantidade total de brincos. Bruno, devido à sua maior experiência na área, conseguiu produzir 50% a mais do que Ana produziu. Considerando essa situação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3749773 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com a Lei Nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que dispõe sobre o direito à educação, à cultura, ao esporte e ao lazer, atribua valores de V para verdadeiro e F para falso.

( ) A criança e o adolescente têm direito à educação em igualdade de condições para acesso e permanência no contexto escolar.


( ) O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não prevê o direito de contestar critérios avaliativos, não podendo recorrer às instâncias escolares superiores, uma vez que os critérios avaliativos são definidos com autonomia pela gestão escolar local de cada espaço educacional.


( ) É um direito previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) a organização e participação em entidades estudantis.


( ) O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê o acesso à escola pública e gratuita, próxima de sua residência.


( ) É direito dos pais ou responsáveis participar da definição das propostas educacionais.



Assinale a alternativa correta

Alternativas
Q3749774 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

Em conformidade com a Lei Nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sobre o dever do Estado em assegurar à criança e ao adolescente:



I. É dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente o Atendimento Educacional Especializado, preferencialmente na rede regular de ensino.


II. É dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente a oferta de ensino noturno regular.


III. Não é dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente a progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino médio.


IV. Não é dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente o atendimento no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte e alimentação, cabendo essa obrigatoriedade às instâncias municipais.



Estão CORRETOS:

Alternativas
Q3749775 Legislação Federal
O decreto N° 5.626/2005, que regulamenta a LEI Nº 10.436/2002, dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais. Nessa perspectiva, assinale a alternativa correta:
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Q3749776 Pedagogia

Em conformidade com Lei Nº 9394/96 - LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL (LDB) e suas alterações, analisar os itens abaixo:



I. A educação escolar não deverá vincular-se ao mundo do trabalho, somente a sua prática social.


II. O ensino será ministrado com base no princípio do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.


III. O ensino será ministrado com base no princípio do respeito à liberdade e apreço à tolerância.


IV. O ensino não será ministrado com base no princípio da coexistência de instituições públicas e privadas de ensino.



Estão CORRETOS:

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Q3749777 Pedagogia
Em conformidade com Lei Nº 9394/96 - LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL (LDB) e suas alterações, assinale a alternativa correta:
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Q3753906 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024
De acordo com as ideias do texto, é correto inferir, exceto:
Alternativas
Q3753907 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)
Leia o fragmento de uma notícia veiculada nos principais veículos de comunicação e, em seguida, estabeleça relações com o primeiro texto e marque a opção correta:
Alternativas
Q3753908 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)
Ainda sobre os textos, é correto afirmar, exceto:
Alternativas
Q3753909 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)

Observe a utilização da vírgula nas frases, em seguida estabeleça as devidas relações e depois marque a opção correta.


1. O Brasil, país continental, obteve resultados preocupantes no PISA.

2. O PISA avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências.

3. O acesso à educação de qualidade é destinado aos ricos, nada, aos pobres.

4. O país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado.

5. Entorpecidos, assistimos à educação apresentar índices muito abaixo da média.


        a. Omissão da palavra na chamada “elipse”.
        b. Separa o aposto.
        c. Separa termos explicativos.
        d. Separa termos de mesma função sintática.
        e. Separa termos deslocados.

Alternativas
Q3753910 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)
Sem cobrar resultados das instituições. Segue a mesma regra da palavra destacada o plural de:
Alternativas
Q3753911 Português
Texto I: Desempenho do Brasil no PISA: por que ninguém se importa?


Recentemente, o Brasil obteve resultados preocupantes no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), piorando em matemática, leitura e ciências após a pandemia e ficando entre os piores no teste de criatividade. Antes de tudo, esses resultados não surpreendem, pois, historicamente, o desempenho do país no exame tem sido abaixo da média. No entanto, surge uma reflexão essencial: por que as pessoas não se importam com isso? Esse cenário deveria soar como um alerta nacional, mas acaba sendo tratado com normalidade.

Para entender a relevância dessa avaliação, vale explicar o que é o PISA. Trata-se de um exame organizado pela OCDE que avalia jovens de 15 anos em matemática, leitura e ciências, oferecendo uma análise da base educacional do ensino fundamental. Além disso, estudos do Banco Mundial demonstram a relação direta entre o desempenho no PISA e o crescimento econômico. Conforme esse estudo, países que melhoram 100 pontos no PISA em matemática tendem a crescer 2% ao ano de forma contínua.

Nesse sentido, o impacto econômico é significativo. Se o Brasil elevasse sua pontuação atual de 414 para 514, o PIB poderia crescer 2% ao ano de maneira sustentável. No entanto, o país cresceu apenas 0,6% ao ano nos últimos 25 anos, com períodos de retração em alguns momentos.

Países que alcançam bons resultados no PISA demonstram uma base educacional sólida. Ou seja, eles investem de forma adequada em educação como estratégia essencial para o desenvolvimento econômico e social. Ainda mais, o Banco Mundial alerta que, sem capital intelectual, um país não consegue crescer de forma contínua. Por isso, mesmo as nações mais ricas seguem investindo pesado em educação.

Agora, analisando o cenário nacional, dois fatores explicam o desempenho insatisfatório do Brasil: o país investe pouco em educação básica e, ainda pior, investe errado. Em comparação, o Brasil aplica menos de um terço do que os países desenvolvidos investem em educação pública. Isso reduz drasticamente os recursos para melhorar a infraestrutura escolar, capacitar professores e garantir a qualidade do ensino.

Além disso, a falta de foco no aluno agrava a situação. Sem identificar as necessidades específicas dos estudantes e sem cobrar resultados das instituições, o sistema educacional se torna ineficiente.

Analogamente ao que ocorreu na Polônia e no Vietnã, o Brasil tem o potencial de evoluir. Em apenas seis anos, a Polônia saiu de um desempenho abaixo da média europeia para estar entre os 10% melhores do continente. Da mesma forma, o Vietnã deu um salto significativo em matemática ao investir em capacitação contínua de professores e garantir recursos adequados para as escolas.

Esses exemplos mostram que uma mudança real depende de planejamento, continuidade nas políticas educacionais e um compromisso com resultados concretos.

Por fim, o desempenho do Brasil no PISA não é apenas uma questão de orgulho nacional, mas uma estratégia concreta para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Portanto, o país precisa repensar suas prioridades e focar na educação básica.


Por Mário Ghio, 17/dezembro — 2024



Texto II

Segundo o levantamento, 11 estados atingiram a meta de 60% de crianças alfabetizadas projetada para 2024 (em relação a 2023): Ceará, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Piauí, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Sergipe.

Já Rio Grande do Sul, Amazonas, Bahia, Paraná, Pará e Rondônia tiveram desempenho pior do que em 2023. De acordo com Camilo Santana, ministro da Educação, esses estados estão tendo acompanhamento priorizado para a recuperação dos dados.

De modo geral, o Brasil aumentou o número de crianças de até 7 anos alfabetizadas em 2024, mas não atingiu a meta de 60% dos alunos na faixa etária estabelecida pelo governo federal. Os últimos números indicam que 59,2% dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental são capazes de ler e escrever textos simples. Em 2023, esse índice era de 56%.

Segundo o ministro da Educação, as enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país. A tragédia levou o índice de alfabetização do estado a desabar de 63,4%, em 2023, para 44,7% em 2024.

(Heloísa Noronha, colaboração para a CNN Brasil, São Paulo, 11/07/2025, às 16h02.)
O descumprimento da meta de alfabetização do país. Segue a mesma regra de acentuação da palavra em destaque:
Alternativas
Q3753912 Português

Dado o fragmento a seguir, marque a opção que classifica sintaticamente o termo em destaque: As enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul no ano passado causaram o descumprimento da meta de alfabetização do país.

Alternativas
Q3753913 Português
Veja o excerto (Texto III) e, em seguida, marque a opção que apresenta divergência das características nele existentes:

Professores brasileiros gastam mais de 20% do tempo de aula para manter a ordem em sala – acima da média internacional de 16%. O dado faz parte da nova edição do Talis, a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Teaching and Learning International Survey, na sigla em inglês), divulgada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) na segunda-feira (6).

Mais de 50% dos professores relataram enfrentar “barulho perturbador e desordem” durante a aula. Nesse caso, o índice representa mais que o dobro da média entre os países avaliados pela OCDE, que é de 20% – ou um em cada cinco professores.(...)


(https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/10/07/brasil-tem-indisciplina-escolar-acima-da-media)

Alternativas
Q3753914 Português

Observe as conjunções destacadas nos exemplos e, em seguida, estabeleça a relação de sentido existente:


1. ... professores relataram enfrentar “barulho perturbador e desordem” durante a aula.

2. Nem olhei os resultados da OCDE, porque estava cansada.

3. Estudei muito para o concurso, logo, cheguei cansado na prova.

4. Estava tranquila na minha profissão, então apareceu este resultado.

5. Minha sala de aula era muito boa, mas muito boa!


a. Conclusão.
b. Adição.
c. Tempo.
d. Intensidade.
e. Explicação.

Alternativas
Q3753915 Português

Dado o fragmento: A humanidade não tem lado de fora. O que está fora da humanidade é desumano, pois ela nada mais é que a relação entre os homens. O termo destacado é considerado:

Alternativas
Respostas
21: B
22: A
23: E
24: C
25: B
26: B
27: A
28: E
29: B
30: A
31: C
32: B
33: E
34: E
35: B
36: A
37: E
38: D
39: D
40: A